Na sua primeira visita ao país, Hua também enfatizou a necessidade de aprofundar o mercado nacional de capitais para expandir o acesso ao financiamento em moeda local para o sector privado.
Nos encontros com os líderes de governo e empresariais, Hua discutiu formas de a IFC, uma das instituições do grupo do Banco Mundical vocacionada para apoiar o sector privado, poder aumentar as suas actividades para apoiar o crescimento inclusivo de base alargada – metas-chave delineadas no Plano de Acção de Redução de Pobreza.
Ele renovou a oferta da IFC de estabelecer parcerias com o governo nas parcerias público-privadas, e prestar serviços de consultoria nos sectores emergentes tais como a mineração e gás natural.
Jingdong Hua também destacou o papel da IFC na promoção de mercados de capital mais robustos que podem satisfazer a necessidade de capital de longo prazo para financiar novos projectos de grande dimensão.
“Uma vez que Moçambique continua num passo positivo de estabilidade e crescimento, a IFC está empenhada em apoiar o desenvolvimento do sector privado de uma forma que crie oportunidade e prosperidade partilhada.” disse.

Ainda de acordo com a fonte, Moçambique necessita de fortalecer o mercado nacional de capitais, porque eles criam acesso ao financiamento de longo prazo, em moeda local para projectos de grande dimensão em sectores estrategicamente importantes, e assim como para as pequenas e médias empresas que, segundo ele, são factores chave de criação de emprego e crescimento.
Em Moçambique, a IFC focaliza o seu apoio a sectores estratégicos tais como agronegócios, energia, serviços financeiros, gás, mineração e turismo.
Em particular, a IFC está a trabalhar com o governo e o sector privado para melhorar o clima de investimentos, mobilizar o investimento directo nacional e estrangeiro, e aumentar o acesso ao financiamento e serviços de infra-estruturas. Aquela instituição do grupo do Banco Mundial está também a apoiar pequenos e médios empresários através de programas de formação que ajudam a melhorar a suas habilidades de gestão de negócios.
Entretanto, Jumoke Jagun-Dokunmu, responsável (Country Manager) da IFC para Moçambique e Angola, disse, que através do apoio concedido pela sua instituição ao investimento do sector privado e capacitação institucional em Moçambique, “podemos assegurar que as oportunidades que existem hoje criem oportunidades ainda maiores a longo prazo”.
“O alargamento de acesso a financiamentos e alternativas de financiamento são essenciais para apoiar um sector privado bem sucedido e é uma prioridade para a IFC em Moçambique”, frisou.
De referir que os compromissos acumulados da IFC para com Moçambique, desde 1986 totalizam 337.1 milhões dólares norte-americanos.
















