
Com a construção daquelas salas de aula, ainda de acordo com a nossa fonte, estima-se que pouco mais de 1500 alunos deverão deixar, no próximo ano lectivo, de estudar debaixo de árvores ou em salas de construção precária.
Esta acção, segundo Zacarias Soto, vem sendo reforçada por intervenções nesta área levadas a cabo por organizações não-governamentais que actuam no Guijá, tendo citado os casos da Agência de Cooperação Japonesa (JICA) e da congregação religiosa Samaritanos, que contribuíram, no ano prestes a terminar, com um total de seis salas de aula.
Neste ano a nossa fonte destacou a contribuição de outras organizações não-governamentais, como a Visão Mundial, que irá doar outras seis salas.
Trata-se de um importante passo que está sendo dado na perspectiva de o mais rapidamente possível se poder reverter a actual situação, caracterizada pela presença de um elevado número de salas de aula de construção precária, que resultam dos apoios geralmente prestados pelas próprias comunidades.
A nossa fonte acredita ser este o início de um processo de transformações que deverão influenciar positivamente na produtividade dos alunos e professores nessas escolas. “É verdade que estamos a vir de longe em termos de disponibilidade de salas de aula de construção convencional, é um percurso que teve desde sempre a compreensão das comunidades que, prontamente, sempre se dispuseram a colaborar no sentido de se criarem as mínimas condições para que os alunos possam estudar e hoje já se nota uma luz no fundo do túnel que indica que estarmos a caminhar para uma situação relativamente melhor”, reconheceu Zacarias Soto.
















