Os Estados-membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) estão a constituir equipas de respostas a incidentes informáticos, que vai ser responsável pela criação das capacidades necessárias e promoção de uma cultura nacional de cybersegurança, bem como sensibilização sobre os riscos e consequências dos ciberataques.
A informação foi avançada, ontem, em Luanda, pelo secretário de Estado das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Pascoal Alé Fernandes.
Ao discursar na abertura da II edição do “CyberSecur Summit 2022”, um evento sobre Investigação Corporativa e Segurança Cibernética em Angola, destacou que, em 2012, a SADC aprovou o quadro jurídico e regulatório harmonizado sobre a segurança cibernética.
O pacote consiste em três leis modelos: leis-modelos sobre o comércio electrónico/transacções electrónicas, protecção de dados e segurança cibernética. Pascoal Alé Fernandes disse que Angola continua a ser um partícipe activo da CyberSegurança na SADC), sublinhando que a confiança e a segurança na utilização das TIC são vitais para a construção de uma sociedade de informação inclusiva, segura e global, mas os cyber-criminosos estão a minar seriamente o crescimento e o potencial do ambiente online.
Para o secretário de Estado, a difusão de redes criminosas é organizada em diferentes países, sendo que os criminosos que lançam cyber-ataques, muitas vezes, utilizam modelos descentralizados, o que dificulta a resolução adequada de qualquer quadro jurídico nacional ou regional. “Com a evolução dos riscos constantes em linha com as tecnologias, os cyber-criminosos procuram, de igual modo, a exploração de vulnerabilidades e lacunas nos sistemas tecnológicos”, disse.
Em função do contexto acima referido, aquele dirigente angolano apontou a necessidade do estreitamento das relações entre os países da região, como forma de minimizar o impacto dos crimes cibernéticos na vida política, económica e social das nações.
O Tribunal Administrativo considera que a Conta Geral do Estado referente a 2021 apresenta deficiências de controlo interno das contas públicas, decorrentes da fraca auditoria nas instituições do Estado.
Aquele órgão refere igualmente que há baixo nível do cumprimento, pelo Governo, das recomendações emitidas pela Assembleia da República sobre as receitas e execução das despesas do Estado, avança a RM.
No entanto, o primeiro-ministro Adriano Maleiane, falando esta terça-feira no Parlamento diz que o governo está a modernizar o sistema de controlo interno, bem como garantir uma formação permanente dos seus técnicos.
“Ao apostarmos na profissionalização dos recursos humanos, estamos a criar condições para que estes elevem as suas habilidades na utilização das funcionalidades dos vários módulos que compõem a plataforma informática da administração financeira do estado, abreviadamente designada E-SISTAFE. No âmbito destas acções, podemos destacar o reforço dos mecanismos de articulação e colaboração entre a inspecção-geral das finanças e as inspecções sectoriais para a massificação de auditorias preventivas, com maior cobertura na fiscalização da execução do Orçamento do estado “, afirmou.
A Conta Geral do Estado de 2021, indica que as despesas do estado atingiram mais de trezentos e sessenta mil milhões de meticais, representando cerca de 32.5 por cento do produto interno Bruto.
Três corpos sem vida, de pessoas de sexo masculino foram descobertos, quarta-feira, no povoado de Nhathibu, no distrito de Changara, na província de Tete, até então desconhece-se as causas e circunstâncias da morte.
Após a denúncia sobre a presença de corpos naquele povoado, uma equipa constituída por membros do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), Polícia da República de Moçambique (PRM) e da Saúde, deslocou-se ao local, tendo constatado sinais de traumatismo e sangramento nos três corpos.
A directora do Centro de Saúde de Changara, Stela Alemanha, confirmou a entrada dos corpos na morgue do Centro de Saúde local, segundo a RM.
O distrito de Changara é um corredor atravessado pela Estrada Nacional Número sete e oito, que liga a fronteira de Cuchamano, junto à República do Zimbabwe.
Moçambique pode estar na rota de cinco tempestades tropicais, previstas, que ocorram na presente época chuvosa e ciclónica, na zona Oeste do Oceano Índico.
As cinco tempestades são parte de cerca de 10 sistemas de actividade ciclónica, prevista a se formar nesta região, até Março do próximo ano.
Segundo Alberto Macamo, do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), delegação de Tete, a informação vem contida no programa geral da segunda ronda de actualização da previsão do tempo no presente período.
Citado pela RM, Macamo fez saber ainda que para a presente época, espera-se chuva normal, acima de normal, influenciada pelo fenómeno “La niῆa”.
Face a esta situação, o meteorologista apela a população a acompanhar as informações difundidas pelos órgãos competentes, sobre o estado do tempo.
A procuradora-geral da República, Beatriz Buchili, disse na quarta-feira, que a corrupção continua a ser um dos “grandes entraves” no combate ao crime organizado e transnacional em Moçambique.
“A corrupção continua a ser um dos grandes entraves no combate à criminalidade organizada e transnacional”, referiu Buchili, durante a abertura da reunião, de três dias, entre a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC).
Segundo a procuradora-geral, a corrupção é um dos ‘modus operandi’ que os criminosos têm usado nas suas incursões, pelo que se devem encontrar melhores estratégias para combater o crime, inclusive nas suas instituições.
“Não podemos tolerar que, como órgãos com o dever de prevenir e combater a corrupção, tenhamos colegas envolvidos em práticas corruptas”, frisou a procuradora.
Segundo a responsável, é preciso que haja rigor nos critérios de seleção e admissão, para evitar o ingresso de “indivíduos de conduta duvidosa” na PGR e no SERNIC, além de “garantir a responsabilização” dos infratores para “resgatar a confiança dos cidadãos”.
Beatriz Buchili manifestou ainda preocupação sobre o recrudescimento dos raptos e imigração ilegal no país, considerando que os crimes, “cada vez mais sofisticados”, exigirão novos métodos de investigação e prevenção.
Os cidadãos quenianos vão poder entrar na África do Sul, sem visto, a partir de Janeiro do próximo ano. A informação foi avançada pelos líderes dos dois países, no Quénia, durante a primeira viagem oficial do Presidente sul-africano, segundo o Africanews.
O acordo entre Cyril Ramaphosa e William Ruto vai permitir aos quenianos visitar as terras de Mandela sem visto, por até 90 dias.As duas nações estão entre as economias mais fortes do continente africano.
O presidente da Federação Moçambicana de Boxe, Gabriel Júnior, foi eleito, no passado dia 15 de Outubro, presidente interino da Confederação Africana de Boxe da zona 4, numa reunião online que contou com a participação de 10 federações desportivas da modalidade.
Ao assumir a presidência da Confederação Africana de Boxe ao nível da Zona IV, Gabriel Júnior tem a espinhosa missão de transformar a região que congrega 14 países, nomeadamente, Moçambique, África do Sul, Eswatine, Namíbia, Angola, Zimbabwe, Zâmbia, Malawi, Botswana, Lesotho, Madagascar, Seychelles, Comores e Maurícias, em potência a nível continental assim como mundial.
Gabriel Júnior foi eleito presidente da Confederação Moçambicana de Boxe da Zona IV no passado dia 15 de Outubro, mas os resultados foram tornados públicos nesta quarta-feira, 09 de Novembro. Através da sua página nas redes sociais, Júnior referiu que lhe foi incumbida a missão de fazer da África Austral potência continental e Mundial.
“Aceitei este desafio de liderança sob indicação das federações dos países da zona Austral que de forma unânime viram em um filho de Moçambique potencial para dirigir esta grande missão e representar igualmente a Zona Austral em sede do executivo de directores da Confederação Africana de Boxe”, escreveu Gabriel Júnior.
Pelo menos 28 alunos, incluindo professores, da Escola Primária e Completa (EPC) de Muatala, nos arredores da cidade de Nampula, contraíram ferimentos, dentre graves e feridos, em consequência do desabamento de parede de 3 salas de aula de construção precária ocorrido na manhã da última segunda-feira (7).
O Jornal Ikweli avança que, a tragedia ocorreu nesta terça-feira (8), quando as vítimas estavam a ter aulas, tendo cerca de 6 sido socorridos para o Hospital Central de Nampula (HCN).
Este cenário deixou pais e encarregados de educação agastados, chegando a acusar a direcção da escola e o governo de pouco fazer para garantir a segurança nas escolas, bem como manter um ambiente de higiene e saneamento do meio de qualidade.
“É deveras preocupante”, comenta Nelson de Carvalho, pai e encarregado de educação, avançando que “a escola foi destruída pelo ciclone Gombe, mas mesmo assim, o mesmo local era usado para que nossos filhos frequentassem as aulas e o resultado é esse”.
Carvalho chama a atenção para que se melhore as condições das infra-estruturas, e respira de alívio por não ter havido vítimas mortais, e questiona: “onde está o dinheiro que foi programado para a construção destas salas de aulas? Será que esperavam ferirem os nossos filhos para começarem com as obras?”.
Na mesma preocupação está a senhora Celestina Razaque, que tem filhos no mesmo estabelecimento de ensino público. “As rachadoras daquelas paredes não foram de 2 meses, já faz tempo que aquele muro mostrava sinais de perigo”, comenta a fonte.
José Tomás, outro encarregado de Educação, diz que, aquele fenómeno mostra que a segurança daquela escola é muito escassa e o governo deve destruir todas as salas de aula e construir novamente com materiais apropriados para o efeito, isto para evitar que haja futuros problemas do género.
Por seu turno, Manuel Rodrigues, Governador da província de Nampula, entende que que a construção de infra-estruturas governamentais sem qualidade é um desafio a nível nacional.
Na circunstância do incidente de Mutala, Rodrigues lamenta, prometendo que irá conversar com os gestores escolares para trazer o real motivo do desabamento daquelas salas de aula.
“Nós recomendamos a todas entidades, tanto do governo assim como os nossos parceiros, que nos apoiam na necessidade de sempre construirmos infra-estruturas resilientes, infra-estrutura que possam resistir a qualquer tipo de desafio natural ou a natureza da qualidade da própria infra-estrutura”, disse Manuel Rodrigues, Governador de Nampula
“É um desafio muito grande e foi pena que tendo registado numa instituição de ensino em que as crianças lá estavam, e nós vamos continuar a realizar acções com vista a melhoramos cada vez mais o tipo de infra-estruturas que estamos a construir, porque realmente a infra-estrutura não pode perigar a vida das nossas crianças, e de facto assumir de todos este desafio do governo e nós vamos continuar a monitorar”, concluiu Rodrigues.
O Instituto para o Desenvolvimento Económico e Social (IDES) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dez (10) Coordenadores Provínciais. Saiba mais.
O Instituto para o Desenvolvimento Económico e Social (IDES) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Coletores de Dados / Inquiridores Distritais. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Técnico de Compras. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Técnicos de Relações Públicas e Procurement. Saiba mais.
A P&O Maritime Moçambique S.A, Empresa de prestação de serviços marítima ao Porto de Maputo, pretende admitir para o seu quadro do pessoal um (1) Mestre de Rebocador (Tugmasters). Saiba mais.
A P&O Maritime Moçambique S.A, Empresa de Prestação de Serviços Marítima ao Porto de Maputo, pretende admitir para o seu quadro do pessoal um (1) Responsável de Embarcação (Mestre/ Skipper). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende contratar para sua equipa uma (1) Coordenador Provincial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência – FAMOD pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Intérprete de Lingua de Sinais. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente oito (8) Representante de Vendas Van. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.
A Jhpiego pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista em Desenvolvimento de Estratégias de resposta ao COVID 19 (Gases Medicinais). Saiba mais.
A Jhpiego pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista em elaboração/actualização de Manual de Agentes
Polivalentes Elementares (APE). Saiba mais.
A RW Logistica e Serviços, Lda é uma empresa regida a luz do direito Moçambicanopretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Motoristas de Camião Super Link. Saiba mais.
O Istituto Oikos Mozambique, ONG de cooperação internacional com sede em Pemba (Província de Cabo Delgado) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Projecto no sector de Pesca. Saiba mais.
O internacional pela França, Eduardo Camavinga, que nasceu em solo angolano, integra a lista de 25 convocados de Didier Deschamps para o Mundial do Qatar, contrariando os rumores lançados que o afastavam da principal competição de selecções na tarde desta quarta-feira.
Os 25 nomes dos convocados da França na íntegra:
Guarda-Redes:
Hugo Lloris, do Tottenham
Alphonse Aréola, do West Ham
Steve Mandanda, do Rennes.
Laterais:
Benjamin Pavard, do Bayern Munique
Jules Koundé, do Barcelona
Lucas Hernández, do Bayern Munique
Théo Hernandez, AC Milan.
Defesas:
Raphael Varane, do Manchester United
Ibrahima Konaté, do Liverpool
Dayot Upamecano, do Bayern Munique
Presnel Kimpembe, do PSG
William Saliba, do Arsenal.
Médios:
Tchouaméni, do Real Madrid
Adrien Rabiot, da Juventus
Youssouf Fofana, do Mónaco
Jordan Veretout, do Marselha
Mattéo Guendouzi, do Marselha.
Eduardo Camavinga, do Real Madrid.
Atacantes:
Karim Benzema, do Real Madrid
Kylian Mbappé, do PSG
Ousmane Dembelé, do Barcelona
Christopher Nkunku, do RB Leipzig
Olivier Giroud, do AC Milan
Antoine Griezmann, do Atlético Madrid
Kingsley Coman, do Bayern Munique.
A seleção alemã anunciou nesta quinta-feira a lista final dos 26 convocados para o Mundial’2022. Os germânicos apostaram na renovação da seleção, contando com algumas caras novas.
Na defesa, Bella-Kotchap, Raum e Schlotterbeck são as novidades, estreando no Mundial’2022. Na frente, Adeyemi, Fullkrug e Moukouko vão igualmente estrear nas provas de seleções, bem como na própria seleção. Por outro lado, estão confirmadas as ausências de Marco Reus, já dada como certa pela imprensa germânica, e de Matts Hummels, ambos lesionados.
Eis a lista completa:
Guarda-redes: Manuel Neuer, ter Stegen e Kevin Trapp;
Defesas: Niklas Sule, Antonio Rudiger, Bella-Kotchap, Matthias Ginter, Gunter, Kehrer, Klostermann, David Raum e Schlotterbeck;
Médios: Adeyemi, Julian Brandt, Goretzka, Mario Gotze, Gundogan, Kai Havertz, Jonas Hofmann, Kimmich, Thomas Muller e Jamal Musiala;
Avançados: Niclas Füllkrug, Leroy Sané, Serge Gnabry e Youssoufa Moukoko.
A Alemanha está no grupo E juntamente com a Espanha, Costa Rica e Japão. A seleção alemã já conquistou o Campeonato do Mundo em quatro ocasiões (1954, 1974, 1990 e 2014).
O Presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou que a nova estratégia francesa em África será finalizada no prazo de seis meses, após consultas com os seus parceiros, confirmando o fim da operação antiterrorista Barkhane.
“Vamos lançar nos próximos dias uma fase de intercâmbios com os nossos parceiros africanos, os nossos aliados e organizações regionais para desenvolver em conjunto o estatuto, formato e missões das atuais bases militares franceses no Sahel e na África Ocidental”, disse Macron.
Ao apresentar a nova estratégia de defesa francesa, em Toulon (sul de França), Emmanuel Macron anunciou que a mesma “será finalizada no prazo de seis meses”.
“Esta estratégia será finalizada no prazo de seis meses (…). É essencial e é uma das consequências que retiramos do que temos experimentado nos últimos anos, em toda a região do Sahel”, explicou.
Vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Ryabkov, durante conferência em Pequim
30/01/2019 REUTERS/Thomas Peter/Pool
A Rússia negou, esta terça-feira, a existência de negociações com os Estados Unidos sobre a Ucrânia, através de declaração do vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Andrei Rudenko, depois de um porta-voz oficial ter admitido “contactos pontuais” sobre questões de interesse comum.
“Não, não mantemos”, declarou Rudenko aos jornalistas, de acordo com a agência de notícias russa TASS.
Na terça-feira, a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, admitiu “contactos pontuais” entre as autoridades norte-americanas e russas sobre questões de interesse mútuo.
“Estamos abertos a qualquer tipo de diálogo que seja benéfico para ambas as partes”, disse na altura a porta-voz da diplomacia russa.
Da parte dos Estados Unidos da América (EUA), a existência desses contactos foi confirmada na segunda-feira pelo conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan.
Segundo os meios de comunicação norte-americanos, trata-se de conversações específicas para evitar uma escalada militar entre os dois países e não para negociar a paz na Ucrânia.
Ao mesmo tempo, segundo o jornal The Washington Post, a administração do Presidente norte-americano, Joe Biden, pediu em privado à Ucrânia que esteja aberta a negociar com a Rússia e que o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, abandone a sua posição de recusa ao diálogo a menos que o Presidente russo, Vladimir Putin, deixe o Kremlin.
Este pedido visaria assegurar a manutenção do apoio internacional ao Governo ucraniano. Muitos países estão a sofrer com as consequências da guerra, nomeadamente com a subida da inflação e dos preços da energia.
A ofensiva militar lançada em 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia, que perdura, foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com a imposição à Rússia de sanções políticas e económicas sem precedentes e com apoio militar, económico e humanitário à Ucrânia.
A Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição, e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceiro partido, trocaram acusações durante o debate parlamentar urgente sobre os “riscos de paralisação da função pública”, realizado ontem.
“O que estamos a ver [da parte da oposição] é uma incitação à greve para a paralisação do país”, afirmou Sérgio Pantie, chefe da bancada do partido no poder.
Pantie declarou que a Renamo e o MDM querem imobilizar o país, instigando os trabalhadores da função pública a entrarem em greve face aos problemas constatados na implementação da nova Tabela Salarial Única (TSU).
“O Governo tem dito que há incongruências [na TSU], que com coragem e didática estão a ser corrigidos”, afirmou o chefe da bancada da Frelimo.
Apesar da instigação à greve pela oposição, as associações e ordens profissionais da função pública saberão mostrar o seu sentido e compromisso patrióticos, evitando que a função pública fique paralisada, acrescentou.
O Presidente ugandês, Yoweri Museveni, acusou, esta quarta-feira, a Europa de “duplos critérios descarados” e “hipocrisia” em relação a África sobre a questão das políticas climáticas e energéticas, numa publicação por ocasião da COP27, que decorre no Egipto.
O Chefe de Estado ugandês, que está no poder desde 1986, criticou a reabertura de centrais elétricas a carvão na Europa face à crise energética causada pela guerra na Ucrânia, enquanto o velho Continente pede às nações africanas que não utilizem combustíveis fósseis.
“Não aceitaremos uma regra para eles e outra para nós”, escreveu Museveni.
“O fracasso da Europa em cumprir as suas metas climáticas não deve ser um problema de África”, acrescentou, criticando a “hipocrisia” da Europa.
Estas declarações seguem os avisos dos líderes africanos durante a 27.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP27), a decorrer no Egito, sobre as consequências das mudanças climáticas no seu continente.
A Assembleia da República de Moçambique aprovou esta quarta-feira, em votação final a Conta Geral do Estado (CGE) de 2021, com os votos a favor da Frelimo, e contra da oposição.
A CGE foi aprovada, após um parecer favorável de uma resolução apresentada pela Comissão do Plano e Orçamento do parlamento.
O documento foi debatido na última semana, tendo a bancada maioritária da Frelimo defendido a viabilização do instrumento, considerando haver um esforço do Governo no aumento de verbas para os setores com impacto na redução da pobreza.
Por sua vez, a Resistência Nacional Moçambique (Renamo), principal partido da oposição, defendeu na altura o chumbo da CGE, argumentando que o executivo persiste em desrespeitar recomendações do Tribunal Administrativo na execução do Orçamento do Estado.
“O Tribunal Administrativo aponta erros graves e violações da lei reiteradas, o que consubstancia arrogância, prepotência e desrespeito às instituições do Estado e aos moçambicanos”, referiu o grupo parlamentar da Renamo nos pareceres endereçados às comissões parlamentares.
O Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceiro partido, também pediu a reprovação da CGE, acusando o Governo de “patrocinar a corrupção”, ao ignorar uma alegada má gestão dos recursos do Estado nas instituições sob sua tutela.
Comentando as posições dos grupos parlamentares, o primeiro-ministro, Adriano Maleiane, reiterou o compromisso do Governo com o rigor na gestão das contas públicas, através de medidas e políticas viradas para uma “planificação, orçamentação e execução eficaz dos recursos do Estado”.
A CGE nunca foi reprovada pelo parlamento, porque a Frelimo viabiliza o documento, por força da maioria que sempre deteve na Assembleia da República.
Em contraponto, a oposição votou sempre contra o documento, acusando o Governo da Frelimo de má gestão dos recursos do Estado e de permitir práticas corruptas com os recursos públicos.
O ex-companheiro da mais notória bigamista britânica revela que terminou a relação após ter descoberto que a mulher o traía, apesar de ter aceite os cinco maridos da namorada.
Wayne Harper, de 43 anos, mantinha uma relação amorosa com Emily Horne, que durava há 18 meses, quando descobriu que ela tinha outros casos. Alás, na altura, Horne já era casada com cinco homens. Contudo, Wayne aceitou estes cincos maridos e jurou ficar ao lado da namorada, desde que ela continuasse a ser-lhe leal.
Após o término da relação com Harper, Horne casou-se com mais dois homens, tornando-se assim a maior bigamista do Reino Unido, com um total de sete maridos.
A história de amor entre Harper e Horne teve início quando ambos estavam no mesmo hospital, ela a recuperar de uma pequena cirurgia e ele depois de ter sofrido um acidente de ciclismo. Depois de um ano e meio juntos, Harper acusou a mulher de traição e terminou a relação.
O sindicato de enfermeiros angolanos e o Ministério da Saúde chegaram a acordo pelo que os profissionais retomam hoje os trabalhos, depois de dois dias de greve, informou o secretário-geral do órgão sindical.
“Depois de tantas horas de negociações, desde o dia de ontem [terça-feira] até hoje foi possível as duas partes chegarem a um entendimento, apesar de haver prazos para alguns pontos, que cada parte vai cumprir”, referiu.
Cruz Matete referiu que o pagamento do subsídio de covid-19 para os profissionais que trabalharam na campanha, um dos principais pontos fraturantes da negociação, está dependente da apresentação de uma lista, no prazo de 10 dias, de todos os profissionais que até à data não foram pagos.
No que se refere ao pagamento das horas extras, o sindicalista frisou que será realizado um ajuste aos decretos que suportam este subsídio, para depois de 15 dias voltar a ser analisado entre as partes.
O secretário-geral do Sindicato Nacional de Enfermeiros realçou que dos 15 pontos reivindicados, todos foram satisfeitos, mas existem prazos que as partes devem cumprir.
“A partir das 08:00 de hoje vamos fazer uma comunicação a nível do país da suspensão da greve, por isso a partir das 08:00 vamos suspender a greve a nível nacional e apelar aos profissionais o retorno ao trabalho”, exortou Cruz Matete.
“De modo geral, todos saímos satisfeitos, houve entendimento entre as partes, apesar de ter havido divergência em alguns pontos, mas chegamos a um entendimento, considero que todos nós saímos a ganhar”, reforçou.
Em declarações à imprensa, a ministra da Saúde, Sílvia Lutukuta, considerou o encontro “muito positivo”, realçando a “compreensão mútua”, apesar de alguns desafios com alguns dos 15 pontos reivindicados.
“Ainda estamos a pagar, já pagamos cerca de 95% dos subsídios da covid-19 a nível nacional, já foram pagos mais de cerca de 30 mil profissionais e temos um decreto presidencial, que no âmbito da extinção da Comissão Multissetorial também estabelece que, cessando a comissão, devem ser pagas as dívidas, os subsídios”, referiu a ministra.
Sílvia Lutukuta tranquilizou os profissionais, garantido que “aqueles que na realidade têm direito, estiveram na linha da frente, com a covid-19 nas mãos, que estiveram nos postos de vacinação, os que trabalharam nos laboratórios da testagem da covid-19 também fazem parte deste grupo” serão pagos.
Sobre a reclamação da atualização das carreiras, que constava numa das alíneas do caderno reivindicativo, que tem a ver com os técnicos médios de enfermagem de terceira categoria, que deviam passar para a segunda, porque a terceira deixou de existir, é um trabalho que vai ser feito com o Ministério das Finanças.
“Já tínhamos alertado as finanças sobre esse aspeto e é uma questão que não é de muitos profissionais, são cerca de 180 que estão nessa situação e será resolvido este problema”, disse.
A governante angolana salientou que com os novos diplomas legais já é possível as próprias unidades orçamentadas fazerem concursos públicos internos de ingresso, decorrente de vagas deixadas por motivos de óbito, passagem à reforma e desistências, gerando massa salarial para o avanço da carreira desses profissionais.
Num comunicado, o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul (JCS) disse que Pyongyang disparou um “míssil balístico de tipo desconhecido no Mar Oriental”, nome dado ao Mar do Japão nas duas Coreias.
Por sua vez, a guarda costeira japonesa informou que o míssil atingiu a água, fora da sua zona económica exclusiva (ZEE).
Já uma fonte do governo japonês, citada pela agência de notícias nipónica Kyodo, notou que o lançamento não causou quaisquer danos.
O regime de Pyongyang disparou pelo menos 33 mísseis de vários tipos entre 02 e 05 de novembro, em resposta a manobras aéreas de Seul e Washington, as maiores do género dos dois aliados nos últimos cinco anos.
Os lançamentos levaram a que militares dos EUA e da Coreia do Sul prolongassem os exercícios por mais um dia e enviassem no sábado, pela primeira vez em cinco anos, dois bombardeiros B-1 para a península coreana.
A tensão na península coreana está a atingir níveis sem precedentes face aos repetidos testes de armas norte-coreanos, às manobras aliadas e à possibilidade de que, como indicado pelos satélites, o regime de Kim Jong-un esteja pronto para conduzir o primeiro teste nuclear desde 2017.
Depois de o Liverpool saber que o Real Madrid seria o seu adversário nos ‘oitavos’ da Liga dos Campeões, os adeptos dos reds ficaram também a saber que a sua equipa está à venda.
O portal Athletic relatou que o Fenway Sports Group (FSG), atuais proprietários do clube, estão a ouvir ofertas. Mas o processo de venda só agora começou e irá envolver a Goldman Sachs e a Morgan Stanley como consultores. De acordo com as mesmas informações, embora ainda não seja claro que se possa encontrar um novo comprador para o Liverpool, é certo que a FSG o colocou à venda após 12 anos.
“Tem havido uma série de mudanças recentes de propriedade e rumores de mudanças de propriedade nos clubes EPL e, inevitavelmente, somos regularmente questionados sobre a propriedade do Fenway Sports Group do Liverpool. O FSG tem recebido frequentemente manifestações de interesse de terceiros que procuram tornar-se acionistas de Liverpool. O FSG já disse anteriormente que, nos termos e condições corretas, consideraríamos novos acionistas se fosse no melhor interesse do Liverpool como clube. O FSG continua totalmente empenhado no sucesso de Liverpool, tanto dentro como fora do campo”, poder ler-se no comunicado a que o portal The Athletic teve acesso.
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