No distrito de Mecula, no Niassa, famílias outrora afectadas pelo terrorismo já se reerguem, graças aos apoios concedidos pelo governo e parceiros em várias áreas.
Os apoios em chapas para a reconstrução das habitações incendiadas pelos terroristas, atribuição de sementes melhoradas para a produção agrícola e o ordenamento dos povoados afectados, são factores que contribuem na melhoria da vida das famílias afectadas.
O administrador do distrito de Mecula, António Joaquim, informou que perto de duas mil famílias deslocadas devido ao terrorismo na região beneficiaram de mais de quinhentas chapas de zinco e acima de catorze toneladas de sementes de milho para a presente campanha agrícola.
O responsável disse que as famílias afectadas já começaram a consumir os seus produtos agrícolas da presente campanha agrária.
O terrorismo no distrito de Mecula afectou os povoados de Nalama um e dois, Macalagem, Lichengue e Nampequesso onde foram incendiadas mais de quinhentas casas.
O general Valery Zaluzhny, comandante das Forças Armadas ucranianas, anunciou no sábado, que as tropas lideradas por Volodymyr Zelensky estão prontas para iniciar a prometida contraofensiva no terreno.
Num vídeo publicado no Twitter, o responsável escreveu: “Chegou a hora de recuperar o que é nosso”, dando, assim, o pontapé de saída para um momento esperado há vários meses.
No mesmo dia, a BBC divulgou uma entrevista com o secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, Oleksiy Danilov, na qual o alto funcionário deu sinais de que o ataque estaria para breve.
Apesar de não se comprometer com datas, o responsável admitiu que a operação, que tem como objetivo recuperar o território dominado pelas tropas russas, pode começar “amanhã, depois de amanhã ou numa semana”.
A Ucrânia tem vindo a planear uma contraofensiva há vários meses, mas esteve sempre dependente do armamento que foi chegando do Ocidente.
Numa altura em que Kiev já recebeu diferentes tipos de armas provenientes dos países aliados, Danilov admitiu que o Estado invadido está pronto para o próximo passo, estando apenas à espera do aval dos comandantes.
“Temos uma tarefa muito responsável. Não temos o direito de cometer um erro”, referiu à televisão britânica.
O alto funcionário confirmou ainda que os paramilitares do grupo Wagner já estão a abandonar Bakhmut, tal como já tinha sido antecipado pelo chefe da organização Yevgeny Prigozhin.
Porém, admitiu que as forças de Kiev “apenas dominam uma pequena parte da cidade”, que, ao longo dos últimos meses, ficou completamente destruída devido aos intensos combates.
Menos de uma semana após a investida em Belgorod, a Rússia voltou a fazer referência a um ataque no próprio território, alegando que dois drones danificaram um prédio que administra um oleoduto na região de Pskov. Nenhuma vítima foi relatada e foi aberta uma investigação.
As Forças de Defesa e Segurança (FDS) neutralizaram mais um líder do grupo terrorista que actuava em Cabo Delgado.
Trata-se de um indivíduo identificado pelo nome de Issar Washio, tido como u dos comandantes do grupo terrorista e muito próximo da liderança principal do grupo.
O anúncio foi feito esta sexta-feira pelo Presidente da República e Comandante em Chefe das Forças de Defesa e Segurança, Filipe Nyusi durante a cerimónia de encerramento do quadragésimo terceiro Curso de formação básica da Policia, na Escola Pratica de Matalana, no distrito de Marracuene, província de Maputo.
“Uma das notícias que tive logo no inicio desta semana, mesmo estando fora do nosso território, foi o sucesso que parte dos colegas, já a partir de agora, vossos, de onde encerrei o curso com sucesso no dia 24, puseram fora do combate um dos grandes comandantes, muito próximo dos comandantes deles, o Ibn ou do Óscar, um tal chamado Issar Washio e mais seus comparsas, foram postos fora do combate. Foi notícia porque vínhamos encerrar, neste caso, em homenagem aos vossos colegas, preparados aqui no centro” disse.
Perante os sucessos que têm sido alcançados no combate ao terrorismo em cabo Delgado, o chefe de Estado encorajou as forcas de defesa e segurança a continuarem implacáveis nas suas acções.
Na ocasião o comandante-geral da PRM, Bernardino Rafael, explicou que a corporação tem efectivo suficiente para garantir a ordem e segurança públicas, nos próximos dez anos no país, daí a necessidade de interrupção da sua formação, nos próximos 3 anos.
Frisou ser impensável formar, construir, equipar e modernizar de uma única vez, dai a necessidade de separar os momentos, assumindo que o pilar da formação dos recursos humanos está minimizado.
“Hoje temos efectivos para potenciar a partir das nossas sub-unidades mais pequenas, que é sector, posto policial, esquadra, comandos distritais, comandos provinciais, unidades e sub-unidades das forças especiais e de reserva, comando de ramos e a todos os níveis, territorial”, afirmou.
O presidente brasileiro, Lula da Silva, informou que conversou com o presidente russo, Vladimir Putin, recusando um convite para ir à Rússia mas que o Brasil, Índia, Indonésia e China querem conversar sobre a paz na Ucrânia.
“Conversei agora por telefone com o presidente da Rússia, Vladimir Putin. Agradeci a um convite para ir ao Fórum Económico Internacional de São Petersburgo, e respondi que não posso ir à Rússia nesse momento, mas reiterei a disposição do Brasil, junto com a Índia, Indonésia e China, de conversar com ambos os lados do conflito em busca da paz”, escreveu Luiz Inácio Lula da Silva, na rede social Twitter.
A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada em 24 de fevereiro do ano passado, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
O conflito causou até agora a fuga de mais de 14,7 milhões de pessoas – 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 8,2 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da Organização das Nações Unidas.
Pelo menos 18 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.
A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.
A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 8.895 civis mortos e 15.117 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.
A Ordem dos Advogados de Angola (OAA) vai iniciar o “competente procedimento legal” para afastar do cargo o presidente do Tribunal Supremo e do Conselho Superior da Magistratura Judicial, Joel Leonardo.
Adecisão foi tomada na última assembleia-geral extraordinária da OAA, realizada no Huambo, que tinha como ponto único da ordem de trabalhos a apreciação do atual estado da justiça e o papel da advocacia.
De acordo com uma fonte da OAA contactada pela Lusa, o processo de afastamento de Joel Leonardo passará por uma providência cautelar não especificada.
Joel Leonardo tem sido, há meses, acusado de estar alegadamente envolvido em atos de corrupção, nepotismo, má gestão do órgão e outros, factos que já levaram a Procuradoria-Geral da República a efetuar diligências na sede do Tribunal Supremo e do Conselho Superior de Magistratura.
A OAA instou ainda o Presidente da República, na qualidade de mais alto magistrado da nação, a convidar Joel Leonardo a apresentar a sua carta de renúncia, sem prejuízo da presunção de inocência, enquanto decorrem os processos investigativos anunciados publicamente, segundo o comunicado final a que a Lusa teve acesso.
A OAA deliberou também a realização de um encontro nacional para análise do estado da administração da justiça em Angola.
O influenciador digital Wang, mais conhecido como “Sanqiange”, morreu depois de ter feito um direto em que aparecia a beber várias garrafas de uma bebida espirituosa chinesa, Baijiu, na rede social Tiktok.
O jovem participou numa competição,designada por “PK”, com outro ‘influencer’, foi encontrado morto poucas horas depois, informou o Shangyou News, citado pela CNN.
Segundo a mesma fonte, os desafios “PK” envolvem batalhas em que os influenciadores competem entre si para ganhar prémios e presentes dos espectadores. Muitas vezes envolvem castigos para o derrotado e, neste caso, terá sido beber Baijiu.
“Não sei quanto é que ele já tinha consumido antes de eu ter entrado no programa. Mas na última parte do vídeo, vi-o a acabar três garrafas antes de começar a beber uma quarta”, disse um amigo ao Shangyou News.
O vídeo tornou-se viral nas redes sociais, mas já não está disponível. O jogo terminou por volta das 1h00. Quando a família encontrou o jovem, cerca das 13h00, ele já tinha morrido.
A morte de Wang poderá aumentar o debate em torno da regulamentação desta ‘indústria’ dos influenciadores, tema que tem atraído a atenção das autoridades nos últimos anos devido ao estilo de vida luxuoso de alguns streamers e aos desafios fora do comum em que participam.
Dezenas de milhares de israelitas voltaram a manifestar-se contra a proposta do governo para reformar o sistema judicial, entrando na 21.ª semana de protestos maciços.
Os protestos de hoje acontecem dias depois de a coligação de partidos ultraortodoxos e ultranacionalistas do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, ter aprovado um novo orçamento para dois anos.
O principal protesto ocorreu em Telavive, onde participaram milhares de manifestantes.
A aprovação do novo orçamento poderá garantir alguma estabilidade ao governo de Israel. No entanto, também parece alimentar a opinião dos manifestantes de que Netanyahu está a apelar aos seus aliados religiosos em vez de abordar os problemas económicos mais amplos da sociedade em geral.
“Se Israel ficar com muito poder para si, basicamente tornar-se-á como a Polónia ou a Hungria, e não queremos isso”, disse Aylon Argaman, um manifestante, citado pela AP.
Os organizadores dos protestos descrevem as manifestações como um movimento para salvar a democracia e defendem que os planos do governo para enfraquecer o Supremo Tribunal destruiriam o sistema judicial do país.
Já os defensores da reforma judicial dizem que ela é necessária para controlar um Supremo Tribunal excessivamente zeloso.
A polémica reforma judicial foi congelada em março pelo primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, após os protestos que começaram em janeiro de 2023.
Em 16 de maio, o Presidente de Israel, Isaac Herzog, instou o Governo e a oposição a chegarem a acordo sobre a reforma judicial.
O Movimento Democrático de Moçambique diz que muitos moçambicanos serão excluídos se o prazo de recenseamento eleitoral não for prorrogado. O MDM pede mais 15 dias e continua a queixar-se de irregularidades no processo.
O fim do recenseamento eleitoral está previsto para o dia 3 de Junho próximo em todo o território nacional. Faltando pouco mais de uma semana, o Movimento Democrático de Moçambique alertou que o processo ainda não atingiu 50% na Beira, Chimoio, Tete e Nampula.
Segundo o presidente do Movimento Democrático de Moçambique, Lutero Simango, “muitos moçambicanos serão excluídos do direito de votar”, disse Lutero Simango.
Em conferência de imprensa, realizada na sexta-feira, na Cidade de Maputo, Lutero Simango disse que as irregularidades continuam em muitos postos de recenseamento.
O líder do MDM diz-se aliado à greve anunciada pela Associação dos Profissionais da Saúde para o próximo dia 1 de Junho.
Um grupo de trabalhadores de uma empresa subsidiária da Syrah Resources, que explora grafite, acusa a firma de despedir ilegalmente funcionários que estiveram envolvidos numa greve em Novembro na sua mina em Cabo Delgado.
Trata-se de 23 trabalhadores da Twigg Exploration & Mining, subsidiária do grupo australiano Syrah Resources, que explora grafites na mina de Balama, na província de Cabo Delgado.
“A greve foi colectiva e pacífica, mas a empresa despediu 23 trabalhadores, escolhidos para representar os outros funcionários no tempo da mediação, por via telefónica”, disse à Lusa Tobias António, representante dos trabalhadores, todos oriundos de Cabo Delgado.
De acordo os funcionários, o caso, que se arrasta desde Dezembro do ano passado, foi submetido às autoridades de Cabo Delgado, com destaque para o governo local, mas até agora não houve qualquer resposta.
Continua condicionada a transitabilidade rodoviária em algumas de vias de acesso, por conta das últimas enxurradas que fustigaram a região, aliada a descarga da barragem local no distrito de Massingir, província de Gaza.
Nesta situação estrada Mucatine-Tchaque, é a mais condicionada e a reposição é de capital importância para a mobilidade de pessoas e bens.
O Director de Planeamento e Infra-estruturas, em Massingir, refere que a destruição da ponte de Chinguedzi, há anos, é outro grande constrangimento por quanto, qualquer descarga da barragem, coloca em isolamento cerca de nove comunidades.
No entanto, Milton Chambal, assegura haver esforços por parte do governo com vista a intervir nas vias de acesso que ligam a sede distrital aos povoados.
A Procuradoria-Geral da República reconhece que já não há mais nada a fazer para tentar extraditar Manuel Chang para Moçambique e acusa os tribunais sul-africanos de terem tomado decisões injustas, por se terem recusado a analisar as questões de fundo do caso e observado apenas as questões formais. Para a PGR, é em Moçambique onde Manuel Chang deve ser julgado.
O Tribunal Constitucional da África do Sul recusou, ontem, de autorizar o Governo moçambicano a interpor recurso para tentar reverter a decisão de se extraditar o antigo ministro das Finanças, Manuel Chang, para os Estados Unidos da América.
A Procuradoria-Geral da República emitiu um comunicado, no qual manifesta insatisfação pela decisão que considera injusta.
“Esta decisão tem implicações negativas para os processos em curso em Moçambique e no estrangeiro. Moçambique continua a entender que os seus fundamentos são válidos e, infelizmente, em nenhum momento foram atendidos pelos tribunais sul-africanos que se ficaram pelas questões de forma, em detrimento das questões de fundo, o que, no nosso entender, se configura como uma decisão injusta”, refere o documento.
No comunicado, a PGR reconhece que não tem mais nada a fazer para que a extradição de Manuel Chang para Moçambique ocorra.
“Pelo facto de o pedido ter sido indeferido, nesta instância, em Fevereiro de 2023, Moçambique convicto de que o seu pedido tinha fundamentos bastantes, submeteu, novamente ao Tribunal Constitucional que o indeferiu, alegando não haver perspectivas razoáveis de sucesso no recurso e ordenou a extradição de Manuel Chang para os Estados Unidos da América, decisão esta tomada pela última instância, não havendo mais espaço para qualquer recurso.”
Entretanto, a Procuradoria-Geral da República reitera no documento que Moçambique é a única jurisdição que deve julgar Manuel Chang, pois é onde ocorreram os factos e “o lesado é o Estado e o povo moçambicano e há necessidade de ressarci-lo pelos prejuízos causados”.
Ademais, estão descritas no documento algumas acções levadas a cabo pela Procuradoria-Geral da República, desde 2019, para extradicção do antigo ministro ao país.
“No dia 21 de Maio de 2019, o então ministro da Economia e Finanças da República da África do Sul decidiu pela extradicção de Manuel Chang para a República de Moçambique. Entretanto, o seu sucessor, o actual ministro da Justiça, por discordar daquela decisão, recorreu ao High Court of South Africa, Gauteng, tendo este dado por precedente o pedido remetido, de volta ao ministro para reanálise. No dia 10 de Novembro de 2021, o High Court of South Africa invalidou e anulou a decisão do ministro da Justiça que ordenava a extradição de Manuel Chang para Moçambique, substituindo-o pela decisão de extraditar Manuel Chang para os Estados Unidos da América. No dia 07 de Junho de 2022, o Tribunal Constitucional da África do Sul indeferiu o pedido de autorização para interposição de recurso com fundamento de não terem sido esgotadas todas as instâncias inferiores”, refere o documento.
A Empresa Municipal de Transporte Público de Maputo (EMTPM) vai comprar, até ao fim deste ano, cerca de 60 novos autocarros, de um total de 110 planificados. O objectivo é minimizar a crise de transporte na área metropolitana do Grande Maputo.
É grande a procura pelo transporte público na Cidade de Maputo. Estima-se que, em média, cerca de 40 mil passageiros são transportados por dia pela Empresa Municipal de Transporte Público. Entretanto, o ideal seria que a firma transportasse pelo menos 60 mil pessoas.
No entanto, a empresa tem 83 autocarros, mas apenas 60 operam, um número tido como insuficiente para a procura existente, daí a necessidade de aquisição de novos autocarros.
“Está em vista, por exemplo, para este ano, a aquisição de mais viaturas, para além daquelas que estamos a usar agora movidos a gás. Até finais deste ano, teremos mais autocarros, para servir aos nossos munícipes. Pelo menos para este ano, vamos comprar 60, mas, no global, o pacote compreende 110 autocarros”, avançou o presidente do Conselho de Administração da EMTPM, Lourenço Albino.
Os motoristas, cobradores e gestores trocaram os gabinetes e autocarros pelo centro de manutenção física para uma sessão de ginástica.
“Há uns dez anos, tínhamos despesas, em saúde, na ordem de quatro milhões de Meticais, mas agora reduzimos porque incentivamos a prática de exercícios físicos. O nosso pessoal, os motoristas e cobradores estão sob ‘stress’ e precisam de desanuviar e estes exercícios são bons.”
Actualmente a Empresa Municipal de Transporte Público de Maputo conta com 560 trabalhadores, dos quais 70% do sector operacional.
A estrada que liga Mahlampsene, na cidade da Matola, e os bairros Mulotana e Mavoco, no distrito de Boane, será asfaltado nos próximos dias para melhorar a mobilidade de pessoas e bens.
Trata-se de uma via que há muito reclama intervenção devido ao avançado estado de degradação, facto que dificulta a circulação de viaturas e obriga os residentes destes bairros a recorrer a carrinhas de caixa aberta, vulgo “My love”.
Além da falta de comodidade nas viaturas disponíveis, os passageiros enfrentam solavancos em quase toda a via durante a viagem devido aos buracos e ao desnivelamento do piso.
Quando chove, a situação fica mais crítica, complicando ainda mais a deslocação dos moradores de Mulotana e Mavoco.
Em Inhambane aumentam casos de hipertensão arterial, uma situação que preocupa as autoridades de saúde na província.
Este ano, perto de treze mil pessoas foram diagnosticadas tensão alta e baixa, o que demonstra uma subida em quase mil casos, se comparado com igual período de 2022.
O sedentarismo, o consumo de bebidas alcoólicas, o tabagismo, o estresse e consumo de alimentos gordurosos, são factores que concorrem para o aumento de casos de hipertensão.
Anércia Jorge, do sector de Saúde em Inhambane observou que apesar das acções de sensibilização sobre a importância da medição da tensão arterial há poucas pessoas que aderem aos serviços, daí que o número de casos diagnosticados, este ano, não espelha a realidade.
Anércia referiu que a hipertensão é uma doença silenciosa que mata, havendo necessidade de se tomar atenção aos sinais que apresenta.
O Executivo propõe a redução dos salários e subsídios dos dirigentes públicos e deputados. O objectivo é tornar menos onerosa a folha salarial, que, segundo o Fundo Monetário Internacional, está a tornar ineficiente a despesa pública.
O alerta sobre os gastos do Governo acima do normal com salários, subsídios e outras remunerações ganhou tónica há cerca de duas semanas, quando o corpo técnico do FMI sugeriu cortes na rubrica para tornar eficiente a despesa pública.
Através do representante do FMI em Moçambique, Alexis Cirkel, o Fundo Monetário Internacional disse que a cada 10 Meticais no Orçamento do Estado de 2022, oito Meticais foram usados nas despesas com o pessoal.
O Governo ouviu a crítica, encarnou-a e já está a tomar medidas. Uma delas é reduzir os salários dos próprios dirigentes públicos, assim como dos deputados, mas ainda não se conhecem as quantias a serem cortadas.
Segundo o ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, as mexidas consistem na redução em baixa da remuneração e de subsídios de representação de ministros, vice-ministros, secretários de Estado, deputados, entre outros titulares e membros de órgãos públicos.
“A proposta tem como objectivo resolver também a questão associada à remuneração dos membros das assembleias provinciais, que deve ser corrigida em virtude dos montantes estabelecidos; contrariar os princípios de justiça salarial, uma vez que são bastante superiores aos executivos a nível da província, bem como a de diversos profissionais especialistas nos sectores do Estado”, disse Max Tonela.
A proposta do Governo, que foi apreciada pelo Conselho de Ministros, será submetida ao Parlamento para ser debatida.
Segundo o Governo, a revisão vai melhorar a sustentabilidade da folha salarial e está em perfeito alinhamento com as reformas estruturais que o Governo tem vindo a implementar.
“O Governo vai manter inalterada a Tabela Salarial Única aplicada aos funcionários e servidores públicos civis, tal como aprovado pelo Conselho de Ministros no passado Janeiro”, explicou.
Tonela fez saber ainda que já arrancou a auditoria sobre a implementação da Tabela Salarial Única, para verificar a conformidade dos dados usados. Tal acção poderá culminar com mais cortes nas remunerações.
“Esta auditoria poderá contemplar o universo dos 371 mil funcionários, estando, até ao momento, coberto cerca de 30%. Prevemos que, até final do mês de Junho, tenhamos o processo concluído.”
No Conselho de Ministros, o Executivo aprovou, ainda, um acordo sobre a segurança social entre Moçambique e Brasil, que vai permitir que cidadãos façam descontos em Moçambique, para a posterior beneficiar-se da quantia no seu país de origem.
O presidente sérvio, Aleksandar Vucic, renunciou hoje à liderança do seu partido populista com planos de formar um movimento político mais amplo, enquanto enfrenta uma vaga de protestos, mas vai permanecer no poder.
Por sua própria proposta, Vucic foi substituído como líder do Partido Progressista Sérvio de direita por Milos Vucevic, que atualmente é ministro da Defesa.
“Obrigado por estes 11 anos”, disse Vucic numa festa na cidade de Kragujevac, no centro da Sérvia. “Tenho orgulho de ter liderado o melhor partido da Sérvia em todos estes anos.”
Vucic anunciou a mudança pela primeira vez num comício na sexta-feira em Belgrado perante dezenas de milhares de apoiantes, quando enfrenta críticas por permanecer como líder do partido enquanto ocupa a presidência do país.
Milhares de pessoas são esperadas hoje numa marcha liderada pela oposição exigindo a renúncia de altos funcionários e a revogação de licenças para órgãos de comunicação pró-governo que transmitem conteúdo violentos e exibem alegadas figuras ligadas ao crime e criminosos de guerra.
Espera-se que os protestos em Belgrado e noutras cidades sérvias sejam os maiores em anos contra Vucic e seu governo, organizados em resposta a dois tiroteios em massa no início deste mês que deixaram 18 mortos e 20 feridos, muitos dos quais crianças de uma escola primária.
Os críticos acusam Vucic e o seu partido de terem alimentado divisões na sociedade e limitado as liberdades democráticas durante os seus 11 anos no poder, o que o líder nega.
Vucic disse que o novo movimento nacional será formado em junho para incluir outros partidos, especialistas e indivíduos proeminentes e promover a unidade.
Analistas consideram que se trata de uma tentativa de se reagrupar após mais de uma década no poder e crescente pressão pública.
Durante o comício na sexta-feira, Vucic acusou a oposição de se aproveitar dos tiroteios em massa para fins políticos, mas ofereceu diálogo enquanto busca formas de aliviar a crescente pressão pública.
Os assassínios chocaram a nação, levando a apelos para mudanças no poder. Os manifestantes dizem que Vucic e seu Governo estão a criar uma atmosfera de violência com seu discurso de ódio contra opositores políticos e uma campanha de propaganda implacável nos media.
Os partidos da oposição comprometeram-se a continuar com as manifestações até que suas exigências sejam atendidas, o que inclui a expulsão do ministro do Interior e do chefe de secreta, e ainda a revogação de licenças de transmissão nacional para duas estações de TV pró-governo.
Vucic e seu partido levaram dezenas de milhares de pessoas para seu comício pró-governo na sexta-feira, anunciado como o “maior de todos os tempos” na Sérvia e realizado sob chuva torrencial.
Segundo a Associated Press, órgãos de comunicação sérvios avisaram que funcionários de empresas públicas em cidades menores foram informados de que deveriam comparecer ou perderiam seus empregos.
Uma menina de dois anos foi encontrada viva depois de quatro dias desaparecida numa floresta próxima de sua casa, em Kharkiv, na Ucrânia.
Enquanto a linha da frente de guerra continua a ferro e fogo, os serviços de emergência ucranianos continuam a trabalhar para resolver outros problemas do país, como foi o caso de Violetta.
A criança estava a brincar no seu jardim na terça-feira quando subitamente desapareceu sem deixar rasto. Foi montada uma operação de buscas, que envolveu mais de mil pessoas, para procurar a menina.
As autoridades ucranianas declararam que não foi “cometido nenhum delito contra a criança”.
“Mais de mil pessoas, incluindo polícias, equipas de resgate, voluntários e moradores locais, procuraram a criança na aldeia, entre os arbustos, pântanos e verificaram todos os reservatórios ao redor”, revelou o Ministério de Assuntos Internos da Ucrânia, citado pela Sky News.
“Hoje, finalmente, a menina foi encontrada na floresta. Está viva, mas muito cansada, com sede e fome”, acrescentou a nota, revelando ainda que Violetta teve de receber cuidados hospitalares.
O caso ganha relevo no contexto de guerra uma vez que, apesar de não ter sido o caso desta menor, muitas crianças ucranianas foram levadas ilegalmente para a Rússia ao longo da invasão.
Por outro lado, Moscovo afirma que está a dar um refúgio às crianças, assegurando ter “salvado” essas crianças dos combates.
A comissária russa para a infância, Maria Lvova-Belova, alvo de um mandado de captura do Tribunal Penal Internacional (TPI), declarou-se disposta a devolver à Ucrânia crianças deportadas, se as respetivas famílias o solicitarem.
De recordar que a Ucrânia acusou as tropas russas de deportarem à força mais de 210 mil crianças para a Rússia e acusou Moscovo de as querer tornar cidadãs russas. Os números foram avançados pela comissária dos Direitos Humanos na Ucrânia, Lyudmyla Denisova.
“Quando as nossas crianças nos são retiradas, destroem a sua identidade nacional e privam o nosso país do futuro”, frisou Denisova, citada pela agência de notícias Reuters. “Ensinam aos nossos filhos, em russo, a história que [o presidente russo] Putin contou a todos”.
De acordo com a responsável, as 210 mil crianças fazem parte do grupo de 1,2 milhões de ucranianos que Kyiv afirma terem sido deportados à força para a Rússia.
A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de 3.500 civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior. A ofensiva militar causou a fuga de mais de 13 milhões de pessoas, das quais cerca de seis milhões para fora do país, de acordo com os mais recentes dados da ONU.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores DREAMS. Saiba mais.
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A ADPP Moçambique (Associação de Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo) pretende recrutar um (1) Gestor de Segurança e Mitigação de Riscos. Saiba mais.
A ADPP Moçambique (Associação de Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo) pretende recrutar um (1) Oficial de Monitoria & Avaliação e Aprendizagem (MEL). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) AssistentedeRecursosHumanos. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Auxiliares para Limpezas. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração e Finanças. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração e Finanças. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Mecânico de Viaturas Ligeiras. Saiba mais.
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A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Atendimento ao Cliente. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Contabilista de Custos.Saiba mais.
A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Concursos Públicos. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Especialista de Dados. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Assistente de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Pine3 – Consultoria & Formação Lda, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário Formado em Gestão de Empresas/Economia. Saiba mais.
A empresa Águas da Região Metropolitana de Maputo estima que haja cerca de 25 mil clientes com facturas em atraso e ligados à rede através de ligações clandestinas, anunciou hoje em comunicado.
“Estimamos que haja cerca de 25 mil clientes com facturas em atraso e acreditamos que uma das causas seja o consumo de água de forma ilícita”, referiu Cremildo Fernando, director comercial da empresa pública, em comunicado.
A empresa perde “cerca de 50 milhões de meticais por mês, tendo que arcar com os custos e impostos derivados da falta de pagamento regular de facturas ”, acrescentou.
Para tentar combater o acesso ilegal à rede, “a empresa de águas vai lançar uma campanha de cortes e remoção de instalações a clientes com dívidas”.
O gestor indicou que a campanha vai incidir sobre aqueles que impedem os técnicos de fazer leituras e fiscalização.
“Nós introduzimos um programa que visa estimular os clientes a fazer o pagamento das facturas e honrar o compromisso de forma regular, beneficiando de um desconto de 25% do total da dívida”, frisou Cremildo Fernando.
A nova campanha vai decorrer em todos os bairros das cidades de Maputo, Matola e Boane.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...