This handout from the Myanmar Fire Services Department taken and released on July 2, 2020 shows rescuers attempting to locate survivors after a landslide at a jade mine in Hpakant, Kachin state. - The bodies of at least 50 jade miners were pulled from the mud on July 2 after a landslide in northern Myanmar, fire services said, as monsoon rains worsen already deadly conditions. (Photo by Handout / MYANMAR FIRE SERVICES DEPARTMENT / AFP) / -----EDITORS NOTE --- RESTRICTED TO EDITORIAL USE - MANDATORY CREDIT "AFP PHOTO / MYANMAR FIRE SERVICES DEPARTMENT " - NO MARKETING - NO ADVERTISING CAMPAIGNS - DISTRIBUTED AS A SERVICE TO CLIENTS
Pelo menos 25 pessoas morreram num deslizamento de terras numa mina de jade no norte de Myanmar (antiga Birmânia), com as equipas de resgate à procura de uma dezena de desaparecidos, noticiaram os ‘media’ locais.
Segundo as primeiras informações, um enorme muro de areia e pedra com cerca de 300 metros de altura e 76 metros de largura ruiu, avançou o The Global New Light of Myanmar.
Dez equipas de socorristas estão envolvidas na operação para tentar localizar e recuperar os corpos presos sob a lama, numa zona montanhosa remota do estado de Kachin, no norte do país.
Contudo, este tipo de acontecimentos é comum na região de Hpakant, no mesmo estado, o epicentro das mais lucrativas e extensas minas de jade do mundo, onde os mineiros trabalham em condições extremamente precárias.
Em julho de 2020, uma avalancha soterrou mais de 160 mineiros enquanto estes extraíam jade das encostas escavadas no meio de chuvas torrenciais.
Um ano antes, pelo menos 54 pessoas morreram num deslizamento de terras num outro ponto do complexo mineiro, situado a cerca de 800 quilómetros a norte da capital.
No entanto, as minas de jade são um íman para milhares de birmaneses pobres de todo o país, mas na maioria dos casos o rendimento é pequeno e os riscos elevados.
Myanmar é o maior produtor mundial de jadeíte, uma variedade de jade extraída principalmente nas montanhas Kachin e particularmente procurada na vizinha China, para onde vai a maior parte das exportações.
Um jovem de 22 anos de idade está detido após ter sido surpreendido com uniforme das Forças de Defesa e Segurança (FDS) no bairro Patrice Lumumba, na cidade da Matola.
O caso foi partilhado pela porta voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Maputo, Carmínia Leite, referindo que as investigações iniciais apontam que o indiciado não é militar.
“Este indivíduo alega ter encontrado os trajes num contentor de lixo. Entretanto, o fardamento não aparenta isso, pois está limpo e em boas condições. A polícia está a investigar o caso para apurar a veracidade dos factos”, relatou.
Contudo, Leite referiu que o cidadão está detido nas celas da 6a esquadra da PRM, no bairro de Infulene, para ser submetido a interrogatório visando apurar a real proveniência do fardamento e os fins para o qual seria usado.
Arrancou o processo de formação dos formadores que vão trabalhar nas capacitações em preparação das eleições autárquicas de onze de Outubro, na Província de Maputo.
A acção começa com a formação de vinte e sete candidatos a formadores provinciais, num processo que vai durar três dias, no município da Matola.
No entanto, dados do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE), na província de Maputo, indicam que durante a formação, os candidatos serão dotados de ferramentas para uma melhor interpretação dos instrumentos que norteiam os processos eleitorais no País.
O juiz do caso de suborno que Donald Trump enfrenta em Nova Iorque rejeitou o pedido de renúncia feito pelo ex-presidente, negando as alegações de que é tendencioso por ter feito doações a Democratas.
O juiz de Nova Iorque Juan Manuel Merchan reconheceu numa decisão na sexta-feira que fez várias pequenas doações para causas Democratas durante a campanha de 2020, incluindo uma de 15 dólares para o atual Presidente e rival Democrata de Trump, Joe Biden, mas garantiu ter certeza da sua “capacidade de ser justo e imparcial”.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) está a trabalhar na implementação de uma plataforma digital que utiliza inteligência artificial (IA) para promover a integridade da informação nas eleições autárquicas de Outubro próximo.
Contudo, a iniciativa tem por objectivo combater a desinformação durante os processos eleitorais.
A informação foi partilhada em Maputo, pela porta-voz do STAE, Regina Matsinhe, durante um briefing à imprensa sobre o ponto de situação das actividades preparatórias das VI Eleições Autárquicas.
Sem revelar os intervenientes, explicou tratar-se de um mecanismo digital e inovador. “Estamos envolvidos na implantação da nova plataforma digital e inovadora sobre inteligência artificial para promover a integridade de informação”, disse Matsinhe.
Para já, sabe-se que a plataforma em referência é desenvolvida pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), para uso dos países membros.
Entretanto, o instrumento já foi utilizado em pleitos eleitorais de países como o Líbano, Tunísia, Líbia e Perú. Moçambique será o primeiro país da África Austral, bem como de língua portuguesa a utilizar a plataforma.
Mais de seis mil pessoas, cerca de 15% da população, foram retiradas em aviões militares de comunidades remotas nos Territórios do Noroeste, no Canadá, ameaçadas por uma vaga de mais de 230 incêndios florestais ativos.
Entretanto, um porta-voz dos bombeiros dos Territórios do Noroeste disse que, separadas por várias centenas de quilómetros, as aldeias são “particularmente difíceis” de evacuar por via terrestre.
Mike Westwick acrescentou que um contingente de 120 militares foi destacado para facilitar a retirada aérea.
A incidência da malária é preocupante na província de Sofala, com mais de metade de casos positivos em mil pessoas testadas.
A distribuição de redes mosquiteiras com insecticidas e a sensibilização para o saneamento do meio e mudança de comportamento vão ser apostas do sector de saúde para a prevenção da doença.
Contudo, a malária continua a constituir um problema preocupante de saúde pública na província de Sofala, onde a taxa de incidência é de 550 em cada mil habitantes e o desafio, neste momento, é reduzir essa taxa para 350 até finais do próximo ano.
Um dos pacotes de intervenção para combater a malária, em Sofala, é a distribuição de redes mosquiteiras com insecticidas. Contudo, este é um grande desafio, tendo em conta que muitas comunidades usam as redes mosquiteiras para a pesca e para protegerem as suas hortas, e o mais grave é a deficiente higiene individual e colectiva.
No primeiro semestre deste ano, foram testadas cerca de um milhão e 900 mil pessoas, das quais 972 989 foram diagnosticadas com a doença, correspondendo a uma taxa de positividade de 53 por cento e um aumento de casos em 15 por cento. Nesse período, foram registados 21 óbitos.
Com o objectivo de mitigar a doença, o sector de saúde em Sofala e parceiros vão distribuir cerca de um milhão e 260 mil redes mosquiteiras com inseticidas em 12 dos 13 distritos de Sofala.
Para tal, decorreu, esta terça-feira, na Beira, um encontro preparatório para o processo de distribuição, partindo das experiências positivas e negativas da campanha passada.
A distribuição das referidas redes mosquiteiras vai contar com o apoio da FH Association.
As autoridades mexicanas encontraram 231 migrantes viajando dentro de um contêiner de um camião nessa segunda-feira (15).
Segundo a polícia, os migrantes eram da Guatemala e de El Salvador e estavam em uma rodovia na Cidade do México, capital do país.
“Durante a fiscalização do camião, ouviram-se pancadas e gritos na parte traseira. Ao abrir uma das portas, ficou exposta uma comporta […]. Podia-se ver meninas e meninos segurados por adultos”, informou o Instituto Nacional de Migração (INM) em comunicado.
De acordo com o INM, dos 231 migrantes encontrados na carroceria do camião, 92 eram adultos: 84 mulheres e oito homens, além de 138 menores de idade, todos da Guatemala. Um homem era de El Salvador.
Contudo, as famílias foram levadas para um abrigo provisório de imigrantes em Puebla, cidade vizinha da capital.
O motorista do camião e uma mulher que o acompanhava foram encaminhados às autoridades para prestarem esclarecimentos.
A Associação ELOS pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Supervisores Zonal de Circuncisão Masculina Médica Voluntária (VMMC). Saiba mais.
Transportes Ideal, Lda, empresa moçambicana que actua no ramo de transportes está a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Comunicação. Saiba mais.
O Serviço de Jesuíta aos Refugiados (JRS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Hospitalidade e Monitor Comunitário (Activista). Saiba mais.
Cerca de 60 pessoas morreram na Índia, incluindo nove no desabamento de um templo, durante inundações e deslizamentos de terra de grandes dimensões, provocados por chuvas torrenciais, anunciaram as autoridades indianas.
Vários dias de chuvas torrenciais destruíram pontes e edifícios, arrastando veículos nos estados do norte de Uttarakhand e Himachal Pradesh.
Em Himachal Pradesh, o mais afetado pelas intempéries, pelo menos 50 pessoas morreram nas últimas 24 horas, nove das quais no desabamento de um templo hindu em Shimla, a capital local, segundo o ministro-chefe deste estado, Sukhvinder Singh Sukhu.
“Nunca houve chuvas tão fortes e mais de 50 mortes no estado num período de 24 horas – e esse número pode aumentar, pois ainda há cerca de 20 pessoas sob os escombros”, disse o responsável.
“A administração local está a tentar (…) resgatar pessoas que ainda podem estar presas”, afirmou em comunicado.
Contudo, a Presidente da Índia, Draupadi Murmu, comentou que se sente “ferida pela perda de vidas nos acidentes relacionados com as fortes chuvas”.
Nas áreas mais afetadas, as principais estradas e linhas de energia foram seriamente danificadas, bloqueando milhares de pessoas. A rede ferroviária também sofreu graves danos.
No estado de Uttarakhand, equipas de resgate tentaram salvar pessoas soterradas pelos deslizamentos de terra.
No entanto, perto das margens do Ganges, na cidade turística de Rishikesh, cinco pessoas ficaram presas e apenas uma jovem foi salva, disse um comissário da polícia distrital, acrescentando que o resto da sua família ainda se encontrava sob os escombros.
No total, pelo menos oito pessoas morreram desde sexta-feira devido ao mau tempo neste estado, segundo as autoridades.
Sukhvinder Singh Sukhu pediu às pessoas em Himachal Pradesh que fiquem em casa e evitem chegar perto dos rios. As escolas foram fechadas, acrescentou.
Inundações e deslizamentos de terra são frequentes durante as monções e causam danos consideráveis, mas o seu número está a aumentar com as mudanças climáticas, de acordo com especialistas.
Em julho, vários dias de chuvas de monções mataram pelo menos 90 pessoas na Índia, enquanto o Yamuna, um rio que atravessa a capital indiana, Nova Deli, atingiu os seus níveis mais altos desde 1978.
As chuvas das monções constituem por si sós cerca de 80% da precipitação anual no sul da Ásia e são vitais para o nível dos rios, para reabastecer os lençóis freáticos e atividade agrícola, mas também causam inundações e deslizamentos de terra mortais e destrutivos.
Um avião despenhou-se com quase meia tonelada de cocaína em Tapachula, no Estado de Chiapas, no México.
A aeronave foi intercetada por um helicóptero da Força Aérea Mexicana e outro da Guarda Nacional, depois de colidir com uma palmeira enquanto fazia manobras para escapar às autoridades mexicanas.
De acordo com um comunicado das autoridades, a aeronave foi detetada pelo Centro de Vigilância e Proteção do Espaço Aéreo (Cenavi) ao entrar no espaço aéreo mexicano sem autorização. As autoridades sabem que o avião violou o espaço aéreo de outros países.
Contudo, foram apreendidos 120 pacotes de cocaína dentro da aeronave e 279 pacotes foram encontrados nas proximidades da área do acidente. No total foram apreendidos 399 pacotes com 462 quilos de cocaína.
Um incêndio numa bomba de gasolina no Daguestão, região do sul da Rússia, fez 12 mortos, incluindo duas crianças, informam autoridades locais, citadas pela Reuters. Cerca de 50 pessoas ficaram feridas.
Contudo, o fogo teve início numa loja e alastrou-se para a bomba de gasolina. As autoridades admitem a hipótese de ainda ocorrerem mais explosões.
A campanha eleitoral para as sextas eleições autárquicas vai decorrer de 26 de Setembro a 8 de Outubro de 2023, conforme determinação da Comissão Nacional de Eleições (CNE).
No entanto, a informação foi partilhada, em Maputo, pelo porta-voz deste órgão, Paulo Cuinica, numa conferência de imprensa convocada para apresentar o balanço do processo de entrega de candidaturas, que decorreu de 20 Julho até sexta-feira.
De acordo com o que explicou o porta-voz daquele órgão regente do processo, a campanha eleitoral deverá ocorrer durante 13 dias efectivos, seguindo-se um dedicado à reflexão sobre o partido em quem os munícipes pretendem votar, contabilizado como o 14º. E, por fim, o dia da votação, que é o 15º.
De acordo com os boletins diários sobre a progressão da doença, elaborados pela Direção Nacional de Saúde Pública, o atual surto de cólera em Moçambique regista um acumulado de 33.821 casos de 14 de setembro até 12 de agosto.
No primeiro dia de agosto registavam-se 33.576 casos que tinham provocado até então 141 óbitos. No entanto, segundo os mesmos dados, registaram-se na província de Nampula mais três óbitos devido à doença – que apresenta uma taxa de letalidade de 0,4% -, com 26 doentes internados em unidades hospitalares em 12 de agosto.
Em Nampula, de 1 a 12 de agosto registaram-se 217 novos casos de cólera, elevando o acumulado total na província a 3.153, com seis óbitos, metade dos quais após 06 de agosto.
Contudo, as autoridades de saúde moçambicanas declararam no final de julho surtos de cólera em mais dois distritos, Mocímboa da Praia e Mueda, província de Cabo Delgado, que se juntaram a outros dois ativos, admitindo preocupação com o aumento de casos no norte daquela província.
Em Cabo Delgado, norte do país, registaram desde setembro do ano passado 1.221 casos, com três mortos. Os novos casos detetados no país nos últimos dias estão essencialmente concentrados naquela província, afetada por ataques de insurgentes nos últimos cinco anos.
Até 12 de agosto, a maioria dos casos de cólera em Moçambique foi registada na província da Zambézia, no centro do país, (13.400 diagnosticados e 38 mortos), especialmente afetada depois da destruição provocada pelo ciclone Freddy, em fevereiro e março, seguindo-se Sofala (7.527 casos e 30 mortos) e Niassa (3.501 casos e 25 mortos), mas sem registo de novos casos há vários dias.
Assim, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Ghebreyesus, destacou em 13 de julho, em Maputo, os esforços de Moçambique, e do Presidente da República, Filipe Nyusi, para travar esta epidemia de cólera.
Para o diretor-geral da OMS, o executivo moçambicano teve uma gestão assinalável da epidemia, que foi agravada pelo impacto do ciclone Freddy.
O grupo parlamentar do MPLA, partido no poder, reafirmou “o seu incondicional apoio” ao seu líder, garantindo “alto e em bom som” que não haverá destituição do Presidente da República, João Lourenço.
A posição foi expressa no período da leitura das declarações políticas, pelo líder do grupo parlamentar do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), Virgílio de Fontes Pereira.
“O grupo parlamentar do MPLA reafirma, aqui e agora, o seu incondicional apoio ao Presidente João Lourenço, e declara alto e em bom som, não haverá destituição do Presidente da República João Manuel Gonçalves Lourenço, eleito democraticamente pela maioria dos angolanos, ponto”, referiu Fontes Pereira.
Em causa está uma iniciativa apresentada em finais de julho pela União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), maior partido da oposição, para a destituição do Presidente da República, alegando que João Lourenço “subverteu o processo democrático no país e consolidou um regime autoritário que atenta contra a paz”.
De acordo com o líder do grupo parlamentar do MPLA, nos últimos anos o debate político “tem-se transformado em discussão estéril, marcado por incidentes constantes entre militantes de partidos políticos”, considerando que “sem dúvidas” a UNITA “tem sido o principal responsável pelo clima de crispação política que se vive”.
“Motivado por discursos instigadores de ódio e das diferenças, sendo, no entanto, notória, na sua agenda política, a ausência de objetivos claros e de ideias assentes no pressuposto da angolanidade, capazes de congregar as angolanas e os angolanos na continuação da construção de um futuro de justiça social, progresso e bem-estar para todos”, referiu.
Contudo, Virgílio de Fontes Pereira realçou que o MPLA continua focado “na consolidação da paz, no exercício quotidiano do espírito de tolerância, reconciliação e perdão de todos os angolanos, pois o MPLA considera a paz como o bem maior a preservar”.
“É tempo de nós, atores políticos – em especial os deputados à Assembleia Nacional – forcarmos a nossa ação no debate de ideias, em vez de ressuscitar fantasmas, em especial o fantasma da fraude e o fantasma de suposta falta de legitimidade das instituições”, salientou, apelando que também o fantasma da guerra “não deve ser usado como arma de arremesso”, o que “nada tem a ver com qualquer insinuação para se ignorar o passado”.
Para o grupo parlamentar do MPLA, um partido como o seu adversário, “tem opções partidárias, a destruição e a conspiração” e “não tem vocação para exercer o poder”.
“Pois neste momento faz recurso a todo o tipo de expediente, inclusive de caluniar o país no exterior, junto de instituições internacionais, numa vã tentativa de manchar a imagem de Angola, do seu Presidente e do seu executivo para prejudicar a sua projeção”, disse Fontes Pereira.
O deputado apelou aos jovens para que não caiam “às mãos daqueles que, com falsas promessas e discurso ardiloso, aproveitando-se das dificuldades” com que vivem, “os instrumentalizam para alcançarem os seus objetivos políticos, mesmo que por vias inconstitucionais”.
Em Cabo Delgado, a Polícia da República de Moçambique diz estar preparada para garantir a ordem e segurança públicas em Mocímboa da Praia, nas eleições autárquicas de onze de Outubro próximo.
A garantia foi dada à RM, pelo comandante distrital da corporação, Alberto Napovo, para quem, as Forças de Defesa e Segurança desdobram-se neste momento no reforço da segurança em todo o raio municipal para que os munícipes participem no escrutínio que se aproxima.
O Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos de Angola considerou ilegal a greve liderada pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJA) iniciada na segunda-feira.
“O SOJA não tem legitimidade para declarar greve porque não se realizou qualquer assembleia de trabalhadores da justiça na qual tenha sido decidido pela greve ou que tenha mandatado o SOJA para a declarar”, afirma aquele departamento governamental numa nota de imprensa divulgada na sua página da internet, acrescentando ainda que o sindicato “não pode e nem tem legitimidade para declarar greve nacional porque os funcionários da Justiça não são todos membros do sindicato”.
Contudo, a nota refere que o SOJA nunca interagiu com a direção do Ministério para abordar os temas relacionados com os trabalhadores, “etem a obrigação legal de o fazer”.
O Ministério adverte ainda que “todos aqueles que aderirem a uma greve ilegal e não prestarem o seu trabalho ou que não se fizerem presentes ao serviço, terão falta dupla tal como estabelece a lei (para segunda, sexta-feira e dias após feriados)”.
Ainda assim, o documento ressalta a disponibilidade da tutela de dialogar com os grevistas “para juntos melhorarmos o sector da justiça do país”.
SOJA defende greve
No entanto, em conversa com a Voz da América, o secretário-geral do SOJA reiterou que a principal reclamação tem a ver com a falta de verbas para as diversas áreas e promoções na carreira.
“Nenhuma exigência foi satisfeita”, afirmou Joaquim Teixeira, que destacou que vários oficiais são obrigados a pagar do seu próprio bolso deslocações em missões de distribuição de documentos.
“É inadmissível porque nós produzimos e não há razão de ser” , sublinhou Teixeira.
Esta é a segunda paralisação no setor da justiça depois da que teve lugar de 20 de Março a 14 de abril deste ano, pelos mesmos motivos e que foi extensiva aos tribunais de primeira e segunda instâncias.
O ex-Presidente dos Estados Unidos Donald Trump foi indiciado na Geórgia por conspiração para reverter ilegalmente a derrota nas eleições de 2020 naquele estado norte-americano.
Este é o quarto processo criminal contra o antigo Presidente e o segundo em que é acusado de tentar subverter os resultados da votação.
No entanto, a acusação de Trump pelo grande júri do condado de Fulton resulta de uma investigação de dois anos iniciada após um telefonema, de janeiro de 2021, em que o então Presidente sugeriu que o secretário de Estado republicano da Geórgia poderia ajudá-lo a “encontrar 11.780 votos” necessários para reverter a derrota para o democrata Joe Biden.
Pelo menos três pessoas, incluindo um bebé, morreram e 39 ficaram feridas, várias com gravidade, na explosão de uma padaria em San Cristóbal, no sul da República Dominicana, anunciaram as autoridades.
“Temos três mortos, 33 pessoas internadas em hospitais públicos e outras seis em clínicas privadas”, disse na segunda-feira aos jornalistas o ministro da Presidência dominicana, Joel Santos.
No entanto, uma forte explosão sacudiu uma movimentada área comercial em San Cristóbal, a menos de 30 quilómetros da capital da República Dominicana, Santo Domingo, por volta das 15:10.
A explosão provocou uma gigantesca coluna de fumo e um incêndio, que se espalhou da padaria para uma loja de ferragens localizada ao lado e uma loja de móveis próxima, levando muitas pessoas a tentarem fugir em pânico, o que causou a maioria dos ferimentos.
Um bebé de quatro meses morreu “de traumatismo cranioencefálico grave” e dois adultos morreram com queimaduras em 90% do corpo, disse, num comunicado, o diretor do Serviço Nacional de Saúde do país, Mario Lama.
Seis dos feridos foram transferidos “para clínicas em Santo Domingo para atendimento mais específico”, acrescentou Joel Santos.
“O incêndio está controlado, mas os bombeiros ainda estão a trabalhar em duas residências”, acrescentou o ministro, sobre a explosão, cuja onda de choque abalou estruturas próximas.
Contudo, as autoridades admitiram esperar que o número de mortos aumente, com os bombeiros incapazes de entrar em certos edifícios enquanto continuam a combater as chamas.
O Presidente da República Dominicana, Luis Abinader, disse estar “desolado” com o incidente e garantiu que enviou uma equipa do governo a San Cristóbal e que as autoridades estão a apoiar as vítimas e familiares.
San Cristóbal, cidade natal do ditador Rafael Trujillo, que governou o país desde 1930 até ser assassinado em 1961, foi palco de outra explosão há quase 23 anos.
Um depósito de armas explodiu em outubro de 2000, causando pelo menos dois mortos, ferindo mais de 20 e forçando as autoridades a retirar milhares de pessoas da cidade.
O partido Revolução Democrática submeteu na segunda-feira, uma carta de contestação à Comissão Nacional de Eleições (CNE) por ter sido excluído das autárquicas de 11 de Outubro. O partido diz ter chegado a tempo de submeter a candidatura e que desconhece as razões da decisão.
Contudo, a Revolução Democrática é um dos três partidos excluídos das eleições autárquicas de 11 de Outubro por se terem atrasado na submissão de candidaturas.
E porque o partido formado por dissidentes da Renamo não concorda, Vitano Singano Caetano, líder desta formação política, e sua comitiva dirigiram-se, esta segunda-feira, à Comissão Nacional de Eleições para submeter uma carta de contestação.
“O que foi dito pela Comissão Nacional de Eleições, alegações de que a Revolução Democrática chegou tarde, não constitui a verdade. Os colegas chegaram ao Centro de Conferências Joaquim Chissano às 14h30, depois informaram que já estavam lá. Entretanto, a autarquia de Chimoio ainda devia mandar outros processos, relativos a registos criminais, que chegavam às 13h. Depois os levamos à CNE. Quando chamaram o mandatário para entrar, nós ainda estávamos à espera destes documentos, daí que pediram que, no tempo de espera, atendessem outros partidos. Entretanto, depois disso, nós não fomos mais atendidos e esperamos lá até cerca das 22 horas”, disse o presidente do partido.
Vitano Singano Caetano disse que o seu partido não vai permitir ser excluído do processo por razões pouco claras.
“Esta manobra dilatória não pode minar um processo. Eu carrego o povo e não vou recuar”, garantiu Singano, explicando que houve razões que levaram a formação política a querer submeter a candidatura só no último dia, num processo que decorreu durante 23 dias.
“Nas províncias das zonas Centro e Norte, não conseguimos, em muitas delas, os registos criminais, incluindo na Cidade de Maputo. Um exemplo prático é que, na capital do país, submetemos o pedido de 130 registos criminais no dia 06, mas só no dia 10 nos foram concedidos 18”.
Para os próximos dias, a Revolução Democrática diz que, caso a resposta da CNE não seja satisfatória, poderá recorrer ao Tribunal Supremo.
Sobre o acórdão do Conselho Constitucional para a não utilização de símbolos ligados à Renamo, o partido diz já ter submetido um novo símbolo ao órgão.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...