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Quarta-feira, Maio 6, 2026
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Buracos na EN 06

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Circular pela estrada nacional número 6 no troço que liga o posto administrativo de Inchope, na província de Manica, e a cidade da Beira, virou um autêntico calvário para os automobilistas.
Actualmente, para se percorrer este troço de cerca de 130 Km, entre a cidade da Beira e Inchope, são necessárias no mínimo três horas e meia de tempo contra as anteriores duas quando a estrada estava em condições.
Após ouvir muitas lamentações dos que por aqui circulam, o Director Nacional da Administração de Estradas veio esta semana dizer à imprensa que já estão disponíveis cerca de 135 milhões de meticais, a ser canalizados para a empresa portuguesa CMA, entidade responsável pela reparação da via, cujos trabalhos deverão iniciar-se a 20 de Maio.
O director nacional da ANE, disse também que esta acção afigura-se como uma medida de emergência, pois o que esta via necessita é de uma reabilitação de raiz, cujo custos estão avaliados em 380 milhões de dólares, montante que o Governo procura.
A concretizar-se o projecto de reabilitação de raiz da EN6, esta via, que liga a cidade da Beira ao Zimbabwe, passando por Manica, poderá ver as suas faixas de rodagem alargadas e a construção de uma outra ponte paralela a existente no rio Púnguè.

Vigilantes roubam e vendem matéria-prima da Mozal

Mozal
Seis indivíduos estão desde terça-feira última detidos na esquadra de Beluluane, província de Maputo, indiciados de roubo, venda e compra de matéria-prima para a produção de alumínio da empresa Mozal.
Roubo, venda e compra de barras de matéria-prima para a produção de alumínio na empresa Mozal, custou a detenção, terça-feira última, na esquadra de Beluluane, província de Maputo, destes seis indivíduos.
Três dos seis são vigilantes da empresa de segurança Rangers.
Já sob custódia policial, cada um falou do seu envolvimento no crime.
A Polícia da República de Moçambique, na província de Maputo, através do seu porta-voz, João Machava, diz tratar-se de um grupo que há muito vem praticando este tipo de crime.
Na maioria das vezes esta matéria-prima é usada para o fabrico caseiro de potes, panelas, chaleiras, entre outros bens que são posteriormente vendidos em países vizinhos como Suazilândia e África do Sul.

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