A Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE), em Gaza, apreendeu perto de dez mil unidades de frango importadas do Brasil e seus derivados suspeitos de estarem fora do prazo de consumo.
Lina Muchave, delegada do INAE em Gaza, disse que depois dos principais mercados dos centros urbanos de Gaza, a campanha, que é levada a cabo por três equipas multissectoriais, irá abranger os retalhistas, em quase todos os distritos.
A fonte apelou aos consumidores para evitarem o consumo deste frango suspeito até a orientação contrária do Ministério da Indústria e Comércio
“Quero repetir os nomes, é frango brasileiro de nome Perdix, Seara, Perdigão e Sádia; são quatro nomes de origem brasileira. Então, se encontrarem esses nomes destes frangos e seus derivados, por favor, anunciem à INAE, à Indústria e Comércio, ao município para fazermos a cativação”, disse Lina Muchave, delgada da Inspecção Nacional de Actividades Económicas, em Gaza.
Roy e Jill Robson, pais de Alfie, de 11 anos, levaram um grande susto ao descobrir que o garoto gastou o equivalente a 23.367 mil reais em um jogo digital instalado no tablet da família. Alfie gastou R$ 2.726 nos primeiros cinco minutos e R$ 3.894 em meia hora, tudo no mesmo jogo.
Jill contou ao site Metro que o filho só pode usar o tablet aos finais de semana. “Ele já havia comprado coisas de 99 centavos ou 1,50, mas sempre perguntava se podia. Acho que ele viu algo muito caro e ficou curioso em como poderia beneficiar seu jogo com aquilo“.
Roy diz ter ficado assustado, pois a criança disse que não conseguia parar de jogar, e mesmo vendo o que aconteceu, Alfie acredita só ter apertado o botão de “comprar” algumas vezes.
Felizmente, a Apple, empresa responsável pela loja on-line, concordou em devolver o dinheiro para a família.
Agora os pais querem alertar as famílias que têm jovens usuários da tecnologia, para que o incidente não se repita: “É importante ficarmos atentos e não deixar o cartão de crédito automaticamente registado na conta“.
O antigo Presidente da República condenou, os actos de violência, que nos últimos dias vem ganhando maior mediatização, com destaque para os que são protagonizados por mulheres.
Joaquim Chissano diz que a violência doméstica resulta da falta de educação, tanto das mulheres, assim como dos homens. “É o problema de educação, de ambos. A mulher deve estar na vanguarda nessa educação de si própria, das crianças, até porque estas questões de cultura da paz devem começar da infância”, afirmou o antigo estadista.
Para Chissano, a mulher deve inspirar à paz e não o contrário. “A mulher é a educadora principal nos primeiros momentos da nossa vida, sobretudo nesta nossa sociedade, em que se deixa, em grande parte, esta tarefa para a mulher. Portanto a mulher deve ter esta maneira de ser, amar a paz e só assim é que se vai evitar que ela tenha recurso a qualquer tipo de violência”, vincou Chissano.
Lembre-se que nos últimos dias tem sido relatados casos de violência doméstica cuja autoria é atribuída a mulheres e as vítimas são os maridos.
A profissional de Turim, na Itália, Germana Durando recebeu na terça-feira (4) a sentença. A decisão diz que ela é responsável pela morte de Marina Lallo, que passou por uma terapia à base de ervas, chás e sessões psicológicas para curar um melanoma maligno.
“Marina não rejeitava a medicina tradicional. Ela foi convencida a [fazer esse tratamento] pela doutora Durando”, disse a procuradora Rossela Salvati. Durante a sessão no tribunal que condenou a médica italiana, uma das palavras mais usadas para descrever a sua prática à juíza Ilaria Guarriello foi “charlatanismo”. Quando morreu, Marina tinha 53 anos.
Tudo começou há muito tempo, com uma estranha mancha no ombro esquerdo de 5 milímetros de largura, um neoplasma. “Ela queria se curar com Durando, eu não estava de acordo”, afirmou uma amiga da mulher.
“Disse a ela para pelo menos retirar os linfonodos sentinelas. Respondeu que não, que enquanto eles estivessem inflamados era por que estavam fazendo seu trabalho contra o câncer”. Além das consultas, médica e paciente conversavam por emails e mensagens. “Oi Germana, te envio uma actualização: o neoplasma não melhora. Ainda está inchado, sangrento, tem um cheiro ruim, dói e está cada vez mais feio”, escreveu Mariana Durando em certa ocasião.
Como resposta, a italiana perguntou o que a paciente estava tomando “como remédio homeopático” e disse para ela trabalhar “no perdão” e tentar “encontrar seu ex”.
“Nós reclamamos muito da lentidão da Justiça. Mas neste caso, a Justiça foi rápida: chegou a dois anos de distância dos fatos. E ela funcionou. Esta sentença também deve fazer com que os médicos, que devem ter sensibilidade na relação com os pacientes, reflictam”, disse Marino Careglio, um dos advogados da parte civil do caso.
Já o advogado da médica, Stefano Castrale, comemorou que a condenação foi mais baixa do que a pedida pela Procuradoria e que “o tribunal não colocou em prática a suspensão do exercício da profissão” da sua cliente, que manifestou ao seu defensor a sua vontade de recorrer a sentença.
Além disso, a juíza Guarriello também decidiu que deverá ser realizado um pré-pagamento da indemnização de 10 mil euros para a filha de Marina e de 50 mil euros tanto para o irmão da vítima quanto para sua mãe.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Moçambique enviou cartas aos bancos locais pedindo acesso às contas bancárias do antigo Presidente Armando Guebuza, no âmbito da auditoria aos empréstimos contraídos de forma secreta por empresas públicas.
De acordo com a agência de informação financeira Bloomberg, as cartas seguiram para os bancos e pedem informação sobre as contas do antigo Presidente e outras 17 pessoas, para além de uma instituição, que não é nomeada.
A porta-voz da PGR, Georgina Zandamela, confirmou a veracidade da cópia das cartas obtida pela Bloomberg, e diz que os pedidos são parte da auditoria em curso à dívida pública moçambicana, que subiu exponencialmente depois da divulgação de empréstimos de empresas públicas com aval do Estado, que foram escondidas, no valor de 1,4 mil milhões de dólares.
O gabinete de Guebuza, contactado pela Bloomberg, solicitou uma carta a pedir um comentário e disse que uma resposta iria estar disponível dentro de 21 dias, o que coincide com o prazo estipulado para a consultora Kroll entregar o relatório da auditoria às autoridades.
A auditoria incide sobre empréstimos realizados pelas empresas Ematum, Proindicus e MAM e avalizadas pelo Governo moçambicano, em 2013 e 2014 no valor de 1,4 mil milhões de dólares, a que se juntam mais 727,5 milhões da emissão de títulos de dívida soberana que resultaram da reconversão das obrigações corporativas emitidas pela Ematum.
Os empréstimos foram avalizados sem o conhecimento da Assembleia da República e dos doadores internacionais.
A descoberta das chamadas dívidas ocultas levaram o Fundo Monetário Internacional (FMI) e os principais doadores internacionais a suspender a sua ajuda ao país, condicionando o reatamento da ajuda à realização de uma auditoria internacional independente.
Um corpo com sinais de agressão física foi achado numa vala de drenagem, na manhã de terça-feira (04), na cidade de Quelimane, província da Zambézia.
Segundo a Polícia, a vítima cuja identidade não foi apurada, teve os membros superiores e inferiores amarrados e, em seguida, foi atirada à referida vala, durante a madrugada, no bairro 17 de Setembro.
Ninguém sabe ao certo o que terá levado ao cometimento de tal acto macabro, mas pessoas próximas do local onde o cadáver foi encontrado disseram aos agentes da Lei e Ordem que durante a madrugada ouviram gritos, mas ninguém saiu para prestar socorro devido ao medo.
De manhã, o corpo foi retirado da água e abandonado ao lado da mesma vala de drenagem por um jovem não identificado, cujo paradeiro se desconhece. Esta situação deixou a população perplexa e a suspeitar que o tal indivíduo seja integrante de supostos malfeitores que violentaram a vítima.
A Electricidade de Moçambique (EDM), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, dezanove (19) Técnicos de Operação e Manutenção Eléctrica. Saiba mais.
O Instituto Internacional de Agricultura Tropical (IITA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Assistente de Base de Dados. Saiba mais.
O Instituto Internacional de Agricultura Tropical (IITA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Oficial de Manutenção das Instalações. Saiba mais.
O ICAP-Moçambique, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Oficial de Laboratório para Apoio ao Programa de Avaliação Externa de Qualidade. Saiba mais.
A União Nacional de Camponeses de Moçambique (UNAC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Oficial de Comercialização Agrícola. Saiba mais.
A Friends in Global Health (FGH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Gestor Provincial de Tutoria de Gestão e Sub-Acordos. Saiba mais.
A Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Oficial de Projecto Rapariga BIZ. Saiba mais.
A Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Organização Internacional para Controlo de Gafanhoto Vermelho nas Regiões Central e Austral de África (IRLCO-CSA), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Cientista (Operações). Saiba mais.
A Organização Internacional para Controlo de Gafanhoto Vermelho nas Regiões Central e Austral de África (IRLCO-CSA), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Piloto de Pessoal Sénior. Saiba mais.
O Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) pretende recrutar para seu quadro de pessoal, um (1) Assistente de Planificação, Monitoria & Avaliação e Gestão de Conhecimento. Saiba mais.
O ICAP-Moçambique, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Oficial Provincial de Comunicação para a Saúde e Ligação com a Comunidade. Saiba mais.
Um homem foi a julgamento acusado por violar repetidamente a filha de doze anos de sua companheira, até deixá-la grávida.
Alegadamente, seria mesmo essa a ideia. O casal pretendia ter um filho e a mulher estava estéril. Juntos, concordaram em usar a menina como barriga de aluguel. Para isso, o padrasto abusou várias vezes da criança, que acabou mesmo por dar à luz esse bebé, em Warwick, na Inglaterra.
A mãe da menina havia sido esterilizada e eles decidiram usar a filha como “mãe substituta”. A menina engravidou, após vários abusos sexuais, e depois que a menina teve o bebé, o mesmo foi levado por assistentes sociais. A mãe falou em “dádiva de Deus”, mas a menina acabou contando tudo, na escola, para uma professora, acusando a mãe e seu parceiro.
A menina contou que foi “sacrificada” pelo casal, que teria por volta dos 30 anos. Os dois acabaram sendo detidos e investigados pela polícia. Ele admitiu duas acusações de estupro e foi condenado a uma pena de 18 anos de prisão, no tribunal de Warwick. A mãe da menina também foi presa por seis anos, depois que ela se declarou culpada de conspiração para estupro e crueldade infantil.
Segundo o juiz Andrew Lockhartdisse: “Este não foi apenas um caso de estupro, mas estupro com a intenção de garantir a gravidez de uma criança de 12 anos de idade“.
O casal, que não está sendo nomeado, para protecção da criança, havia se conhecido pela internet. E foi a mãe quem encorajou a menina a ter relações sexuais com o seu namorado, para terem um bebé.
No tribunal, foi revelado que a mãe “tirou proveito da menina, para conseguir seus próprios fins“, depois que a criança acabou confessando tudo o que tinha acontecido, nos meses antes. A pré-adolescente contou que a mãe queria que ela ficasse grávida, o que ela acabou confirmando quando descreveu esse bebé como uma “dádiva de Deus”.
A menina contou para um assistente social que o parceiro da mãe era o pai do seu bebê. Inicialmente, ele ainda teria negado as acusações de estupro, dizendo que a criança havia engravidado por inseminação artificial, quando a mãe havia inseminado a menina com o sémen do parceiro.
No entanto, no primeiro dia de seu julgamento, ambos mudaram seus argumentos para culpados, o que levou a essas penas de 18 e seis anos de cadeia.
Moçambicanos residentes em Joanesburgo criaram um movimento de união e solidariedade da comunidade na África do Sul.
O coordenador do movimento Jovens na Diáspora, Fausto Jamissene, diz que a iniciativa visa abrir espaço de interacção e de solidariedade em caso de morte entre os imigrantes.
Moçambicanos estão em quase todos os cantos do território sul-africano, mas ninguém sabe ao certo quantos são.
O Ministério sul-africano de Assuntos Domésticos indica que constituem a a terceira maior comunidade estrangeira no pais, depois das do Zimbabwe e do Lesotho.
Entretanto, a comunidade moçambicana está menos organizada e sem espaço próprio para convívio social ou interacção.
Cada um diz que chegou à África do Sul à sua maneira, sem documento válido de viagem e muito menos de autorização de residência.
No passado houve tentativas de criação de organizações de moçambicanos, mas tudo falhou por falta de união entre os imigrantes.
Fausto Jamissene promete marcar a diferença porque a sua organização começa com jovens e vai ser alargada para outras regiões da África do Sul, onde existem moçambicanos.
Um homem foi detido na passada sexta-feira por ter raptado uma jovem deficiente no estado norte-americano do Indiana.
Terrence Roach, de 24 anos, acabou por matar Aleah Beckerle e confessou ter feito sexo com o cadáver da jovem de 19 anos. Aleah Beckerle sofria de paralisia cerebral (não conseguia falar nem andar) e estava desaparecida desde Junho do ano passado.
O corpo, já em decomposição, foi encontrado pela polícia numa casa abandonada, no dia 27 de Março. A investigação conseguiu depois chegar a Terrence Roach, que é meio-irmão de uma das irmãs de Aleah. O homem admitiu o rapto e disse que a ideia lhe tinha surgido enquanto fumava K2, uma substância também conhecida como canábis sintética.
Terrence contou que invadiu a casa da família entrando por uma janela. Atou a jovem Aleah com fita adesiva e levou-a para a casa abandonada na sua carrinha. Disse à polícia que a jovem morreu na casa abandonada em que os dois estavam, mas não revelou como se deu a morte de Aleah, confessando apenas ter profanado o cadáver da jovem norte-americana.
O caso chocou a comunidade do condado de Vanderburgh, onde vivia Aleah. As vigílias à porta da casa onde a menina foi encontrada têm sido uma constante e, uma vez que a família passa por dificuldades financeiras, foi criada uma página de crowdfunding na plataforma, GoFundMe, para ajudar com as custas das cerimónias fúnebres. Terrence Roach aguarda julgamento na prisão e está acusado de profanação de cadáver, roubo, rapto e homicídio.
Uma criança que respondia pelo nome de Sofia Águedo, de 4 anos de idade, perdeu a vida na tarde de sexta-feira, depois de ter apanhado e ingerido vários comprimidos abandonados nas bermas da Av. Mouzinho de Albuquerque, no bairro da Ponta-Gêa, na cidade da Beira.
A vítima, segundo testemunha ocular, Dino Bernardo, por volta das 14 horas estava com outros dois menores a brincar num local onde tinham sido deitadas várias caixas de medicamentos.
“Na altura em que as crianças apanharam os medicamentos vi. Mas, depois, dissemos-lhes para que deitassem as caixas e penso que não o fizeram porque, infelizmente, a menor perdeu a vida. Segundo ouvi, começou a passar mal. Foi levada ao Centro de Saúde da Ponta-Gêa e horas depois de ter regressado a casa perdeu a vida. É necessário que se trabalhe a fim de ser descoberto quem deitou remédio fora do contentor”, acrescentou.
Já a mãe da menor, Teresa Ebristo, contou que a sua filha voltou a casa com sinais de fraqueza. “Como tivesse visto a criança fraca, fui comprar açúcar, pensando que fosse fome. Mas depois de lhe dar papas, conclui que era necessário lava-a ao hospital e prontamente fiz. Todas as análises deram negativo. Receitaram paracetamol e multivitamina”, contou.
A nossa interlocutora precisou que depois de ter chegado a casa deu os medicamentos, mas tempo depois a criança não resistiu à intoxicação e perdeu a vida por volta das 18:00 horas.
As amigas de Sofia Águedo, que ingeriram medicamentos em menor quantidade estiveram de baixa no HCB, mas tiveram alta.
A fonte lamenta o facto de algumas pessoas estarem a deitar comprimidos na via pública sem pensar nas crianças inocentes que passam e brincam em todo lado.
“As autoridades deviam ver isso, é necessário que se investigue o caso para se verificar que de facto deitou medicamentos em quantidade na rua por onde muita gente passa”, frisou lamentavelmente.
O Gabinete Central de Combate à Corrupção solicitou à justiça brasileira informações sobre o alegado suborno a moçambicanos na venda de aviões Embraer à LAM. E também quer saber quem terá recebido dinheiro da Odebrecht.
Moçambique tem conseguido do Brasil uma cooperapositiva na questão do suposto caso de corrupção, disse o porta-voz do Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) Eduardo Sumana, em conferência de imprensa na terça-feira (31.02) sobre o balanço de 2016 das actividades do órgão da Procuradoria-Geral da República (PGR).
“Devemos mencionar que os factos em questão ocorreram em vários países, neste momento estamos num estágio avançado [das investigações] e a resposta tem sido positiva“, afirmou Eduardo Sumana.
Documentos da justiça brasileira divulgados no final do ano passado revelam que a fabricante brasileira Embraer terá pago 800 mil dólares (741 mil euros) a gestores da companhia área nacional Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) e a um intermediário, também moçambicano, pela venda de duas aeronaves em 2009.
O valor foi depositado numa conta, em São Tomé e Príncipe, de uma sociedade fictícia propositadamente criada para actuar no esquema de corrupção.
O alegado esquema de suborno faz parte de pagamento ilícitos que a fabricante brasileira terá efectuado em vários países e que obrigaram a Embraer a pagar 225 milhões de dólares (208,4 milhões de euros) à justiça norte-americana como parte de um acordo judicial para o encerramento do processo.
A justiça norte-americana envolveu-se no caso pelo facto de algumas das contas usadas nos alegados esquemas de corrupção da Embraer estarem domiciliadas em solo americano.
O porta-voz do GCCC adiantou que a justiça moçambicana também pediu à contraparte brasileira os nomes de moçambicanos que terão recebido 900 mil dólares de subornos (833 mil euros) da construtora Odebrecht, para que a empresa construísse o Aeroporto Internacional de Nacala, província de Nampula, no norte de Moçambique.
Um hospital de cirurgias plásticas está sob investigação após ter feito uma cirurgia de ampliação do pénis a um rapaz de 13 anos.
O jovem, natural de Changji, na China, disse que tinha 18 anos e chegou mesmo a consultar alguns médicos de modo a saber mais sobre os procedimentos da operação, depois de assumir que o seu pénis era demasiado pequeno.
“Entrei em contacto com alguns médicos online e encontrei este hospital“, revelou o jovem que foi diagnosticado com ejaculação precoce. Após a realização da cirurgia, a 29 de Março, o rapaz revelou que não conseguia deitar-se porque a dor era insuportável.
Numa entrevista dada à Pear Video (plataforma de vídeos de informação chinesa), o adolescente admitiu que tomava comprimidos para aumentar o pénis há cerca de um ano, mas que não viu quaisquer resultados.
Frustrado, mentiu sobre a própria idade e submeteu-se a uma cirurgia do aumento do pénis no Changji Nine Continents Male Hospital, que não pediu provas que corroborassem a idade do menino.
A operação não correu como planeado e o rapaz ficou com uma cicatriz preta de 4 centímetros no órgão reprodutor. Só quando os pais foram ao hospital é que os responsáveis da instituição concluíram que o rapaz tinha 13 anos e não 18. O director do hospital, Qian, disse que devia ter-se pedido permissão aos pais para realizar a cirurgia, uma vez que se tratava de um menor.
A federação dos sindicatos do comércio da África do Sul defendeu a demissão do Presidente Jacob Zuma, no seguimento do despedimento do ministro das Finanças e da degradação do ‘rating’ do país para ‘lixo’ pela Standard & Poor’s.
“É tempo de Zuma sair”, disse o secretário-geral da federação Cosatu, Bheki Ntshalintshali, dando voz a várias críticas que estão a ser feitas ao Presidente, que no fim de semana anunciou a demissão do ministro das Finanças Pravin Gordhan, visto como um dos mais respeitados membros do executivo.
Na segunda-feira, a agência de notação financeira Standard & Poor’s desceu a avaliação que faz da qualidade do crédito soberano do país para ‘lixo’, uma decisão que o Presidente garante ter sido tomada na sexta-feira, ainda antes da demissão do ministro das Finanças.
A Standard & Poor’s desceu na segunda-feira o ‘rating’ da África do Sul para baixo do nível de investimento, ou ‘lixo’, fazendo cair de imediato o valor da moeda nacional, o rand.
A degradação da avaliação da qualidade do crédito soberano surge dois dias depois da demissão do ministro das Finanças e é explicada pela agência de ‘rating’ pela incerteza política e institucional que resulta da remodelação governamental.
“Na nossa opinião, as mudanças executivas iniciadas pelo Presidente Zuma puseram o crescimento económico e as metas orçamentais“, escreveram os analistas deste agência de notação financeira, a primeira a descer o ‘rating’ da África do Sul para ‘junk’ ou ‘lixo’.
A S&P salientou também que a degradação do ‘rating’ reflecte as divisões no próprio Governo, incluindo a saída do respeitado ministro das Finanças, encarado como um feroz combatente da corrupção e do enriquecimento ilícito.
Para além da descida da avaliação do crédito, a S&P reviu também em baixa a Perspectiva de Evolução da Economia, antecipando, assim, uma nova descida do ‘rating’ nos próximos 12 a 18 meses: “Isto recflete a nossa perspectiva de que os riscos políticos vão permanecer elevados este ano e que as mudanças de políticas são prováveis, o que pode pôr em perigo os resultados de crescimento económico e orçamental para além do que actualmente estimamos”, escreveram os analistas, citados pela agência noticiosa AP.
A descida do ‘rating’ era já esperada pelos economistas, que apontavam os 0,5% de crescimento económico em 2016 e a taxa de desemprego nos 27% como motivos plausíveis para a descida do ‘rating’.
A Fitch coloca a avaliação do crédito da África um ponto acima do ‘lixo’ e a Moody’s considera que o ‘rating’ do país está dois níveis de ‘junk’.
O novo ministro das Finanças da África do Sul disse no domingo que está “ciente do clima de forte desacordo e de suspeições mútuas” e prometeu “transformar radicalmente” a economia para ajudar as pessoas marginalizadas.
Um menor de sete anos de idade escapou à venda, após ter sido sequestrado, em Maputo, para fins obscuros na província meridional de Gaza.
Em conexão com este caso, duas cidadãs de 30 e 34 anos de idade, encontram-se detidas pela Polícia moçambicana (PRM), na cidade de Chokwe, em Gaza, indiciadas no crime de sequestro de menor.
Segundo a PRM, a criança foi retirada do convívio dos pais, em Maputo, na semana passada, por aquelas cidadãs e que procuravam negociar o menor a um suposto curandeiro, no distrito de Massingir, província de Gaza, a um preço de 150 mil meticais.
“Esta indicação é a partir da averiguação feita às duas detidas. A indicação é de que este menor seria comercializado a um indivíduo que é supostamente curandeiro, em Massingir. Diligências continuam, visando esclarecer o grau de participação de cada uma das cidadãs indiciadas de tráfico de menor“, disse hoje o porta-voz do Comando-geral da PRM, Inácio Dina, no actual briefing à imprensa.
Dina informou que o acto não se consumou devido a denúncias populares, que culminaram com diligências policiais, pelo que o menor já regressou ao convívio familiar.
As duas cidadãs deverão continuar detidas, enquanto trabalhos policiais prosseguem para, na totalidade, esclarecer este caso criminal.
O sequestro de pessoas, que culmina com assassinatos para fins obscuros, em Moçambique, tem sido frequente, sobretudo para as portadoras de pigmentação na pele.
No entanto, o menor em causa neste caso não apresenta nenhuma pigmentação na pele.
Uma mulher encontra-se detida numa das celas da Polícia da República de Moçambique (PRM), na cidade da Beira, por ter jogado panela de caril no corpo do seu marido.
A vítima contraiu ferimentos graves no corpo, mas já recebeu cuidados médicos e não corre risco de vida.
A mulher que se encontra a respirar o ar das celas, terá cometido o crime, por motivos passionais.
Este tipo de crime praticado pelas mulheres contra os homens, tem estado a ganhar proporções alarmantes em Moçambique, com destaque para a cidade e província de Maputo.
A bancada parlamentar da Frelimo pretende ver alargada a licença de maternidade, de 60 para 90 dias.
A vontade foi manifestada, esta segunda-feira, pelos deputados da Frelimo, numa reunião da bancada que analisou as propostas de lei que vão à plenária esta semana.
Segundo o Porta-voz do encontro, Caifadine Manaze, a Frelimo pretende igualmente que a lei conceda alguns dias de repouso ao homem, no quadro do nascimento do filho.
A circulação dos “chapas” ligando diversos pontos de Maputo e Matola voltou à normalidade, após à paralisação feita na segunda-feira (03), protagonizada por um grande número de operadores privados de transporte semi-colectivo de passageiros.
Contrariamente ao que se viveu ontem, em que os utentes aglomeraram-se, horas à fio, nos terminais e paragens sem que houvesse viaturas para lhes transportar, hoje levaram o tempo habitual para viajar de um lugar para o outro.
A normalização da situação terá sido em resposta ao apelo da Federação Moçambicana dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO), agremiação que congrega 33 associações de operadores privados em todo o país.
A Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE) apreendeu, na cidade de Chimoio, cerca de uma tonelada de peixe e mais de 100 frangos em estado avançado de degradação.
O produto era comercializado num estabelecimento especializado na venda de mariscos, localizado no mercado Feira.
As autoridades digiram-se à Casa de Pescados e Mariscos, depois de receber denúncias de clientes lesados. A INAE aplicou uma multa de 50 mil meticais ao estabelecimento, mas não decretou o seu encerramento, visto que as condições de higiene estavam dentro do exigido por lei.
Por sua vez, o gestor da mercearia nega ter vendido produtos estragados e diz que pretendia encaminhar para incineradora.
A INAE pretende destruir os alimentos dentro dos próximos dias.
Um jovem de 26 anos de idade está a contas com a Polícia da República de Moçambique (PRM) em Manica, após assassinar o próprio pai com recurso a uma picareta durante uma discussão.
Já nas mãos da corporação na cidade de Chimoio, o acusado alegou a briga com o seu progenitor partiu do facto de a sua mulher ter sido impedida de entrar em casa do malogrado, na qualidade de nora, porque não era reconhecida como tal.
O jovem disse que no calor da discussão perdeu o discernimento e puxou uma picareta, com a qual acertou directamente a cabeça do pai, tendo este perdido os sentido e caído inconsciente.
Apercebendo do gravidade do que acabava de fazer, o indiciado tentou empreender uma fuga mas foi neutralizado com vista a responder pelos seus acto.
Refira-se que, a 21 de Março passado, um jovem de 31 anos de idade, identificado de nome de E. Mechisso, foi detido, acusado de assassinar o próprio pai, supostamente porque o enfeitiçava.
O indiciado recorreu a um pau, com o qual desferiu duros golpes contra o progenitor.
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