O Serviço Provincial de Identificação Civil de Nampula anunciou que grande parte dos bilhetes de identidade (BI’s) produzidos não estão a ser levantados ou requeridos, facto que constitui preocupação para aquela instituição.
De Janeiro a Dezembro do ano passado foram produzidos cerca de duzentos e vinte e um mil bilhetes de identidade, parte destes continuam a espera dos seus requerentes.
Para se ultrapassar a situação, a instituição avançou com uma campanha de entrega ao domicílio, acreditando-se que desta forma pode se dar vasão ao volume dos daqueles documentos de identificação.
“Temos vindo a ter uma demanda muito grande de requerentes mas em contrapartida não temos tido a mesma situação em relação ao levantamento, por isso estamos focados a fazer a entrega ao domicílio. Se calhar, pode ser pelo facto de, na nova plataforma, ter reduzido o tempo de espera do BI”, referiu Martinho Salimo, chefe dos recursos humanos no Serviço Provincial de Identificação Civil de Nampula de Nampula. Campanha prevê que durante os cem dias do presente ano, serão entregues ao domicílio cerca de quatro mil e quinhentos bilhetes de identidade.
A petroquímica Sasol deverá produzir 20 mil toneladas de gás de cozinha na província de Inhambane para abastecer o mercado moçambicano. O projecto, avaliado em 600 milhões de dólares, inclui a exploração de petróleo leve e de gás natural em poços de hidrocarbonetos descobertos.
A informação sobre a instalação de uma unidade de produção de gás de cozinha foi avançada, esta quinta-feira, pelo Presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Petróleo, Carlos Zacarias. O projecto vai permitir suprir mais da metade do consumo de gás de cozinha no país.
Os trabalhos em Inhamabane de implantação de gás de cozinha deverão iniciar ainda este ano e incluem um projecto de produção petróleo leve e mais gás natural.
Segundo Carlos Zacarias, mais projectos de produção de gás de cozinha deverão florescer no país, como forma de garantir a autossuficiência no abastecimento deste combustível às famílias e instituições.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor de RH. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário de Nutrição. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A”, pretende admitir um (1) Gestor de Logística/ Operações para o seu quadro de pessoal em Maputo. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Concepção de um Programa Sobre Desenvolvimento Organizacional Feminista. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Administrador de Serviços e Recompensas de RH. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) convida os elegíveis a apresentar propostas para fornecimento de serviços de Consultoria para Concepção de um Programa sobre Desenvolvimento Organizacional Feminista para o programa ALIADAS- Women’s Voice and Leadership. Saiba mais.
Uma empresa do Grupo A, com sede em Maputo, pretende recrutar para o seu quadro do pessoal três (3) Técnicos de Higiene Segurança no Trabalho – HST Rep. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cento e quarenta e cinco (145) Docentes N4. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal sessenta e três (63) Docentes N3. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Língua de Sinais. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Docentes N1 – Línguas Bantu. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes – Português. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes – Geografia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes – Biologia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – Inglês. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – Agro Pecuária. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Docentes N1 – Física. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Docentes N1 – Química. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Docentes N1 – Matemática. Saiba mais.
Um homem condenado à morte no Irã por espionar a CIA e tentar transmitir informações sobre o programa nuclear de Teerã será executado em breve, disseram autoridades na terça-feira (04), segundo a agência de notícias semi-oficial Fars.
Em outro caso, duas pessoas que trabalham para uma instituição de caridade foram condenadas a 10 anos de prisão por espionagem e cinco anos de prisão por agir contra a segurança nacional sob acusações semelhantes, disse o porta-voz do judiciário Gholamhossein Esmaili, segundo Fars.
“Amir Rahimpour, que era espião da CIA e recebeu muito dinheiro e tentou apresentar parte das informações nucleares do Irã ao serviço americano, foi julgado e condenado à morte. Recentemente, o Supremo Tribunal confirmou sua sentença e, em breve, verá as consequências de sua acção. ”, Disse Esmaili, referindo-se ao indivíduo que enfrenta pena de morte.
Esmaili não forneceu nenhuma informação adicional sobre a nacionalidade dos condenados que trabalham para uma instituição de caridade. O Irã não reconhece a dupla nacionalidade e o judiciário processa os nacionais como cidadãos iranianos.
No verão passado, o Irã anunciou que havia quebrado um grupo de espiões da CIA de 17 indivíduos e que alguns haviam sido condenados à morte.
A CIA não comentou imediatamente os comentários de Esmaili. O presidente dos EUA, Donald Trump, twittou após o anúncio no verão passado: “O relatório do Irã capturando espiões da CIA é totalmente falso. Verdade zero.
As tensões aumentaram entre Teerã e Washington desde que os Estados Unidos mataram o principal comandante militar iraniano Qassem Soleimani em um ataque de drones em Bagdá em 3 de janeiro, levando a República Islâmica a retaliar com um ataque de mísseis contra uma base americana no Iraque.
Em uma entrevista colectiva transmitida ao vivo no site do judiciário, Esmaili disse que os nomes das pessoas que trabalham para uma instituição de caridade ainda não seriam divulgados porque a sentença ainda não foi finalizada.
A triagem de saúde começou na terça-feira (04) para 3.700 passageiros e tripulantes a bordo de um navio de cruzeiro mantido em quarentena no porto japonês de Yokohama, depois que um passageiro de Hong Kong que embarcou no navio no mês passado deu positivo para o coronavírus Wuhan.
O homem de 80 anos voou para o Japão e embarcou no navio, a Diamond Princess, administrada pela Carnival Japan Inc, em Yokohama em 20 de Janeiro e desembarcou em Hong Kong em 25 de Janeiro, informou a empresa.
Fotografias e vídeos postados no Twitter por um passageiro com a manivela @daxa_tw mostraram profissionais de saúde mascarados vestidos em vestidos de plástico azuis andando por corredores vazios, bem como vistas de salões desertos e um convés desolado.
Os hóspedes que aguardavam triagem foram convidados a permanecer em suas cabines, onde responderam a um questionário e tiveram suas temperaturas medidas. Mas os anúncios a bordo no final do dia disseram que cerca de 70% dos exames de saúde haviam sido concluídos e as atividades estavam funcionando normalmente, exceto no cassino, lojas e estúdio de fotografia.
Alguns familiares manifestaram preocupação com os parentes presos a bordo. “As pessoas não afetadas podem facilmente dizer ‘mantenha-as afastadas’, mas toda a minha família quer que minha preciosa irmã volte para casa em segurança”, escreveu um usuário do Twitter.
A Carnival Japan, uma unidade da operadora de cruzeiros britânica-americana Carnival Corp, confirmou que a recuperação do navio foi adiada em cerca de 24 horas para que as autoridades revisassem a saúde de todos os 2.666 convidados e 1.045 tripulantes a bordo. Cerca de metade das pessoas a bordo eram japonesas, disse uma porta-voz da empresa.
A Princess Cruises Japan da Carnival disse mais tarde que os cruzeiros programados para partir de Yokohama na terça-feira e o porto japonês de Kobe na quinta-feira seriam cancelados devido a atrasos relacionados às verificações de coronavírus.
Uma vez que a saúde de todos fosse verificada, as pessoas com febre ou que se sentissem mal seriam testadas, após o que as autoridades decidiriam deixar as pessoas deixarem o navio, disse o secretário-geral do gabinete, Yoshihide Suga, em entrevista colectiva em Tóquio.
Pelo menos duas pessoas morreram e outra ficou ferida em consequência de um tiroteio ocorrido numa residência universitária na cidade de Commerce, Estado norte-americano do Texas, de acordo com fontes policiais.
De acordo com a agência Associated Press (AP), as autoridades pediram aos estudantes e funcionários da Texas A&M University — Commerce, para procurarem abrigo depois do tiroteio na residência universitária Pride Rock.
O ferido foi levado para um hospital e as aulas foram canceladas durante o resto do dia.
Commerce fica a cerca de 105 quilómetros a nordeste de Dallas.
Larry Copper III, um estudante caloiro que vive na residência que foi alvo do tiroteio afirmou ao Dallas Morning News, citado pela AP, que tinha saído do quarto pouco antes de as autoridades terem pedido às pessoas para se refugiarem.
“Havia polícias a bloquear as portas, mas, à excepção disso, estávamos apenas sentados e à espera que se soubesse alguma coisa”, explicou o aluno.
Duas pessoas morreram, em Outubro de 2019, e uma dúzia foi ferida durante um tiroteio, enquanto decorria uma festa de ‘Halloween’ na qual participavam estudantes desta universidade texana.
O bastonário da Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM) considerou uma “mancha para a reputação” da polícia o envolvimento de agentes da corporação no homicídio de um observador eleitoral, alertando para o sentimento de insegurança na população.
“Naturalmente que mancha a reputação da polícia e cria uma situação de o cidadão não se sentir à vontade perante o agente da polícia”, disse à Lusa Flávio Menete, falando à margem da abertura do ano judicial, em Maputo.
Oito pessoas, incluindo cinco polícias, foram acusadas pelo Ministério Público moçambicano, em Novembro, de envolvimento no homicídio de Anastácio Matavel, activista social e membro da Sala da Paz, um grupo de organizações da sociedade civil que se dedicam à observação eleitoral.
O crime ocorreu em Outubro, na capital provincial de Gaza, e os polícias foram apanhados depois de se despistarem quando seguiam num automóvel em fuga do local do crime.
Comentando sobre o caso, o bastonário da OAM assinalou que a situação é ainda mais grave, uma vez que o crime foi cometido por vários polícias de uma mesma unidade.
“Não era um polícia, eram vários polícias e é isto que nos leva a assumir que existe a necessidade de o comando-geral da Polícia da República de Moçambique se pronunciar sobre o que está a fazer relativamente a estes agentes”, sublinhou Flávio Menete.
Sobre o facto de três dos cinco agentes acusados no assassínio terem sido promovidos a escalões superiores em despachos divulgados em Dezembro – uma decisão que a polícia disse, entretanto, ter sido revogada – Menete defendeu a responsabilização dos autores dessa medida, exigindo que o comandante-geral da polícia, Bernardino Rafael, prove que se tratou de um engano.
“O caso é tão gritante que ficamos com alguma dificuldade em aceitar que foi um mero equívoco. Como é que os recursos humanos não se aperceberam de que estavam a incluir na lista nomes de pessoas que tinham praticado um crime hediondo”, questionou Flávio Menete.
O homicídio de Anastácio Matavel provocou repúdio e condenação em Moçambique e fora do país, por se tratar de um activista da sociedade civil envolvido na observação eleitoral e que morreu durante a campanha para as eleições de 15 de Outubro, numa província conhecida pela intolerância política contra opositores da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder.
“Desde o dia 01 de Dezembro que 520 mil pessoas estão deslocadas (…) sendo que a maioria (80%) são mulheres e crianças” disse à France Presse o porta-voz do Gabinete dos Assuntos Humanitários das Nações Unidas, David Swanson.
Os confrontos no noroeste da Síria intensificaram-se após o início da ofensiva do Exército de Damasco, apoiado por forças da Rússia, contra os extremistas islâmicos.
Apoiado pela aviação de Moscovo, o regime de Bachar al-Assad mantêm atualmente uma ofensiva que tem como finalidade a reconquista de várias cidades e povoações da província de Idleb não respeitando os períodos de cessar-fogo que por vezes são estabelecidos pelas forças em confronto.
“A violência é quase quotidiana (…) e causam um sofrimento injustificável a centenas de milhares de pessoas que vivem na zona”, reforça Swanson.
“Esta última vaga de deslocados é agravada por uma situação humanitária que já é desastrosa”, acrescentou o porta-voz frisando que a maioria dos civis foge da frente de combate, sobretudo na região sul da província de Idleb.
“A maior parte dos deslocados ficam nas zonas urbanas ou nos centros de acolhimento de Idleb”, perto da fronteira com a Turquia, ou na região síria de Alepo, disse.
Segundo as Nações Unidas, a maioria das pessoas afetadas pela operação militar em curso em Idleb são sírios que já tinham fugido de outras regiões do país afetadas pela guerra.
Várias zonas do noroeste da Síria (Idleb e Hama) são dominadas pelos extremistas islâmicos do Hayat Tahrir al-Cham além de grupos oposicionistas armados.
Entre abril e agosto de 2019 toda a região foi marcada por uma ofensiva de grande envergadura que fez milhares de vítimas, segundo o Observatório Sírio para os Direitos do Homem.
O regime de Damasco controla 70% do país e afirma-se determinado na reconquista do noroeste da Síria.
O conflito que começou em 2011 já fez 380 mil mortos e milhões de refugiados e deslocados internos.
Mahdi Salad Weheliye, um jovem da República do Quénia, foi expulso de Moçambique a partir do Aeroporto de Pemba por falsificar documentos para estrangeiros.
A operação foi dirigida pelo Serviço Nacional de Migração por ordem do Tribunal Judicial da província de Cabo Delgado.
Mahdi falsificou vários documentos. Não há provas de envolvimento de funcionários do Serviço Nacional de Migração.
Natural de Wajir Ken, no Quénia, Mahdi SAlad tem 29 anos de idade, e vivia ilegalmente na cidade de Pemba desde 2014.
Esta é segunda vez que Mahdi é repatriado para Quénia.
Em Nampula, a Polícia da República de Moçambique deteve um indivíduo de 24 anos de idade indiciado de abusar sexualmente uma adolescente de 14 anos por sinal sua sobrinha.
O detido alega que a relação era do consentimento da esposa, tia da menor, quem o autorizou a acometer o acto. Todavia a esposa diz não ser verdade e pede que a justiça seja feita.
A adolescente conta que sempre sofria ameaças para não revelar os factos que ocorriam muitas vezes na ausência da sua tia.
Dois antigos juízes serão alvos de processos criminais por alegadamente terem se envolvido em actos de corrupção que lesaram o Estado em mais de três milhões de meticais, ano passado, na província de Inhambane.
Trata-se de Fernando Tomo, antigo juiz do Tribunal Judicial do Distrito de Massinga, expulso da Magistratura Judicial, em Maio de 2019, por pretensamente ter ordenado a emissão de cheques destinados à devolução de valores, respeitantes à caução depositada por alguns réus, à favor de terceiros e depois apoderava-se dos referidos valores.
O esquema, que se acredita ter sido liderado pelo acusado, permitiu a retirada de 328.933,65 meticais dos cofres daquele tribunal.
Outro antigo magistrado, na mira das autoridades judiciais, é Alexandre Njovo, que em Janeiro de 2017 até finais de 2018 foi juiz presidente do Tribunal Judicial da Cidade da Maxixe. Foi expulso da magistratura em Outubro do ano passado.
Uma acusação, que consta de um processo disciplinar, refere que o magistrado começou a apoderar-se dos fundos do tribunal a que estava afecto logo depois de assumir funções.
Uma auditoria solicitada em torno do caso colocou a nu um esquema supostamente liderado pelo juiz Alexandre Njovo, através do qual ele e o escrivão de direito usaram, para fins pessoas, de mais de 2.7 milhões de meticais.
Segundo a deliberação do Conselho Superior de Magistratura Judicial, a que o “O País” teve acesso, Alexandre Njovo assinava cheques das contas de depósitos obrigatórios a favor de um escrivão de nome Francisco Cumbane. Posteriormente, o valor era partilhado entre ambos.
A sequência de saques consideráveis da dupla em questão começaram a 15 de Fevereiro de 2018. A dada altura, os visados apoderaram-se, de uma só vez, de 303 mil meticais. Dois meses depois – a 3 de Abril – o juiz assinou a favor do seu escrivão outro cheque no valor de 354 mil meticais.
Os saques não cessavam. No dia 16 de Maio, Alexandre Njovo e Francisco Cumbane emitiram outro cheque no valor de 100 mil meticais e o esquema foi descoberto.
Depois de responderem a processos administrativos que culminaram com a expulsão, agora os antigos magistrados vão enfrentar a barra do tribunal.
O Procurador-chefe provincial, Nazimo Mussa, disse ao “O País” que um dos processos já seguiu para o tribunal e os arguidos foram acusados, enquanto que o processo doutro está no Gabinete Provincial de Combate à Corrupção (GCCC) para os seus trâmites até chegar ao tribunal.
O “O País” sabe ainda que, além dos antigos juízes em alusão, os respectivos escrivães de direito deverão responder em tribunal devido aos mesmos crimes.
Quatro cidadãos chineses que acabam de chegar da China encontram-se em quarentena num hotel da Cidade de Maputo, o facto está causar pânico nos trabalhadores do referido hotel por recear contaminação pela doença.
O alerta está a soar em todo mundo. Há restrições de viagens de diferentes quadrantes do mundo para China e vice-versa e Moçambique já suspendeu vistos.
Esta semana soou o alarme na Cidade de Maputo, pois há suspeitas de que cidadãos chineses infectados por coronavírus estejam em quarentena num dos hotéis da capital do país. Entretanto, as autoridades da Saúde na Cidade de Maputo confirmam a existência dos cidadãos chineses e esclarecem que estão em quarentena no hotel e não no centro instalado no Hospital Geral de Mavalane para tratar do coronavírus porque ainda não estão doentes e ainda não foram detectados os sintomas.
“Nós recebemos esta informação de que tínhamos quatro cidadãos chineses num hotel e fizemos nossos contactos. São indivíduos sim que vieram da China. Estes quatro passageiros não tem nenhum sintoma, estão a cumprir os catorze dias de quarentena”, Sheila Lobo, directora de Saúde da Cidade de Maputo.
Num outro desenvolvimento a directora da Cidade de Maputo esclareceu o porque daqueles cidadãos estarem em quarentena numa instância hoteleira e não numa unidade sanitária.
“O hospital é para fazer tratamento naqueles que apresentam sintomas. Estes indivíduos não estão doentes não tem infecção. A quarenta é para prevenção e controlo do indivíduo e em caso de surgir algum sintoma este indivíduo é encaminhado à unidade sanitária”.
Os cidadãos chineses entraram para o país no dia 30 do mês passado, três dias depois das autoridades moçambicanas terem suspendido a emissão de vistos de Moçambique para China e vice-versa. Entretanto o Serviço Nacional de Migração (SENAMI) remete para esclarecimento deste caso nos próximos dias.
“O País” sabe que muitos dos trabalhadores daquele hotel localizado na baixa da Cidade de Maputo, onde se encontram em quarentena os chineses estão com medo acrescido por um lado pela falta de informação e por outro por falta de meios de protecção, visto que diariamente atendem os hóspedes em quarentena.
O Reino Unido pretende proibir a venda de novos veículos a gasolina e gasóleo até 2035, numa tentativa para acelerar a redução das emissões de carbono e combater as alterações climáticas, anunciou na terça-feira o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.
A medida antecipa em cinco anos o prazo estabelecido anteriormente, até 2040, inclui automóveis e carrinhas e, pela primeira vez, veículos híbridos que combinam combustíveis que geram emissões com tecnologias limpas.
O anúncio foi programado para coincidir com o lançamento dos planos do governo britânico para a cimeira climática, conhecida como 26.ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), programada para ser realizada em Glasgow em novembro.
“Organizar a COP26 é uma oportunidade importante para o Reino Unido e as nações de todo o mundo intensificarem a luta contra as mudanças climáticas. Ao estabelecermos os nossos planos para atingir a nossa meta ambiciosa de zero emissões até 2050 ao longo deste ano, vamos urgir outras pessoas a juntarem-se a nós na garantia de emissões zero”, afirmou, durante um evento no Museu da Ciência, em Londres.
O primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, também participou, pois Itália é coanfitriã do evento, mas a apresentação foi ensombrada pelas críticas de Claire O’Neill, antiga secretária de Estado da Energia, que foi afastada da liderança do COP26 na semana passada.
Numa carta ao primeiro-ministro, cujos excertos foram publicados hoje pelo Financial Times, lamentou a falta de apoio e empenho do Governo neste tema, e queixou-se da forma como foi afastada.
“Quando você me pediu para presidir à COP (e combiná-la com permanecer no seu Governo como ministra, uma oferta que eu recusei), você prometeu ‘liderar da frente’ e perguntou-se o que era necessário ‘dinheiro, pessoas, diga nos!’ Infelizmente, essas promessas e ofertas não estão perto de serem cumpridas”, refere na carta.
Lamenta também que recebeu “três explicações separadas para a decisão [de afastamento], nenhuma das quais poderia ser claramente articulada ou apoiada em provas”, e acusou o gabinete de Boris Johnson de prestar informações falsas e negativas sobre ela.
Um tribunal sul-africano emitiu um mandado de prisão para o ex-presidente Jacob Zuma nesta terça-feira (04), depois de ter pulado o tribunal por precisar de tratamento médico, mas o juiz manteve o mandado até que seu julgamento por corrupção seja retomado em 6 de maio.
O advogado de Zuma apresentou ao juiz uma nota de doença do que ele disse ser um hospital militar, mas o juiz Dhaya Pillay questionou se a nota era válida, pois não havia número médico mostrando se e onde o médico estava certificado.
“Eu nem sei se [ele] … é médico. Não há nada que sugira que ele esteja ”, disse ela, antes de emitir o mandado.
O ex-líder está sendo julgado por 18 acusações de fraude, extorsão e lavagem de dinheiro relacionadas a um acordo de armas de US $ 2 bilhões com a empresa de defesa francesa Thales em 1999, quando Zuma era vice-presidente. Ele rejeita as alegações como uma caça às bruxas com motivação política.
Dan Mantsha, advogado de Zuma, disse que estava no exterior para tratamento médico, sem dizer onde. A mídia local sugeriu que ele está em Cuba, embora não tenha sido possível verificar isso imediatamente.
Pillay concluiu que a nota era insuficiente para impedir Zuma de comparecer ao julgamento, mas deu a ele até que seja retomado em 6 de maio para aparecer antes que o mandado comece.
Zuma, presidente de 2009-2018, já havia pedido uma suspensão permanente da acusação, mas o tribunal de Pietermaritzburg negou provimento ao recurso em novembro.
Ele é acusado de aceitar 500.000 rands (US $ 34.000) anualmente da Thales em 1999, em troca de proteger a empresa de uma investigação sobre o negócio.
A Thales, conhecida como Thompson-CSF na época, disse que não tinha conhecimento de nenhuma transgressão de nenhum de seus funcionários em relação à adjudicação dos contratos.
A Autoridade Nacional de Promotoria apresentou inicialmente as acusações contra Zuma há uma década, mas as anulou pouco antes de concorrer à presidência em 2009. Após apelos e lobby de partidos da oposição, a NPA restabeleceu as acusações em Março de 2018.
Pillay também aceitou um pedido da empresa na terça-feira para ser representado pelo advogado Barry Roux, que defendeu o atleta paraolímpico Oscar Pistorius pelo assassinato de sua namorada em 2013.
A Save the Children Internacional (SCI), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário de Nutrição. Saiba mais.
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Christope Dugarry, antigo internacional francês, utilizou o seu espaço de comentário na rádio RMC para ‘rasgar’ o jovem Kylian Mbappé pelo gesto desrespeitoso que teve aquando da sua substituição no jogo frente ao Montpellier, no sábado.
«Quando vi, fiquei derreado. Pensei que aquilo não era possível, fiquei muito desiludido. O Mbappé é um miúdo que tem mostrado ser mais maduro do que os demais mas parecia um menino mimado. Foi desrespeitoso para o Tuchel e para os seus colegas de equipa. O Cavani tem 200 golos pelo PSG, já não tem o destaque de antes e nunca se manifestou. É vergonhoso o que o Mbappé fez, há outros jogadores do plantel que também merecem jogar!»
O atacante Neymar desfalcará o PSG hoje (04), em partida contra o Nantes, válida pela 23ª rodada da Ligue 1. A ausência do craque se deve a uma lesão na costela após pancada sofrida na vitória contra o Montpellier, por 5×0.
No lance, o camisa 10 chegou a chorar de dores no gramado, mas, mesmo assim, ficou em campo até o apito final, enquanto Mbappé, seu companheiro de equipe, foi substituído pelo treinador Thomas Tuchel e saiu do gramado sem esconder sua insatisfação.
A Juventus destacou-se na liderança da Liga italiana de futebol, ao vencer na recepção à Fiorentina por 3-0, num jogo em que Cristiano Ronaldo ‘bisou’, ao converter duas grandes penalidades.
O triunfo da equipa octocampeã italiana começou a ficar definido no final da primeira parte, quando o internacional português marcou com sucesso o primeiro penálti, aos 40 minutos, tendo a marca sido ampliada aos 80, em novo castigo máximo cobrado por Ronaldo, e aos 90+1, através do holandês Matthijs de Ligt.
Com mais esta vitória, a ‘Juve’ destaca-se na liderança com 54 pontos, mais seis do que o Inter de Milão, que ainda hoje joga em casa da Udinese, e mais oito do que a Lazio, que hoje recebe a Spal e conta ainda outro jogo em atraso.
Um golo do estreante Bergwijn abriu no domingo (02) caminho à vitória do Tottenham, de José Mourinho, diante do campeão Manchester City, por 2-0, em jogo da Liga inglesa de futebol em que o videoárbitro (VAR) foi protagonista.
Naquele que foi o 23.º duelo entre Mourinho e Pep Guardiola, antecedido de elogios do espanhol à carreira do português, o triunfo dos ‘spurs’ acabou, sobretudo, por ‘ajudar’ o líder Liverpool e fazer os londrinos subirem ao quinto lugar.
As ‘contas’ da derrota deixam o City a 22 longínquos pontos do líder Liverpool, o que pode deixar a equipa de Jürgen Klopp a comemorar o título, que lhe escapa há 30 anos, muito cedo, já em Março, bastando-lhe seis triunfos.
Em casa do Tottenham, o City começou por estar, como era previsível, por cima do jogo, num primeiro tempo em que o VAR foi crucial em alguns momentos: reverteu uma decisão e deu penálti e entendeu que um outro não era, ambos para a equipa de Manchester.
Primeiro, Aguero reclamou grande penalidade, que Mike Dean não atendeu, mas o videoárbitro ‘corrigiu’ a decisão, e Gundogan, aos 40 minutos, da marca dos 11 metros, permitiu a defesa de Lloris, que, ao defender, parece ter derrubado Sterling.
Aqui, o árbitro apontou para nova grande penalidade, e o VAR rectificou uma vez mais, referindo não ter existido falta, na disputa da bola que sobrou do penálti, entre Lloris e Sterling.
Foi um final de primeira parte tenso, com vários jogadores em discussão, e que provocou amarelos a Alderweireld e Zinchenko, este crucial para o resultado nos segundos 45 minutos, período em que o ucraniano veria o segundo amarelo.
O lateral não tentou jogar a bola, atingindo apenas o adversário, e a sua expulsão, aos 60 minutos, acabou por definir o jogo, em que o City tinha estado sempre mais perto do golo.
Pouco depois, aos 63, foi a estreia de sonho de Steven Bergwijn, que chegou esta semana ao Tottenham, proveniente do PSV, com o holandês a fazer o 1-0, num lance em que amorteceu no peito e rematou à meia-volta.
Guardiola ainda tentou equilibrar o sector defensivo, com a entrada de João Cancelo, e Mourinho manteve no banco Gedson Fernandes e fez entrar Ndombele e Lamela, com o primeiro a assistir quase de imediato Son para o segundo golo.
O sul-coreano recebeu à entrada da área e Ederson esticou-se, mas não evitou o segundo, aos 71 minutos.
No City, Bernardo Silva ainda foi opção aos 84, para o lugar de Sterling, num jogo que significou a sexta derrota de Guardiola frente a Mourinho, a segunda na Liga inglesa, com o espanhol a ter franca vantagem nos duelos (10 triunfos).
Mais cedo, o Arsenal continuou a sua ‘triste’ caminhada na ‘Premier League’, ao somar o quarto empate consecutivo, com os ‘gunners’ afundados num sofrível 10.º lugar, a 42 pontos da liderança e a seis do último lugar europeu, o quinto.
A equipa empatou sem golos na visita ao Burnley, que segue no 11.º lugar, com os mesmos 31 pontos.
“Nós não temos um número exacto, mas com segurança eu acredito que são mais de 500 pessoas que já perderam a vida. Se fosse uma só pessoa já seria muito…”, disse o bispo.
Citado ontem (03) pela Fundação AIS (Ajuda à Igreja que Sofre), acrescentando que a situação é “uma tragédia”, pois, a acrescer aos mortos há muitos deslocados internos, “as aldeias estão a ficar vazias, as pessoas não estão a plantar, então isso significa que haverá fome”.
Segundo a Fundação, nos dias 29 e 30 de janeiro, houve pelo menos seis ataques na província de Cabo Delgado, no norte do país, “que provocaram uma debandada geral das populações e um enorme rasto de destruição em aldeias situadas nos postos administrativos de Bilibiza e Mahate, ambos pertencentes ao distrito de Quissanga, situado a cerca de 120 quilómetros da cidade de Pemba”.
Segundo o bispo de Pemba, um dos ataques “foi à escola agrária de Bilibiza, que é também escola de formação de professores, onde há mais de 500 alunos”.
“Soube que a escola foi queimada, e depois eles destruíram outras casas de comércio [situadas] ali por perto”, descreveu o prelado, para quem esta “é uma realidade muito triste, que as forças de defesa e de segurança não estão a conseguir conter se não houver uma ajuda internacional”.
Quanto ao número de deslocados, Luís Fernando Lisboa apontou que, incluindo os que tiveram de abandonar as suas terras na sequência do ciclone Kenneth, “pode aproximar-se de 100 mil”.
Admitindo para que os ataques sejam da responsabilidade de grupos radicais islâmicos, o bispo reconheceu que a comunidade cristã se sente ameaçada, incluindo ele próprio.
“Mas, sinceramente, não tenho medo. Não tenho medo. Estou a tentar cumprir o meu papel, tenho procurado dar apoio aos missionários que estão lá, na linha da frente, que estão nesses distritos onde há ataques”, disse o prelado, citado pela Fundação AIS.
Ataques armados eclodiram em 2017 na província de Cabo Delgado protagonizados por frequentadores de mesquitas consideradas radicalizadas por estrangeiros, segundo líderes islâmicos locais, que já tinham alertado antecipadamente para atritos crescentes.
Nunca houve uma reivindicação da autoria dos ataques, com exceção para comunicados do grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico, que desde junho tem vindo a chamar a si alguns deles, com alegadas fotos das ações, mas cuja presença no terreno especialistas e autoridades consideram pouco credível.
Os ataques já provocaram centenas de mortos entre agressores, residentes e militares moçambicanos, além de deixar cerca de 60.000 afetados ou obrigados a abandonar as suas terras e locais de residência, de acordo com a mais recente revisão do plano global de ajuda humanitária a Moçambique das Nações Unidas.
As forças de defesa e segurança moçambicanas têm estado no terreno, mas o Presidente da República, Filipe Nyusi, admitiu na última semana que são necessários mais apoios para lidar com o problema.
A presença de militares russos na zona também foi registada na zona, próxima de uma das maiores reservas de gás natural do mundo, mas os ataques têm continuado.
O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, reafirmou o compromisso do governo com o empoderamento económico das mulheres, através da implementação do Fundo Pro-Mulher.
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