O director do África CDC disse nesta quita-feira 06, que ainda existe uma “janela de oportunidade” para vencer a pandemia em África, que se aproxima do milhão de casos, mas onde a maioria dos países regista menos de 5 mil.
“Ainda temos uma janela de oportunidade para, como continente, vencer a pandemia porque 36 dos 55 estados-membros [da União Africana] ainda registam menos de 5 mil casos de covid-19″, disse John Nkengasong.
“Se fizermos um conjunto de coisas corretamente,
agressivamente e consistentemente temos boas hipóteses de derrotar esta pandemia, o que inclui usar máscara e aumentar a testagem e a monitorização de casos”, acrescentou.
O diretor do Centro para a Prevenção e Controlo de Doenças da União Africana (ÁfricaCDC) falava aos jornalistas, a partir de Adis Abeba, na habitual conferência de imprensa semanal sobre a evolução da pandemia em África.
Ainda assim, John Nkengasong advertiu que não é possível baixar a guarda e mostrar cansaço no combate à covid-19 no continente.
Segundo os dados mais recentes, apresentados na conferência de imprensa, o continente regista um total de 992.762 casos de covid-19, de que resultaram mais de 21.100 mortes.
A grande maioria dos casos registados estão concentrados em apenas cinco países: África do Sul (53%), Egito (10%), Nigéria (4,5%), Gana (4%) e Argélia (3,3%).
Esta semana foram comunicados 99.500 novos casos, o que representa um aumento de 11% em relação à semana anterior, e 2.700 novas mortes por covid-19.
O aumento de novos casos é inferior ao das últimas semanas, mas Nkengasong diz que embora seja tentador ver uma diminuição, os números devem ser observados durante várias semanas para determinar a tendência real de infeções num continente de 1,3 mil milhões de pessoas.
Dez países do continente apresentam taxas de mortalidade superiores à média mundial de 3.8%: Chade (8%), Sudão (6.5%), Libéria (6.4%), Níger (6%), Egito (5,2%), BurkinaFaso (4.7%), Angola (4.4%) e Argélia (3.8%).
A República Democrática Sarauí regista uma taxa de mortalidade de 20%, mas o responsável do ÁfricaCDC ressalvou que o país tem um número muito baixo de casos e um surto muito recente.
Do total de infetados, 56% dos doentes recuperaram.
John Nkengasong assinalou ainda o facto de o continente ter já realizado 8.8 milhões de testes, o que representa 90% da meta de testagem estabelecida em abril.
Mais de 80% dos testes foram realizados em 10 países: África do Sul, Egito, Nigéria, Gana, Marrocos, Quénia, Etiópia, Ruanda, Uganda e Maurícias.
O responsável do ÁfricaCDC disse ainda que a organização está a atualizar a estratégia de combate à pandemia tendo em conta o gradual fim dos confinamentos e a abertura das fronteiras e das escolas, anunciando o lançamento de uma campanha para “salvar vidas, negócios e escolas”.
“A campanha tem três objetivos: proteger as fronteiras e os viajantes, salvar os negócios e os modos de vida das populações e proteger as escolas”, disse John Nkengasong, sublinhando, neste processo, o contributo do setor privado.
Adiantou ainda neste contexto, que o ÁfricaCDC está a trabalhar com os países para aumentar os testes nas fronteiras e para harmonizar os critérios para a sua realização.
“Os requisitos não estão uniformizados no continente, há países que exigem testes, há países que não e o prazo de validade dos testes ainda não está bem definido”, exemplificou.
O responsável apontou também a necessidade de intensificar a vigilância e a testagem nas escolas, afirmando que estão em preparação orientações para a abertura dos estabelecimentos de ensino.
A CNN avança que um carregamento maciço de fertilizantes agrícolas ficou armazenado – de acordo com as autoridades – no porto de Beirute sem precauções de segurança durante vários anos, apesar dos avisos das autoridades locais.
Os responsáveis pelo porto de Beirute estão em prisão domiciliária enquanto estiverem a decorrer as investigações às explosões, que ocorreram na terça-feira na capital do Líbano.
A carga de 2.750 toneladas métricas de nitrato de amónio terá chegado a Beirute num navio de propriedade russa em 2013.
O navio, chamado MV Rhosus e que estava destinado a Moçambique, parou em Beirute devido a dificuldades financeiras.
Depois de chegar à capital libanesa, o navio nunca deixou o porto de Beirute, segundo o diretor de alfândega do Líbano, Badri Daher e apesar dos avisos feitos pelo diretor, que alertava a tripulação de que a carga era o equivalente a “uma bomba flutuante“.
As autoridades libanesas não nomearam o MV Rhosus como a fonte da substância que explodiu em Beirute na terça-feira, mas o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, disse que a explosão devastadora foi causada por 2.750 toneladas de nitrato de amónio.
Acrescentou que a substância tinha sido armazenada durante seis anos no armazém do porto sem medidas de segurança, “colocando em risco a segurança dos cidadãos”.
O chefe de segurança geral do Líbano também disse que um “material altamente explosivo” tinha sido confiscado anos antes e armazenado no armazém.
A enorme explosão de terça-feira, que abalou a capital, deixou pelo menos 135 mortos e cinco mil feridos.
Na quarta-feira, a ministra da Informação do Líbano, Manal Abdel Samad Najd, disse que existem documentos de 2014 que comprovam a existência de uma troca de informações sobre o “material” confiscado pelas autoridades libanesas.
Em menos de duas semanas, mais um mineiro morreu em consequência do desabamento de uma mina artesanal, no distrito de Montepuez, província de Cabo Delgado.
O primeiro incidente ocorreu no passado dia 27 de Julho. Já a segunda tragédia ocorreu na madrugada do dia 04 de Agosto e foi causada por desabamento de uma mina ilegal que estava em processo de escavação, dentro da concessão mineira da MRM, por quatro mineiros ilegais. A informação aponta que a mina desabou em condições climáticas normais e que um mineiro ilegal ficou preso no subsolo.
Segundo a nota de imprensa em que O País teve acesso, o corpo do residente do Posto Administrativo de Namanhumbir, de 28 anos, foi resgatado e confirmada a morte pelas autoridades presentes.
“Refira-se que, em Fevereiro de 2020, o indivíduo ora perecido aguardava julgamento na esquadra de Montepuez, por alegadas actividades mineiras ilegais na MRM. O incidente foi levado ao conhecimento das autoridades, tanto a nível provincial como nacional, na esperança de que uma acção proactiva seja tomada, mais assertivamente, contra o financiamento, facilitação e encorajamento dos grupos de comércio ilegal de rubis moçambicanos, que privam Moçambique, seus cidadãos, assim como o Governo das receitas fiscais provenientes dos recursos minerais”, lê-se na nota de imprensa.
Os dois mineiros ilegais eram provenientes da província de Nampula.
A CARE Internacional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Distribuição de Abrigo. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar dez (10) Operadores de Dados. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar nove (9) Operadores de Dados. Saiba mais.
A Organização Médicos Sem Fronteiras em Moçambique pretende recrutar para o quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos do Projecto. Saiba mais.
Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo e Financeiro. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) Pré-Representante de Vendas. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Facilitador Distrital. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Facilitador Distrital. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Facilitador Distrital. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Distrital. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Distrital. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Distrital. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Moamba pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 de Inglês. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Moamba pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Português. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Moamba pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de História. Saiba mais.
A Management Sciences for Health (MSH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Digitalização de internamentos da COVID-19. Saiba mais.
A On Time Investment ‘’VIVA TAXI’’, empresa moçambicana de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para quadro de pessoal um (1) Gestor de Redes Sociais. Saiba mais.
O Fundo de Desenvolvimento da Economia Azul – ProAzul, FP pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Administradores Executivos para Conselho de Administração. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos de Medicina Preventiva e Saneamento de Meio. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Serventes de Unidades Sanitárias. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Física e Reabilitação. Saiba mais.
A Click Auto pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos de Tecnologias e Electrónica para sua extensão em Niassa e Cabo Delgado. Saiba mais.
O Banco Mundial anunciou nesta quarta-feira (5), que está pronto para avaliar os prejuízos e necessidades do Líbano após a devastadora explosão ocorrida na véspera no porto de Beirute, e disse que ajudará a mobilizar financiamento público e privado para reconstrução e recuperação.
O Banco Mundial disse em nota que “também estará disposto a reprogramar recursos existentes e a explorar financiamento para apoiar a reconstrução das vidas e do sustento das pessoas impactadas por este desastre”.
A instituição não indicou quais recursos poderiam ser direcionados para uma iniciativa de recuperação. Em junho, o credor multilateral de desenvolvimento anunciou que realocaria US$ 40 milhões de um programa existente de saúde de US$ 120 milhões para o Líbano, que ajudaria o país a combater a pandemia de coronavírus.
Pelo menos 135 pessoas foram mortas e 5.000 ficaram feridas na explosão no porto de Beirute, que também deixou até 250 mil pessoas desabrigadas após ondas de choque destruírem fachadas de edifícios.
Também não ficou claro se o desastre irá alterar as difíceis negociações do Líbano com o FMI (Fundo Monetário Internacional). Desde maio, o FMI e o Líbano tentam estabelecer um pacote amplo de resgate financeiro para estancar uma crise financeira que tem sido vista como a maior ameaça à estabilidade do país desde a guerra civil que durou entre 1975 e 1990.
As conversas foram travadas após discordâncias em relação às perdas financeiras no sistema bancário do libanês.
A megaexplosão que atingiu Beirute, capital no Líbano, na terça-feira (4), deixou um rastro de destruição que não era visto desde o fim da sangrenta guerra que abalou o país entre 1975 e 1990
Um homem de 46 anos, ligado a grupos de neonazistas, confessou nesta quarta-feira (5), ter matado no ano passado Walter Lübcke, ex-presidente da região administrativa de Kassel, no centro da Alemanha, e integrante do partido União Democrata-Cristã (CDU), também da chanceler do país, Angela Merkel.
Stephan Ernst admitiu, em julgamento realizado no tribunal de Frankfurt, ter sido o autor do disparo que matou o político, no dia 1º de julho de 2019. A vítima foi assassinada dentro da própria casa.
O réu pediu desculpas para a família de Lübcke, sobre o que classificou como um “erro indescritível”, que foi cometido por impulso de “falsas ideologias”.
“O que fizemos, não tem e não terá desculpas”, afirmou Ernst, que apontou a participação de outro réu, identificado como Markus H., que está sendo acusado como cúmplice e como o responsável por fornecer a arma do crime ao autor.
Autoridades em alerta
Lübcke era um político local que havia se destacado pela defesa da acolhida de refugiados, enquanto cresciam as críticas, mesmo entre aliados conservadores de Merkel, a fechar as fronteiras do país durante a crise migratória de 2015.
A morte do ex-presidente da região administrativa de Kassel gerou um alerta sobre a violência dos grupos de extrema-direita, em ano que havia crescido em 20% o número de crimes com motivação política na Alemanha.
Ernst é acusado de ir até a casa de Lübcke com o propósito de assassiná-lo e de ter cometido o crime à queima-roupa, após reconhecer o político da CDU sentado na varanda.
O autor confesso e o suposto cúmplice, em outubro de 2015, participaram de um ato em que a vítima defendeu a linha de Merkel sobre o acolhimento de refugiados, segundo o Ministério Público local. A partir disso, Lübcke sofreu diversas ameaças até ser morto.
Mais de 900 mulheres e meninas desapareceram no Peru durante o isolamento social para evitar a disseminação do novo coronavírus. A informação é do Ombudsman Nacional, que pediu a criação de um registro nacional de pessoas desaparecidas para tratar do número “alarmante” de desaparecimentos.
Os registros devem ser mantidos para rastrear aquelas que desaparecem, sejam encontrados vivas ou mortas e vítimas de tráfico sexual, violência doméstica ou feminicídio, disse Isabel Ortiz, uma comissária de direitos das mulheres no escritório do Ombudsman Nacional, um órgão independente que monitora os direitos humanos do Peru.
No total, 915 pessoas, sendo 606 meninas e 309 mulheres, desapareceram desde o início do toque de recolher de 16 de março a 30 de junho, disse Ortiz.
“Os números são realmente bastante alarmantes”, disse Ortiz à agência Reuters em uma entrevista por telefone. “Conhecemos o número de mulheres e meninas que desapareceram, mas não temos informações detalhadas sobre quantas foram encontradas. Não temos registros adequados e atualizados.”
Sem o tipo de dados que um registro nacional de pessoas desaparecidas poderia coletar, muitas vezes permanece desconhecido o que aconteceu com os que foram desaparecidos e se foram encontrados mortos ou vivos, disse ela.
Alguns podem ser vítimas de crimes violentos como violência doméstica ou feminicídio. “Em alguns casos, é o autor do crime que denunciou uma mulher como desaparecida”, disse ela.
Ações do estado
Um registro nacional de pessoas desaparecidas permitiria o cruzamento de informações com outros crimes contra mulheres para ajudar a encontrar pessoas desaparecidas e identificar possíveis suspeitos, disse ela.
“Precisamos ter um registro adequado que nos permita vincular o desaparecimento de mulheres a outros crimes, como tráfico de seres humanos e violência sexual”, disse Ortiz.
Na semana passada, o ministério das Mulheres do Peru disse que 1.200 mulheres e meninas haviam desaparecido durante a pandemia — um número mais alto porque incluiu o mês de julho.
O ministério das Mulheres disse que o governo está trabalhando para erradicar a violência contra as mulheres e aumentou o financiamento este ano para programas de prevenção à violência baseados em gênero.
Violência de gênero
Países em todo o mundo relataram aumento da violência doméstica devido a bloqueios por coronavírus, levando as Nações Unidas a pedirem ações urgentes do governo.
A América Latina e o Caribe são conhecidos por altos índices de feminicídio e violência contra as mulheres, impulsionados por uma cultura machista e normas sociais que ditam o papel das mulheres, disse Ortiz.
“A violência contra as mulheres existe por causa dos muitos padrões patriarcais que existem em nossa sociedade”, disse ela.
“Existem muitos estereótipos sobre o papel das mulheres que definem como deve ser seu comportamento e, quando não são respeitadas, a violência é usada contra as mulheres”, disse ela.
Antes da pandemia, centenas de milhares de mulheres em toda a América Latina, incluindo o Peru, estavam realizando manifestações de rua em massa, exigindo ações do governo contra a violência de gênero.
Procuradores dos Estados Unidos acusaram hoje um ex-ministro da Economia da Guatemala de conspiração para lavagem de dinheiro com origem na venda de droga e com o fim de subornar políticos, disseram as autoridades.
O gabinete do procurador dos EUA no sul da Florida disse que AsciloValladaresUrruela, ex-ministro da Economia da Guatemala, ajudou a lavar quase 10 milhões de dólares (cerca de nove milhões de euros) de dinheiro ilegal, entre 2014 e 2018.
Os seus alegados cúmplices incluem um narcotraficante, um político corrupto e um outro funcionário.
“ValladaresUrruela recebia regularmente malas e maletas cheias de dinheiro sujo e indetetável, que ele sabia ter origem no tráfico de droga, que usava para subornar políticos guatemaltecos”, disse o gabinete do procurador de Miami.
Pelo menos duas empresas desta cidade da Florida ajudaram a transferir o dinheiro para a América do Sul, segundo a procuradoria, que acusa Valladares de conspiração para lavagem de dinheiro.
Valladares foi ministro da Economia no Governo do ex-Presidente Jimmy Morales e é considerado um fugitivo na Guatemala, onde a justiça também o acusa de lavagem de dinheiro e associação ilegal.
O seu pai, AciscloValladares Molina, embaixador da Guatemala no Reino Unido, escreveu hoje na sua conta pessoal da rede social Twitter que as acusações nada têm a ver com o desempenho do seu filho enquanto ministro da Economia, atribuindo as alegações a uma “vingança subtil” dos traficantes de drogas contra a família Valladares.
A porta de entrada do chefe de Estado será o distrito de Vanduzi, onde vai visitar uma Empresa de Produção de Sementes.
De acordo com o comunicado, o Presidente Nyusi vai visitar o posto administrativo de Nhamadjessa, em Chimoio, considerado a incubadora de empresas de Manica.
O Estadista moçambicano vai dirigir ainda em Chimoio, as sessões extraordinárias do Conselho Executivo Provincial alargada ao Presidente da Assembleia Provincial e do Conselho de Serviços de Representação do Estado na Província.
À tarde, a Chefe do Estado moçambicano fará uma comunicação a população da província e ao país, sobre o tema: “Os desafios da Educação e da Saúde no ciclo 2020/2024”.
Nesta visita o Presidente da República faz-se acompanhar pelos ministros da Educação e Desenvolvimento Humano, Carmelita Namashulua, da Saúde, Armindo Tiago, vice-ministros da Administração Estatal e Função Pública, Inocêncio Impissa e da Indústria e Comércio, Ludovina Bernardo, quadros da Presidência da República e de outra instituições do Estado.
HANDOUT - V.l.n.r, Botschafter Mirko Manzoni, Praesident Filipe Jacinto Nyusi, Osuffo Momade und Bundesrat Ignazio Cassis an der Zeremonie zur Unterzeichnung des Friedensvertrags am Dienstag, 6 August 2019 in Maputo, Mosambik. (EDA/Sebastian Hueber) *** NO SALES, DARF NUR MIT VOLLSTAENDIGER QUELLENANGABE VERWENDET WERDEN ***
Um ano após a assinatura do Acordo de Maputo para a Paz e Reconciliação Nacional, a 06 de Agosto de 2019, o país “manteve-se fiel à pela paz”, considera Mirko Manzoni, enviado pessoal do secretário-geral das Nações Unidas para Moçambique e presidente do Grupo de Contacto para o processo do DDR.
O entendimento foi assinado pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, e pelo líder da Renamo, Ossufo Momade. “Sinto-me (…) sensibilizado e orgulhoso pelos progressos alcançados”.
“Elogiamos às duas partes e aos seus líderes por permanecerem fiéis às disposições do Acordo de Paz e trabalharem em conjunto na sua implementação. Também elogiamos a todos os sectores da sociedade
pela sua determinação e coragem para assegurar que a paz seja uma realidade”, diz Mirko Manzoni, numa declaração a que “O País” teve acesso.
Contudo, “os ataques no centro do país [em Manica e Sofala] continuam a gerar angústia e apelamos a todos os envolvidos para que se
juntem ao apelo à paz e usem o diálogo como seu único meio de expressão”.
O enviado pessoal do secretário-geral das Nações Unidas para Moçambique e presidente do Grupo de Contacto no âmbito do processo do DDR entende, nesse contexto, que “não há nenhum problema que não possa ser resolvido por meio do diálogo e, de facto, esta deve ser a voz de comando para todos ) os moçambicanos”.
Embora haja ainda muito trabalho a fazer para garantir que todos os combatentes em desarmamento, desmobilização e reilintegração cheguem à casa em segurança, os progressos feitos até agora enchem o Grupo de contacto de esperança.
“A paz está a instalar-se em
Moçambique. Não tenho dúvidas de que a busca pela paz é a única solução viável para um futuro próspero” e este é o “sentimento partilhado pelo Presidente Filipe Nyusi, pelo líder da Renamo Ossufo Momade e por muitos milhões de moçambicanos”.
Buscando a contratação de Lautaro Martínez, o Barcelona só avançará caso Luis Suárez deixe o clube catalão. De acordo com o “Mundo Desportivo”, o uruguaio apenas sairá se aparecer uma proposta boa para os dois lados.
O Barcelona não quer gastar muito dinheiro devido aos problemas financeiros causados pela pandemia do coronavírus. Além disso, a direcção catalã entende que o uruguaio realizou uma boa temporada e teve bons números.
O Benfica está a movimentar-se em vários tabuleiros do mercado para oferecer a Jesus as peças do xadrez que o técnico quer para formar o plantel com que pretende «arrasar» na época 2020/2021 e o dossier relacionado com Bruno Henrique é o próximo que a SAD vai tentar fechar.
Bruno Macedo é o emissário que as águias têm no Brasil a tratar deste e de outros alvos e que vai encarregar-se do resgate do avançado de 29 anos do Flamengo, pedido expresso de Jorge Jesus.
Em cima da mesa, apurou A BOLA, estarão €12 milhões, verba que pode garantir o ingresso de Bruno Henrique na Luz. Os valores quase três vezes superiores que têm sido apontados como constantes na cláusula de rescisão contemplada no contrato que liga o jogador ao emblema rubro-negro até dezembro de 2023, garantem a A BOLA, não correspondem à realidade e o resgate poderá ser feito pelos tais €12 milhões, sendo a vontade de Bruno Henrique, que tem aqui oportunidade de voltar ao futebol europeu, decisiva para que a mudança se venha a concretizar.
Gilberto, lateral-direito brasileiro de 27 anos, que milita no Fluminense, vai reforçar o Benfica. A BOLA sabe que o acordo entre os clubes e o jogador está alcançado, falta formalizar o contrato.
Gilberto já tem programada a viagem para Lisboa para realizar exames e marcar presença no início dos trabalhos da equipa sob o comando de Jorge Jesus na próxima segunda-feira dia 10.
Ole Gunnar Solskjaer confirmou a saída de Alexis Sánchez para o Inter de Milão. O chileno de 31 anos vai mudar-se a título definitivo para Itália, num negócio que, de acordo com a Sky Sport, não vai envolver o pagamento de verbas ao Manchester United.
«Posso confirmar que existe acordo. O Inter gostou dele, por isso acredito que é um bom negócio. É um jogador de topo a quem desejamos o melhor. Por algum motivo não conseguimos ver o melhor do Alexis aqui, mas sabemos que ele tem muito a dar», concluiu.
Recorde-se que Alexis Sánchez passou esta temporada cedido ao Inter de Milão. No total, apontou três golos em 29 partidas.
O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, anunciou na quarta-feira 05, uma recompensa de até 10 milhões de dólares (cerca de nove milhões de euros) por informações sobre estrangeiros que tentem interferir nas eleições presidenciais dos EUA.
Os Estados Unidos têm acusado os governos da Rússia e da China de promoverem grupos de piratas informáticos com planos de usar plataformas digitais para interferirem nas eleições presidenciais, marcadas para 03 de novembro.
“O Departamento de Estado está a oferecer uma recompensa de até 10 milhões de dólares por informações que levem à identificação e localização de qualquer pessoa que esteja sob a direção ou controlo de um governo estrangeiro que interfira nas eleições, ao envolver-se em atividades de crimes cibernéticos”, disse Pompeo, durante uma conferência de imprensa.
O programa de recompensas financeiras para a detenção de pessoas procuradas pelo sistema de justiça dos EUA é administrado pelo Departamento de Estado e, desde a sua criação, em 1984, já foram pagos mais de 150 milhões de euros a cerca de 100 pessoas em todo o mundo.
Em 2019, uma investigação do procurador-especial Robert Mueller concluiu que o Governo russo interferiu nas eleições presidenciais de 2016, através de grupos de piratas informáticos que operavam desde a Ucrânia.
Em junho passado, um grupo de legisladores do Partido Democrata no Congresso disse estar “muito preocupado” com uma campanha de desinformação orquestrada a partir do estrangeiro.
Um bar causou revolta nas redes sociais após cobrar uma “taxa de Covid-19” na conta dos clientes que consumiam no local, em Dublin, capital da Irlanda.
O caso aconteceu em uma filial da rede Mulligans. Na imagem, é possível ver a soma das comidas e bebidas, e, em seguida, o valor de 2 euros a mais, o equivalente a 167,oo Mt, de taxa.
Segundo informações do jornal Irish Post, o início da cobrança dividiu as opiniões.
Houve quem protestasse contra o valor cobrado. “Não sou a favor. A lógica disso é brutal”, afirmou uma consumidora, segundo a reportagem do jornal local.
O Governo libanês decretou o estado de emergência por duas semanas em Beirute, 24 horas depois de fortes explosões terem devastado a cidade.
O ministro da Saúde disse a uma televisão libanesa que há pelo menos 135 mortos e cinco mil feridos.
“Num segundo, o impacto da explosão atirou-me para dentro da loja. Fiquei no chão, ferida “, conta Marie Fares, comerciante.
“Nós, como indivíduos, perdemos imenso, mas a nação perdeu Beirute”, sublinha outro comerciante, Joseph Daccache.
As autoridades esperam que o número de vítimas aumente, numa altura em que as equipas de resgate procuram ainda dezenas de desaparecidos entre os escombros.
Segundo o Governador de Beirute, centenas de milhares de pessoas perderam a casa, devido aos danos causados pelas explosões. Alguns dos principais hospitais também foram atingidos.
“Numa área de 25 metros temos cinco pessoas mortas. O nosso Governo está falido. Ninguém nos ajuda. Este incidente, que abalou os libaneses de todas as regiões e religiões, é algo que ninguém pode imaginar”, vinca Beshara Gholam, autarca de Gemmayze, em Beirute.
O presidente do Líbano revelou que na origem das explosões estiveram 2750 toneladas de nitrato de amónio armazenadas há seis anos no porto, sem quaisquer medidas de segurança. Já foi aberta uma investigação e o primeiro-ministro prometeu que os responsáveis não vão ficar impunes.
O Governo libanês exigiu a prisão domiciliária de responsáveis do porto de Beirute enquanto decorrer a investigação.
“Essa explosão devastadora ocorre numa altura em que o Líbano enfrenta uma crise financeira e económica sem precedentes. Os libaneses culpam o governo pela sua angústia e por não tomar medidas sérias para combater a catástrofe”, realça a correspondente da Euronews em Beirute, Lea Fayad.
Um cidadão sul-coreano, com receio do coronavírus, decidiu lavar uma quantia significativa, embora não precisada, de dinheiro.
Segundo o Notícias ao Minuto, que cita a Associated Press, o resultado desta decisão foram diversas notas danificadas e uma perda considerável, como referiu o Banco da Coreia.
A pessoa, que não foi identificada, e que vive em Ansan, uma cidade perto de Seul, colocou uma quantidade não especificada de notas na máquina de lavar no início do ano.
Face aos estragos nas notas, deslocou-se ao Banco da Coreia para descobrir se era possível trocar aquelas notas por outras.
Num comunicado, a instituição bancária esclareceu que trocou parte das notas lavadas por 23 milhões de won (cerca de 16.400 euros).
No entanto, o Banco da Coreia acrescentou que as notas foram trocadas por metade do seu valor face aos danos e nem sequer contabilizou as notas que não trocou por estarem muito danificadas. O banco afirmou que a perda foi “considerável”.
A camada mais jovem em alguns países tem sido os principais contribuidores para o aparecimento de surtos.
Os jovens têm de acalmar os seus instintos de se juntar em grupo, de organizar e ir a festas de forma a evitar o surgimento de novos surtos de Covid-19. O apelo foi feito por responsáveis da Organização Mundial de Saúde esta quarta-feira.
Em alguns países, a camada mais jovem, cansada de estar fechada e ansiosa por aproveitar o verão (no hemisfério norte), tem contribuído em grande parte para um aumento de casos diários ao juntar-se em festas, churrascos ou férias em conjunto, conta a Reuters.
Em Genebra, na Suíça, por exemplo, foi necessário fechar as discotecas e bares, no passado fim de semana, depois de ficar provado que quase metade dos novos casos estavam a daqueles locais.
“Os jovens também têm de perceber que têm responsabilidades”, explicou o responsável pelo programa de Emergências Sanitárias da OMS, Michael Ryan, durante uma discussão online, acompanhada pela agência. “Perguntem-se: Preciso mesmo de ir àquela festa?”, acrescentou.
Michael explicou ainda que os jovens são também sempre os mais reticentes em dar os seus dados ou os nomes dos seus amigos para se perceber as possíveis cadeias de infeções. “É difícil, mas é o que é necessário para parar o vírus”, rematou.
A pandemia de Covid-19 já provocou mais de 701 mil mortos e infetou mais de 18,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios.
O secretário da Defesa norte-americano, Mark Esper, mencionou nesta quarta-feira 05, a tese de um acidente a propósito das explosões que destruíram grande parte de Beirute, ao contrário do que avançou o Presidente Donald Trump na terça-feira.
Citando militares, o Presidente norte-americano aludiu a uma bomba.
“Informei-me sobre o que se passou”, disse Esper, durante um fórum em linha. “A maior parte das pessoas pensam que foi um acidente, como foi adiantado”, respondeu, quando questionado sobre o assunto durante o Fórum de Segurança em Aspen.
Na terça-feira à noite, durante uma conferência de imprensa, Trump afirmou que as explosões destruidoras em Beirute, capital do Líbano, “pareciam um atentado terrível”.
Na ocasião, Trump acrescentou: “Reuni com os nossos generais e parece que não foi um acidente industrial. Parece, dizem, que foi um atentado, era uma bomba”.
A explosão de toneladas de nitrato de amónio, deixadas ao abandono do porto da capital libanesa, provocou na terça-feira mais de 100 mortos, milhares de feridos, centenas de milhares de sem-abrigo e a destruição de quarteirões inteiros.
O governador da cidade, MarwanAbboud, durante uma deslocação aos locais da tragédia, declarou, em lágrimas, que “a situação é apocalíptica”.
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