O Ministro do Interior, Amade Miquidade, sublinhou que está ainda fora de hipótese a decretação do estado de sítio, na província de Cabo Delgado, afectada pelo terrorismo.
Amade Miquidade, falava, esta quinta-feira em Maputo, em conferência de imprensa conjunta com o Ministro da Defesa Nacional, Jaime Neto, sobre a situação de segurança, no norte de Cabo Delgado.
“Não há e nem estamos próximos de declarar estado de sítio. Estão neste momento a desenrolar combates em vários pontos da Mocímboa da Praia assim como também em outras zonas circunvizinhas”, disse.
Por sua vez o Ministro da Defesa Nacional, esclareceu que o país ainda tem capacidade suficiente para responder aos ataques terroristas em Cabo delgado.
Anunciou ainda que o governo não pediu ajuda internacional para fazer face ao terrorismo por estar controlado, não obstante existirem alguns focos em Mocímboa da Praia.
“ O Estado moçambicano ainda continua forte para combater o terrorismo em Moçambique. Neste momento o apoio que o estado moçambicano solicitou é a vigilância nas fronteiras, para não deixar entrar bandidos no nosso território. No combate estão os moçambicanos e com muito orgulho estamos a travar esta luta” frisou.
E a paz e segurança regional dos países membros da África Austral está no topo da agenda da quadragésima Cimeira de Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) que terá lugar na segunda- feira em Maputo.
O Vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação O Pedro Comissário disse em conferência de imprensa que os ataques armados não só ameaçam a paz e segurança do país, como também o desenvolvimento da região da África Austral.
Moçambique registou mais 79 infecções pelo novo coronavírus, nas últimas 24 horas, elevando para 2.638 o número de pessoas infectadas pela doença.
A directora nacional de Saúde Pública, Rosa Marlene, que falava, esta quinta-feira em Maputo, na conferência de imprensa de actualização de dados da Covid-19 disse que 43 dos novos casos positivos foram registados na cidade de Maputo.
Dos 79 novos casos, 73 são moçambicanos, dois de nacionalidade dominicana e os restantes quatro são da África do Sul, Espanha, Venezuela e Holanda.
Os novos casos foram registados em 7 províncias, nomeadamente Niassa (01), Nampula (04), Sofala (04), Gaza (05), Maputo província (06), Manica (16), e Maputo Cidade (43).
“Os casos hoje reportados encontram-se em isolamento domiciliar e, neste momento, decorre a identificação dos seus contactos”, avançou Rosa Marlene.
A maioria dos casos activos estão na cidade e província de Maputo, com 579 e 354 pessoas infectadas, respectivamente, seguida de Cabo Delgado, com 236, e Nampula, com 222 casos.
As restantes sete províncias registam menos de 120 casos.
“Pelo terceiro dia consecutivo, a província de Inhambane não regista nenhum caso activo de Covid-19”, referiu Rosa Marlene.
A directora nacional de Saúde Pública adiantou que 64 pessoas infectadas pelo novo coronavírus recuperaram nas últimas 24 horas, elevando o número de pessoas nessa condição para 1.015.
O número de óbitos, no país, mantém-se em 19.
A tensão ainda está alta na capital comercial da Costa do Marfim, Abidjan, sexta-feira, um dia depois que a polícia usou gás lacrimogêneo para interromper os protestos de rua contra a controversa decisão do presidente Alassane Ouattara de buscar um terceiro mandato.
Pelo menos um manifestante foi morto no distrito de Yopougon, em Abidjan, enquanto a polícia perseguia os manifestantes, que montaram bloqueios de estradas feitos de pneus e móveis queimados.
Houve manifestações esparsas na Costa do Marfim desde que Ouattara anunciou na semana passada que estava buscando a reeleição em 31 de outubro, apesar da oposição acusá-lo de violar os limites de mandato.
Ouattara está desafiando a lei presidencial de dois mandatos, dizendo que uma nova constituição adotada em 2016 compensou quaisquer barreiras que o impediam de concorrer novamente.
Se a tentativa de Quattara de concorrer novamente for bem-sucedida, ele enfrentará vários outros candidatos, incluindo o ex-presidente Henri Konan Bedie na eleição, que é vista como um grande teste para a estabilidade do país desde uma guerra civil há dez anos.
Manifestações violentas foram desenfreadas após a recusa do ex-presidente Laurent Gbagbo em renunciar após um disputado segundo turno.
As autoridade de saúde vão iniciar, a 17 deste mês, a massificação de testes da Covid-19, disse, nesta 5ª feira, 13, o porta-voz do Governo, Adelino Lucas.
“O ministro da Saúde já fez saber que este processo terá início na região autônoma do Príncipe e que se estenderá por todo o país,” disse Lucas, num encontro com o presidente Evaristo Carvalho.
Perante a previsão de uma segunda vaga da covid-19, o governo São-tomense decidiu também prolongar o estado de calamidade por tempo indeterminado.
Nas últimas 24 horas as autoridades sanitárias de São Tomé e Príncipe anunciaram mais um caso de infecção pelo novo coronavírus, elevando para 882 o número de casos positivos, dos quais 807 são dados como recuperados e 15 faleceram.
A Administração americana apreendeu milhões de dólares e centenas de contas em moeda virtual usadas para canalizar dinheiro para a Al Qaeda, o Estado Islâmico e a ala militar do Hamas, anunciou o Departamento de Justiça nesta quinta-feira, 13.
A apreensão de mais de 300 contas de criptomoedas vinculadas aos três grupos foi a maior até agora e representa um corte nos métodos de arrecadação de fundos.
“Não deve surpreender ninguém que os nossos inimigos usem tecnologia moderna, plataformas das redes sociais e criptomoeda para facilitar as suas agendas malignas e violentas”, disse o Procurador-Geral William P. Barr em comunicado.
Ele reiterou que “o Departamento de Justiça empregará todos os recursos disponíveis para proteger a vida e a segurança dos americanos contra grupos terroristas”.
As contas apreendidas pertenciam aos três grupos terroristas, seus doadores não identificados e “transmissores de dinheiro” que operam em casas de câmbio virtuais em todo o mundo.
Mais de 150 das contas foram usadas na arrecadação de fundos realizada pelas Brigadas al-Qassam, o braço militar do Hamas.
Dois transmissores de dinheiro turcos – Mehmet Akti e Husamettin Karataş – foram acusados de ajudar o Hamas a “tirar” as doações de bitcoin, enquanto operava um negócio de transmissão de dinheiro não licenciado.
Akti atendeu centenas de clientes, incluindo seis que viviam nos Estados Unidos ou usavam contas baseadas também no país, de acordo com documentos oficiais.
Perseguição em todo o mundo
“Embora esses indivíduos acreditem que operam de forma anónima no espaço digital, temos a habilidade e a decisão firme de encontrar e processar esses atores em toda a extensão da lei”, disse o procurador interino de Washington DC, Michael R. Sherwin .
Especialistas e legisladores manifestaram há algum tempo a preocupação de que grupos terroristas possam explorar transações com bitcoin para financiar as suas atividades.
Nos últimos anos, o Estado Islâmico e as Brigadas al-Qassam usaram a moeda virtual.
Nas redes sociais
A arrecadação de fundos em moeda digital das Brigadas de al-Qassam começou no início de 2019 com uma campanha no Twitter denominada “Doar para a Resistência Palestina via Bitcoin”, de acordo com documentos judiciais.
O grupo desviou pessoas para sites oficiais, garantindo aos seguidores que as doações de bitcoin eram “indetetáveis” e que “seriam usadas para causas violentas”.
“Os sites oferecem instruções em vídeo sobre como fazer doações anonimamente, em parte usando endereços bitcoin exclusivos gerados para cada doador individual”, revelou o Departamento de Justiça em um comunicado.
Ao descobrir as doações, incluindo feitas por pessoas radicadas nos Estados Unidos, agentes do FBI, das Finanças e do Departamento de Segurança Interna rastrearam e apreenderam mais de 150 contas que canalizaram dinheiro para contas das Brigadas al-Qassam.
O diretor da polícia de investigação FBI, Christopher Wray, disse que com essa ação a corporação demonstra “o seu compromisso em anular as fontes de financiamento dessas organizações que procuram prejudicar os americanos no país e no exterior”.
No caso do grupo Estado Islâmico, o Departamento de Justiça apreendeu um site falso de vendedor de máscaras e páginas do Facebook pertencentes a Murat Cakar, um facilitador turco do grupo, supostamente responsável pelas operações de hacking do grupo.
O Governo moçambicano confirmou, ontem, 13, a ocorrência de um assalto a Mocímboa da Praia, na sequência de sucessivos ataques, desde a semana passada, pelo grupo de insurgentes associado ao Estado Islâmico.
Em conferência de imprensa conjunta, em Maputo, os ministros da Defesa e do Interior, Jaime Neto e Amade Miquidade, respectivamente, confirmaram, de forma implícita, a ocupação do Porto, de onde, segundo avançaram, os insurgentes estão a atacar qualquer meio naval de socorro das forças governamentais.
Mesmo assim, Jaime Neto, diz que as Forças de Defesa e Segurança estão no terreno e determinadas a não deixar que os terroristas ponham em causa a soberania nacional.
“O Estado tomará medidas para que que este problema não arraste para outras regiões”, disse o governante.
Milhares em fuga
Questionado sobre a possibilidade de declaração do Estado de Sítio em Cabo Delgado, o ministro do Interior, Amade Miquidade, respondeu que isso está fora de questão.
“O Estado ainda continua forte para combater”, disse Miquidade.
Entretanto, na sequência da ocupação do Porto, milhares de pessoas abandonaram a vila em debandada sem nenhum meio de sobrevivência, disseram testemunhas.
“Toda a população está refugiada nas matas. Uma parte em Luvula, outra em Malinde, Nkomangano e Mocímboa-a-velha”, disse um dos residentes à VOA.
O representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura em Moçambique (Fao, na sigla inglesa) defendeu uma resposta conjunta entre os países da África Austral para fazer face à praga de gafanhotos na região, alertando para a sua rápida propagação.
Os “insetos deslocam-se muito rapidamente e podem atravessar as fronteiras sem que ninguém perceba em menos de 24 horas. Portanto, esta parte da coordenação regional é uma componente muito importante para travar a propagação”, disse Hernâni Coelho da Silva, em entrevista à Lusa em Maputo.
Na África Austral, além de Maláui e Tanzânia, a praga do “gafanhoto vermelho” já afeta quatro distritos de duas províncias de Moçambique, nomeadamente Sofala e Niassa.
Após uma informação reportada pela Fao sobre a eclosão da praga em alguns países da região, o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural moçambicano lançou em julho um “alerta máximo” para a região fronteiriça entre Moçambique e Maláui, avançando que a praga pode constituir perigo para a segurança alimentar.
As zonas de maior risco em Moçambique são os distritos de Buzi, Gorongosa e Caia, na província de Sofala, centro de Moçambique, e Macanhelas, na província do Niassa, norte do país.
“Neste momento, a praga está na fase de eclosão e os insetos estão a procriar-se nestas zonas”, alertou Hernâni Coelho da Silva.
Com uma capacidade reprodutiva muito alta, o peso médio do gafanhoto vermelho é de dois gramas e, por dia, o inseto consome a mesma quantidade de “tudo que é verde”.
“Imagine se tivermos uma tonelada de gafanhotos vermelhos acumulados numa zona, eles podem comer as plantas em quantidades que seriam suficientes para alimentar 2.500 pessoas. Temos de estar muito atentos e tomar medidas atempadas”, frisou o representante da Fao em Moçambique.
Além de coordenar uma resposta regional face à praga, a Fao quer reforçar a capacidade técnica dos países e disponibilizar produtos necessários para a conter, mas é preciso prestar atenção às consequências para o ecossistema.
“Se forem utilizados produtos químicos que não são adequados a circunstância em que as pragas estão poderão afetar o ecossistema no seu todo. Portanto, a padronização da resposta e o conhecimento são muito importantes”, declarou Hernâni Coelho da Silva.
A última praga que atingiu Moçambique data de 2010 e, pelo menos, 300 hectares de culturas diversas foram destruídas, um número consideravelmente baixo, tendo em conta que a praga chegou ao país num momento em que a colheita tinha sido feita.
Como forma de resistir aos altos índices de pobreza e à desnutrição crónica, a maior parte da população moçambicana, que vive em zonas rurais, recorre à agricultura de subsistência como único meio para fugir a fome.
Num momento em que o principal desafio é a pandemia da covid-19, a aposta na capacitação e apoio ao pequeno agricultor continua a ser fundamental para responder aos altos índices de insegurança alimentar e a criação de cadeias de valor é vista pela Fao como uma solução.
“Perto de 66% da população vive nas zonas rurais e 90% dessa população depende da agricultura. Mas a nossa produtividade em Moçambique está ainda para além da média da produção em África”, observou Hernâni Coelho da Silva.
Com as restrições impostas pelo novo coronavírus, a Fao teme que os esforços para reforçar a capacidade dos pequenos agricultores e apoiar o setor sejam severamente afetados, havendo um plano orçado em 20 milhões de dólares (17 milhões de euros) para evitar este cenário e garantir que os agricultores estejam informados sobre as medidas de prevenção contra a pandemia.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou nesta quinta feira 13, que as pessoas “não devem recear a comida ou as embalagens de comida” como fontes de contágio, apesar de vestígios do novo coronavírus terem sido encontrados em asas de frango importadas do Brasil.
O jornal oficial do Partido Comunista Chinês (PCC) noticiou hoje que o SARS-Cov-2, o coronavírus que provoca a doença covid-19, foi encontrado em asas de frango congeladas importadas do Brasil para a cidade de Shenzhen, no sul da China, mas que todo o pessoal das alfândegas que entrou em contacto com as amostras foi testado e deu negativo.
“Não há provas de que os alimentos ou a cadeia alimentar estejam a participar na transmissão deste vírus”, salientou o diretor executivo do programa de emergências sanitárias da OMS, Michael Ryan.
A principal responsável técnica da OMS no combate à covid-19, Maria van Kerkhove, esclareceu que a China “testou cerca de cem mil embalagens” de comida à procura do novo coronavírus, mas que só o encontrou em “menos de dez”.
“Sabemos que (o vírus) pode permanecer em superfícies durante algum tempo, mas pode ser inativado lavando as mãos ou usando uma solução à base de álcool”, indicou, acrescentando que a OMS emitiu orientações para os trabalhadores de instalações fabris de processamento de alimentos para evitar a transmissão.
Michael Ryan ressalvou que é importante “não descartar provas científicas”, mas que é “igualmente importante que as pessoas possam continuar a viver sem medo”.
“As pessoas já estão suficientemente assustadas e com medo”, declarou, reiterando que não há qualquer indicação científica de transmissão do novo coronavírus através de alimentos.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 749 mil mortos e infetou mais de 20,6 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.
A Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB) cancelou, esta quarta-feira 13, a Liga Moçambicana de Basquetebol e os campeonatos nacionais da modalidade de todos os escalões, devido à pandemia da Covid-19.
Inicialmente prevista para Setembro, depois da disputa dos Campeonatos Provinciais- uma das etapas de qualificação-, a Liga Moçambicana de Basquetebol viu o seu calendário comprometido este ano uma vez que estava nas previsões da organização realizar uma prova mais longa e com muitos jogos. Acontece, porém, que a interrupção das actividades desportivas no país, em face do Estado de Emergência decretado pelo presidente da Republica, Filipe Nyusi, colocou a Liga Moçambicana de Basquetebol condicionada em termos de “timings” para entrega dos campeões provinciais assim como a concretização do plano de disputa do nacional masculino.
Neste momento, refere a nota, a Federação Moçambicana de Basquetebol e a Secretaria de Estado de Desporto estão a preparar o protocolo sanitário para a retoma da actividade.
Em comunicado enviado ao “O País”, a Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB) refere que, dentro dos limites a serem devidamente comunicados, as Associações Provinciais deverão reiniciar as actividades obedecendo ao protocolo sanitário a ser estabelecido pela Secretaria de Estado de Desporto (SED) e agremiação que tutela a modalidade da bola ao cesto no país.
Mais: as Associações Provinciais de Basquetebol devem, dentro do plano de competições, “programar o tempo disponível até a data de 31 de Dezembro, finalizando os seus campeonatos ou realizando provas de curta duração para que as equipas possam ganhar ritmo competitivo tendo em vista a próxima temporada”.
Na mesma nota, a FMB aponta 1 de Fevereiro de 2021 como a data para o arranque da próxima temporada, devendo a mesma se estender até 31 do mesmo ano em todos os escalões. Para o efeito, as inscrições irão decorrer de 20 de Dezembro deste ano até 28 de Fevereiro de 2021, sendo que as mesmas passam a ser válidas depois da homologação e emissão da respectiva licensa.
O organismo dirigido por Roque Sebastião diz ainda que os contratos de trabalho que obriguem os clubes e agentes desportivos, neste caso atletas, treinadores, técnicos de saúde, entre outros, serão cumpridos de acordo com a lei vigente.
Mais de 30 mil habitantes já dispõem de um hospital no distrito de Gurúè, província da Zambézia. Trata-se Centro de Saúde de Magige, orçado em 41 milhões de meticais.
A unidade sanitária é composta por oito blocos, dos quais laboratório, maternidade, farmácia e outros serviços. Há muito tempo que Magige clamava por uma unidade sanitária.
Assim a população deixa de percorrer os 30 quilómetros para ter acesso a uma unidade sanitária, o que só era possível na cidade de Gurúè.
A construção do empreendimento durou pouco mais de seis meses. Eduardo Cardo, director distrital de infra-estruturas no Gurúè, apresentou o projecto de construção ao timoneiro da província da Zambézia, Pio Matos.
A população presente na inauguração mostrou satisfação. Através do seu representante, Agostinho Teleia, disse: “Estamos felizes por isso mesmo queremos saudar o nosso governo pelo trabalho. Assim queremos igualmente pedir mais água, energia, vias de acesso” e outras infra-estruturas.
Na província da Zambézia, a segunda mais populosa do país, há 272 unidades sanitárias para pouco mais de cinco milhões de habitantes.
O governador da Zambézia, Pio Matos, que inaugurou o centro de saúde, apelou para o uso correcto das instalações para que serviam a mais pessoas na localidade.
“Como vocês vêm, atrás de uma realização a outro pedido. Isso significa que o vosso governo deve prover todas as necessidades básicas à sua população. Estamos a falar de mais água, hospitais, escolas, entre outras como infra-estruturas, que beneficiem directamente a população”, disse Pio Matos.
Na ocasião, o dirigente apelou à população a prevenir-se do novo Coronavírus. “Têm hospital e devem aproveitar para assim que tiverem gripe, febre entre outros sintomas aproximar, imediatamente, à equipa médica. Como vocês sabem, estamos, neste momento, em todo o mundo a enfrentar o novo Coronavírus e temos que nos precaver o máximo possível”, exortou o governador da Zambézia.
Zambézia registou, até esta quinta-feira, 50 pessoas com o novo Coronavírus, dos quais um óbito, 44 recuperados, o que cinco significa que apenas cinco continuam sob orientação das autoridades de saúde.
Os 400 prisioneiros talibãs que vão ser libertados para permitir o início das negociações de paz com Cabul representam um “perigo para o mundo”, alertou hoje o presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani.
Apaz tem um custo e com esta libertação “estamos a pagar a maior parcela, o que significa que a paz terá consequências”, sublinhou o presidente afegão durante uma videoconferência organizada por um centro de reflexão de Washington, noticia a agência AFP.
Para o governante, a libertação de “criminosos empedernidos” e traficantes de droga “provavelmente representará um perigo para os Estados Unidos e para o mundo”.
O Governo liderado por AshrafGhani deverá agora iniciar as negociações de paz diretas com os talibãs, que exigiam previamente a libertação destes 400 prisioneiros.
Entre eles, segundo a lista oficial consultada pela AFP, estão mais de 150 condenados à morte, além de um grupo de 44 cativos “indesejáveis”, uma espécie de lista negra repleta de perfis considerados problemáticos pelas autoridades norte-americanas e afegãs, mas também de outros países.
Cabul já libertou quase 5 mil talibãs, mas as autoridades afegãs até agora recusaram-se a libertar os últimos 400 prisioneiros reivindicados pelos insurgentes.
Na noite de segunda-feira, Ghani assinou um decreto que ordenava a libertação destes em dois dias, mas isso ainda não tinha acontecido até à noite de quinta-feira.
Segundo fonte oficial do Governo afegão, os prisioneiros não serão libertados até que os talibãs libertem os soldados afegãos que ainda têm sob o seu domínio.
Caso estes sejam libertados na sexta-feira, Cabul libertará os 400 talibãs, destacou a mesma fonte à agência AFP, sob condição de anonimato.
Ghani vincou ainda que os talibãs terão de fazer concessões nas negociações de paz.
O presidente afegão deu a entender que as negociações podem ser longas, referindo-se ao acordo bilateral assinado no final de fevereiro entre os talibãs e o Governo liderado por Donald Trump, com o objetivo de retirar as forças norte-americanas do Afeganistão o mais rapidamente possível.
“Este período deve ser produtivo, caso contrário pode-se transformar em destruição”, concluiu o presidente afegão.
O Governo do Afeganistão tinha iniciado em 07 de agosto uma consulta sob a forma de LoyaJirga, assembleia de anciãos e elites políticas, mais de 3.200 participantes de diversos grupos sociais, incluindo 30% de mulheres, para decidir sobre a libertação dos últimos 400 prisioneiros talibãs na perspetiva do início das conversações de paz e foi aprovada em 09 de agosto.
O Presidente do Brasil admitiu, na quinta-feira 13, voltar ao Partido Social Liberal (PSL), pelo qual foi eleito nas presidenciais de 2018, e que abandonou no ano passado após divergências.
Após ter rompido com o PSL, Bolsonaro anunciou a criação do partido Aliança pelo Brasil, mas reconheceu que este é um processo complicado.
“É difícil formar um partido. Não é impossível. [Mas] não posso investir 100% no Aliança [pelo Brasil]. Eu tenho olhado outros partidos. Já conversei com três partidos, e um foi o [PTB, Partido Trabalhista Brasileiro, de] Roberto Jefferson. Tem a quarta hipótese, do PSL, que sinalizou uma reconciliação na mesa”, declarou JairBolsonaro, na habitual transmissão em direto na rede social Facebook.
Bolsonaro foi eleito chefe de Estado pelo PSL em 2018, mas deixou o partido após conflitos com o presidente da formação política, Luciano Bivar. Desde então que Bolsonaro está a tentar constituir o Aliança pelo Brasil.
Contudo, até ao mês passado, a Justiça eleitoral brasileira apenas tinha aceitado 3,2% das assinaturas entregues para constituir o partido, após ter detetado irregularidades, como eleitores inexistentes e pessoas que já morreram.
Das 492 mil assinaturas de eleitores necessárias para que o partido Aliança pelo Brasil se torne realidade, até 13 de julho apenas cerca de 16 mil tinham sido aceites, enquanto mais de 25 mil foram rejeitadas devido a irregularidades, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral.
“Vou conversar com o PSL. Apesar de ter saído, existem uns 43, 44 parlamentares com quem converso. Existem uns oito que não dá para conversar pelo nível, [porque] atacam pessoalmente”, acrescentou Bolsonaro, sublinhando que não ia desistir já do Aliança pelo Brasil.
Na transmissão direta semanal no Facebook, o Presidente brasileiro voltou a defender o uso da cloroquina no tratamento da covid-19, fármaco utilizado em doenças como a malária, mas sem provas científicas da eficácia contra o novo coronavírus (SARS–CoV-2).
Bolsonaro justificou a produção de cerca de quatro milhões de comprimidos de cloroquina pelo exército, afirmando que só serão vendidos com receita médica, mas que “nada será desperdiçado”.
“Alguns estavam a criticar-me, dizendo ‘ah, o Presidente mandou o exército fabricar comprimidos’. Não é só o exército. Se cada pessoa tomar meia dúzia, com receita médica, dá 700, 800 mil doses. (…) Nada vai ser deitado fora, tudo vai ser aproveitado de uma forma ou de outra”, disse.
O Presidente indicou que a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) do Brasil teria autorizado a compra de cloroquina com uma receita médica comum.
“Chegou aqui a informação de que o presidente da Anvisa, o almirante Barra, acabou de confirmar a informação sobre a hidroxicloroquina e a ivermectina. Você já pode comprar com uma receita simples, caso seu médico recomende, obviamente”, declarou o chefe de Estado, que aproveitou para lamentar as mais de 100 mil mortes causadas pela covid-19 no país.
Bolsonaro, um dos chefes de Estado mais céticos em relação à gravidade da pandemia, contraiu a doença em julho e afirmou que recuperou graças à cloroquina.
O Brasil totaliza 105.463 óbitos e 3.224.876 casos confirmados de covid-19 desde o início da pandemia, sendo o segundo país mais atingido pela doença no mundo, depois dos Estados Unidos.
O Governo da Nicarágua anunciou na quinta-feira 13, que vai produzir, para distribuição local e internacional, a vacina ‘Sputnik V’, desenvolvida pela Rússia para combater a pandemia de covid-19.
As autoridades nicaraguenses revelaram esta intenção após uma reunião à distância entre uma equipa de funcionários do Estado com o diretor do Instituto de Vacinas e Soros de São Petersburgo, Victor Trujin, e com o responsável do Instituto Latino-americano de Biotecnologia Méchnikov, com sede em Manágua, StanislavUiba, para coordenar o papel de Nicarágua na vacina russa.
Na reunião, as partes discutiram “sobre as ações que serão levadas a cabo nos próximos meses tendo em vista a futura produção em Nicarágua da vacina contra a covid-19, que foi desenvolvida e registada pelo Governo russo”, destacou o executivo nicaraguense, citado pela agência EfE.
O Governo da Nicarágua realçou ainda que a cooperação com a Rússia permitirá ao país da América Central contar “com a produção da vacina contra a covid-19 quer para distribuição local, quer internacional”.
Manágua já tinha demonstrado o seu interesse em reproduzir e exportar a vacina ‘Sputnik V’ desde que Moscovo anunciou a sua descoberta, graças às boas relações entre o Presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, e o homólogo russo, Vladimir Putin.
A vacina russa contra a covid-19, cujo registo foi anunciado terça-feira por Vladimir Putin, chama-se ‘Sputnik V’, vai começar a ser fabricada em setembro e já foi encomendada por 20 países.
Segundo o Kremlin, passa a estar disponível em janeiro de 2021.
A vacina contra o SARSCoV-2 desenvolvida pelos cientistas russos chama-se ‘Sputnik V’ (o ‘V’ significa vacina) em referência ao satélite soviético, o primeiro aparelho espacial a ser lançado para a órbita do planeta Terra, disse na terça-feira Vladimir Putin.
De acordo com o chefe de Estado, a vacina russa é “eficaz” e superou todas as provas necessárias assim como permite uma “imunidade estável” face à covid-19.
O Ministério da Saúde russo afirmou que uma dupla inoculação “permite uma imunidade longa”, que poderá durar “dois anos”.
No entanto, muitos cientistas no país e no estrangeiro questionaram a decisão de registar a vacina antes de os cientistas completarem a chamada Fase 3 do estudo.
Essa fase por norma demora vários meses, envolve milhares de pessoas e é a única forma de se provar que a vacina experimental é segura e funciona.
A Organização Mundial da Saúde recebeu com cautela a notícia de que a Rússia registou a primeira vacina do mundo contra a covid-19, sublinhando que deverá seguir os trâmites de pré-qualificação e revisão definidos.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 750 mil mortos e infetou quase 21 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
O Centro Internacional para Saúde Reprodutiva-Moçambique (ICRH-M), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Coordenador Provincial. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2)Docentes N1 – Engenharia Agronómica. Saiba mais.
A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Gestão de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Avaliação e Monitoria. Saiba mais.
A Embaixada da Suécia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa para Energias Renováveis, Meio Ambiente e Mudanças Climáticas. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal sete (7) Serventes de Unidade Sanitária (Chókwè). Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo (IFPELAC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Docentes N1. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo (IFPELAC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Docentes N3. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Segurança Alimentar e Meios de Subsistência (FSL). Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar dez (10) Operadores de Dados. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar nove (9) Operadores de Dados. Saiba mais.
A Organização Médicos Sem Fronteiras em Moçambique pretende recrutar para o quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos do Projecto. Saiba mais.
Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo e Financeiro. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Moamba pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 de Inglês. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Moamba pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Português. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Moamba pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de História. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos de Medicina Preventiva e Saneamento de Meio. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Serventes de Unidades Sanitárias. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Física e Reabilitação. Saiba mais.
A Click Auto pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos de Tecnologias e Electrónica para sua extensão em Niassa e Cabo Delgado. Saiba mais.
As publicações em questão falavam de potenciais curas, tratamentos ou até teorias da conspiração sobre a doença.
Apandemia de Covid-19 fez com que começassem a ser partilhados nas redes sociais vários artigos e informação considerada imprecisa ou até falsa, contribuindo para uma situação de incerteza e múltiplas dúvidas em relação à doença.
Foi para bem da saúde da pública que as empresas tecnológicas começaram a eliminar desinformação sobre a Covid-19 e, no caso do Facebook, parece que houve muito trabalho. A tecnológica de Mark Zuckerberg anunciou que eliminou mais de 7 milhões de publicações entre abril e junho por isseminarem desinformação sobre a Covid-19.
O Facebook continua a prestar atenção à desinformação em torno da doença, concentrando os seus esforços em publicações sobre potenciais tratamentos, curas ou teorias de conspiração sobre a origem do novo coronavírus.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, alertou na quarta-feira 12, que a pandemia de covid-19 ameaça ganhar a luta contra a pobreza global e a paz, e que existe um risco de uma escalada nos conflitos existentes.
Odiplomata português realçou ainda que a pandemia causada pelo novo coronavírus pode também gerar novos conflitos no mundo, noticia a agência AP.
O responsável da ONU destacou durante uma reunião do Conselho de Segurança que o seu pedido em 23 de março para um cessar-fogo imediato nos conflitos existentes em todo o mundo para o combate à pandemia levou à diminuição da escalada ou o fim de diversos conflitos.
António Guterres acrescentou, no entanto, que “lamentavelmente em muitos casos a pandemia não moveu os beligerantes a suspender hostilidades ou a acordarem um cessar-fogo permanente”.
O antigo secretário-geral da ONU Ban Ki-moon destacou ao Conselho de Segurança que é surpreendente que o mundo tenha confinado milhões de pessoas, fechado fronteiras, suspenso os mercados, mas tenha falhado em acabar com os conflitos.
Ban Ki-moon criticou ainda este órgão por ter desperdiçado meses valiosos em “discussões sobre os detalhes do texto” e não ter adotado a resolução antes de 01 de julho a exigir “um imediato cessar das hostilidades” em importantes conflitos como na Síria, Iémen, Líbia, Sudão do Sul ou Congo.
“Isto enfraqueceu a mensagem que este Conselho precisa de enviar a todos os envolvidos, que agora é tempo de enfrentar o inimigo comum”, destacou.
António Guterres realçou que a pandemia levantou questões pertinentes sobre a efetividade dos sistemas de saúde, serviços sociais e na confiança nas instituições e sistemas governativos.
“Tudo isto significa que o nosso compromisso para uma paz duradoura é mais urgente do que nunca”, frisou.
O antigo primeiro-ministro português alertou ainda para três perigos: o desgaste da confiança da população, a destabilização da ordem económica global e o enfraquecimento do “tecido social”.
António Guterres advertiu igualmente que “sem uma ação concertada, a desigualdade, pobreza global e o potencial para a instabilidade e a violência podem aumentar durante anos”.
Apesar da existência de protestos pacíficos, o diplomata referiu que, “em vários países, a covid-19 tem sido uma desculpa para o aumento de repressões por parte dos estados”.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 743 mil mortos e infetou mais de 20,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Os Estados Unidos são o país com mais mortos (164.545) e também com mais casos de infeção confirmados (mais de 5,1 milhões).
Seguem-se Brasil (104.201 mortos, mais de 3,1 milhões de casos), México (53.929, mais de 492 mil infetados), Reino Unido (46.706 mortos, mais de 313 mil casos) e Índia (46.091 mortos e mais de 2,3 milhões de infetados).
A Juventus contactou Edin Dzeko para saber a possibilidade do atacante em mudar de equipe. De acordo com o “Sportitalia”, a Velha Senhora busca um centro-avante experiente e o bósnio tem as características pretendidas pela direcção do clube de Turim.
Dzeko tem contrato até 2022 e, como fez uma boa temporada, não deve sair fácil da Roma. Ele terminou a temporada com 16 golos marcados na Serie A.
O atacante bósnio está no clube romano desde 2016, quando foi vendido pelo Manchester City. Pela Roma, são 222 jogos, 106 gols e 50 assistências.
Depois do Pais Saint-Germain, Cristiano Ronaldo surge nas cogitações do Barcelona. Segundo a BBC Sport, o avançado português foi colocado em cima da mesa dos catalães por parte da Juventus.
A mesma fonte avança que a vecchia signora encontra-se a reformular o plantel, com Cristiano Ronaldo a ser um dos jogadores na porta de saída. Para isso, o conjunto italiano terá contactado alguns dos principais emblemas europeus de forma a aferir a possibilidade destes avançarem com uma proposta pelo internacional português.
Recorde-se que Cristiano Ronaldo chegou à Juventus em 2018, somando 65 golos em 89 partidas. Antes, conta com passagens por Sporting, Manchester United e Real Madrid.
O governo do Peru proibiu as reuniões familiares e restabeleceu o toque de recolher aos domingos devido à escalada de casos do novo coronavírus no país, que tem o terceiro maior número de infecções na América Latina, anunciou nesta quarta-feira (12) o presidente Martín Vizcarra.
O presidente anunciou ainda que aumentou o número de regiões com quarentena, mediante a preocupação pelo aumento de 75% no número de infecções entre crianças e adolescentes.
“Agora quem está nos contagiando são as pessoas que conhecemos, os familiares que vem visitar, os amigos com os quais nos reunimos para fazer uma partidinha de futebol no bairro, um churrasco”, disse Vizcarra em um discurso transmitido pela televisão no Palácio do Governo.
“É um problema que juntos teremos de resolver”, afirmou o presidente. “São as reuniões familiares e sociais… que estão gerando essa alta de casos”, acrescentou.
Disparada nos contágios
Nos últimos dias o país andino registrou um aumento de contágios de coronavírus, com uma média diária de 7 mil infectados e 200 mortos, segundo os dados oficiais.
Até a última terça-feira, os casos confirmados de coronavírus no Peru subiram para 489.680 — quase o dobro do registrado em 18 de junho —enquanto os mortos somam mais de 21.501 — o dobro do registro no dia 6 de julho, informou o Ministério da Saúde peruano.
O presidente do Líbano, Michel Aoun, reconheceu nesta quarta-feira 12, que tomou conhecimento da presença de uma “grande quantidade” de nitrato de amônio no porto da capital libanesa no dia 20 de julho, duas semanas antes da explosão em Beirute que causou 171 mortes e deixou mais de 6 mil feridos, e assegurou que o Conselho Supremo de Defesa foi informado imediatamente.
“O presidente Aoun foi informado em 20 de julho de 2020, por meio do relatório de Segurança do Estado, da presença de uma grande quantidade de nitrato de amônio em um depósito no porto de Beirute, o conselheiro militar de Sua Excelência informou ao secretário-geral do Conselho Supremo da Defesa”, declarou a presidência em sua conta do Twitter.
O assessor de Aoun o informou na presença do Conselho de Ministros “para que pudesse tomar as medidas necessárias” e o secretário-geral do Conselho Supremo de Defesa então enviou o texto aos departamentos “competentes”, de acordo com a versão da presidência.
“A presidência da República deseja que a investigação judicial continue, valendo-se de todas as experiências para mostrar a verdade absoluta sobre a explosão, suas circunstâncias e seus responsáveis em todos os níveis”, concluiu.
O comentário de Aoun veio depois que relatórios de vários meios de comunicação no Líbano aumentaram nas últimas horas, afirmando que tanto o presidente quanto o primeiro-ministro, Hassan Diab, que renunciou na última segunda-feira, sabiam da existência do fertilizante que causou o tragédia.
Aoun vem atravessando forte pressão, não apenas das ruas onde tem havido protestos constantes desde a explosão para exigir a saída de toda a classe dominante, mas também de alguns setores políticos.
Há dois dias, o presidente libanês aceitou a renúncia de todo o governo, que pediu para permanecer no cargo até a formação de um novo Executivo.
O troço de três quilómetros da Estrada Nacional Número Um (N1), que faz a ligação entre as localidades de Chissibuca e Mavila, encontra-se totalmente...
Mais de 165 mil pacientes com diagnósticos de infecções respiratórias graves foram atendidos nas unidades sanitárias da província de Tete entre os meses de...