O presidente da Associação Moçambicana de Juízes, Carlos Mondlane, diz que os mandados de captura internacional, recentemente emitidos por Moçambique, têm a possibilidade de serem bem sucedidos, mas o advogado Arlindo Guilamba é de opinião que a emissão por sí só não garante a detenção.
Tendo cometido crimes de colarinho branco, diz Guilamba, os procurados podem arranjar várias artimanhas para escapar à justiça.
Os três moçambicanos, cujos nomes não foram divulgados pelas autoridades, são acusados de crimes de peculato, branqueamento de capitais, falsificação de documentos, furto informático de moeda ou valores e fraude relativa aos instrumentos e canais de pagamento electrónico.
Em causa está o desvio de 155 milhões de Meticais, cerca de dois milhões de dólares, das contas do Centro de Desenvolvimento de Sistemas e Informação de Finanças, do Ministério das Finanças.
Carlos Mondlane diz que à semelhança de casos anteriores, este novo pedido pode resultar, mas ressalva que “muitas vezes, os mandados internacionais dependem do campo de recepção do país”.
Sendo Moçambique membro da Interpol, acrescenta Mondlane, as possibilidades de sucesso são maiores.
Mas o advogado Arlindo Guilamba, que mostra certas reservas, afirma que estes mandados podem ter sido emitidos após os procurados terem se furtado em responder à chamada pelo tribunal e abandonado o país.
“O mandado de captura em si não encerra regra geral que a pessoa já vai ser detida”, diz Guilamba.
Por outro lado, observa Guilamba, o sucesso destes mandados depende também dos acordos judiciários entre os Estados. “A eficácia é forte nos países onde existe uma colaboração judiciária”.
O Papa Francisco, crítico do “fanatismo” por vezes instalado no seio da Igreja, considera que o prazer culinário ou sexual “é simplesmente divino”, segundo um livro de entrevistas publicado na quarta-feira 09 na Itália.
“A Igreja condenou o prazer desumano, cru e vulgar, mas sempre aceitou o prazer humano, sóbrio e moral”, referiu o Papa, em resposta a perguntas de Carlo Petrini, um escritor e gastrónomo italiano.
Na mesma entrevista, o Papa frisou que “o prazer vem diretamente de Deus; não é católico, nem cristão, nem qualquer outra coisa, é simplesmente divino”.
“O prazer de comer serve para o manter saudável através da alimentação, tal como o prazer sexual é feito para tornar o amor mais belo e garantir a perpetuação da espécie”, acrescentou o pontífice.
O Papa opõe-se categoricamente a “uma moralidade fanática” que rejeita a noção de prazer, que existiu na história da Igreja Católica, mas constitui “uma má interpretação da mensagem cristã”.
Esta visão “causou enormes danos, que ainda hoje se fazem sentir fortemente em alguns casos”, lamenta o Papa argentino.
“Pelo contrário, o prazer de comer bem, como o prazer sexual, vêm de Deus”, insistiu o líder espiritual de 1,3 mil milhões de católicos.
No livro, o Papa sublinha de passagem a sua admiração incondicional pelo filme “Babette’s Feast”, que tem lugar numa comunidade protestante dinamarquesa ultrapuritana do século XIX, convidada para um sumptuoso banquete preparado por um cozinheiro francês que ganha a lotaria.
“Para mim é um hino à caridade cristã, ao amor”, diz o papa.
O livro “TerraFutura“, que contém três entrevistas com o Papa Francisco sobre ecologia integral, foi escrito pelo fundador mundial do conceito de “slow food” (comida lenta), criado nos anos 80, para se opor à “fast food” (comida rápida).
A publicação centra-se na visão social do Papa Francisco sobre a ecologia, expressa na encíclica “Laudato Si”, publicada em 2015.
A Alemanha registou o primeiro caso de peste suína africana que não afeta os humanos num javali morto, numa localidade próxima da fronteira com a Polónia, anunciou esta quinta-feira 10, a ministra da Agricultura.
O vírus da peste suína africana foi detetado na carcaça de um javali encontrada na região de Brandenburgo, próximo da fronteira polaca.
“Infelizmente as nossas suspeitas confirmaram-se”, após análises efetuadas pelo laboratório federal Friedrich-Loeffler, especializado neste tipo de vírus, declarou Julia Klockner em conferência de imprensa.
A ministra sublinhou que o vírus e o consumo da carne de porco infetada não “são perigosos” para os seres humanos.
Este primeiro caso confirmado constitui uma má notícia para os produtores alemães, já que pode comprometer imediatamente as exportações de porcos para o estrangeiro, nomeadamente para a Ásia.
O vírus, que provoca hemorragias internas mortais na maior parte dos animais contaminados, já tinha sido detetado há alguns meses em javalis na Polónia.
Na altura, a Alemanha instalou vedações elétricas com mais de 100 quilómetros de extensão junto à fronteira polaca para evitar que os animais infetados passassem para território alemão.
As autoridades de Berlim puseram em ação outras medidas, como a utilização de drones e de cães para detetarem javalis mortos.
A descoberta desta carcaça infetada na região de Brandenburgo pode provocar a implementação de medidas de interdição à exploração e exportação de porcos criados na zona oriental da Alemanha.
Em 2014, o vírus da peste suína africana propagou-se em países do Leste europeu (Letónia, Lituânia, Polónia, Sérvia, Moldávia, Eslováquia e Roménia).
O abate de gado contaminado é a única forma de estancar a propagação da epizootia e que afeta os o negócio dos criadores alemães.
A Alemanha produz cinco milhões de toneladas de carne de porco anualmente, sendo o primeiro exportador europeu do setor.
O país beneficiou economicamente da peste suína que afetou os produtores da República Popular da China em 2018 onde, oficialmente, foi abatido mais de um milhão de animais.
O Governo britânico reiterou esta quinta-feira 10, a intenção de manter a proposta de lei que invalida certas cláusulas do acordo para o ‘Brexit’, rejeitando o ultimato de Bruxelas que pede um recuo até final do mês.
O ministro do Conselho de Ministros, Michael Gove, disse ter transmitido a mensagem numa reunião extraordinária hoje em Londres do Comité Misto UE-Reino Unido com o vice-presidente da Comissão Europeia responsável pelas Relações Interinstitucionais, Maros Sefcovic.
“Expliquei ao vice-presidente Sefcovic que não poderíamos e não o faríamos e, em vez disso, enfatizei a importância vital de chegar a um acordo através do Comité Misto sobre estas questões importantes. Eu deixei perfeitamente claro que não retiraríamos a legislação”, disse, em declarações transmitidas na estação Sky News.
Gove reiterou a determinação de Londres em implementar o Acordo de Saída do Reino Unido da União Europeia (UE) e do Protocolo relativo à Irlanda do Norte, mas Bruxelas receia que os compromissos assumidos pelo primeiro-ministro, Boris Johnson, estejam em risco.
Em causa está uma proposta de lei sobre o Mercado Interno no Reino Unido publicada na quarta-feira, contra a qual a Comissão Europeia ameaçou com uma ação legal, avisando que “a violação dos termos do Acordo de Saída violaria o direito internacional, minaria a confiança e poria em risco as futuras negociações em curso sobre as relações”.
Num comunicado, Sefcovic afirmou ter dito a Gove “de forma inequívoca, que a implementação atempada e integral do Acordo de Saída, incluindo o protocolo sobre a Irlanda e Irlanda do Norte […] é uma obrigação legal. A UE espera que o compromisso e o espírito deste acordo sejam plenamente respeitados” e espera um recuo até final do mês.
A proposta de lei para o “Mercado Interno” contraria partes do Acordo de Saída, deixando de aplicar a lei da UE no caso de as negociações para um acordo de comércio pós-Brexit falharem em questões como declarações de exportação, apoios estatais e controlos aduaneiros relativamente que envolvam a Irlanda do Norte.
O Acordo de Saída e o Protocolo da Irlanda do Norte foram redigidos com o objetivo de proteger o processo de paz na Irlanda do Norte, evitando a necessidade de uma fronteira física entre o território britânico com a Irlanda, membro da UE, pelo que qualquer controlo aduaneiro teria de ser feito entre a Irlanda do Norte o resto do Reino Unido, que estão separados pelo Mar da Irlanda.
O Governo britânico argumenta que a legislação proposta é uma “rede de segurança” para o caso de não existir entendimento para um acordo de comércio para resolver problemas jurídicos e evitar “criar novas barreiras ao comércio entre diferentes partes do Reino Unido, burocracia desnecessária para as empresas e custos adicionais para os consumidores”.
Num parecer jurídico, o governo alega que a aprovação de legislação nacional que contraria um tratado internacional que o Reino Unido ratificou não é inconstitucional.
O parecer argumenta que, “nas circunstâncias difíceis e altamente excecionais em que nos encontramos, é importante lembrar o princípio fundamental da soberania parlamentar”.
“O Parlamento é soberano em matéria de lei interna e pode aprovar legislação que viole as obrigações do tratado do Reino Unido. O Parlamento não estaria a agir de forma inconstitucional ao promulgar tal legislação”, refere.
Dez pessoas morreram nos confrontos que deflagraram na quarta-feira na Colômbia durante protestos contra a morte de um homem vítima de violência policial, segundo novo balanço das autoridades.
De acordo com as autoridades, que inicialmente deram conta de cinco e mais tarde de sete mortos, nos confrontos de quarta-feira morreram dez pessoas, incluindo sete jovens entre os 17 e os 27 anos em Bogotá e mais três pessoas em Soacha, uma cidade perto da capital.
Em pelo menos um dos casos, uma jovem de 18 anos que não participava nas manifestações foi atingida por uma bala perdida, segundo a agência de notícias espanhola Efe.
Só em Bogotá, registaram-se 379 feridos nos confrontos, 66 dos quais atingidos com armas de fogo, numa noite caótica em que foram incendiadas instalações policiais em várias partes da cidade.
Os protestos, na capital colombiana e no resto do país, foram desencadeados pela morte de um advogado após o uso repetido de um ‘taser‘ (arma elétrica) por dois polícias em Bogotá.
O homem, de 46 anos, foi imobilizado no chão por dois agentes e sujeito a repetidos choques elétricos, um incidente cujas imagens, captadas por testemunhas, causaram indignação no país, fazendo lembrar o caso do afro-americano George Floyd, sufocado por agentes da polícia, nos Estados Unidos.
O homem acabaria por morrer horas depois de ser transportado para um hospital.
Um vídeo de quase dois minutos mostra dois agentes da polícia colombiana a administrarem choques elétricos ao advogado Javier Ordoñez, enquanto este implora “por favor” e “agentes, peço-vos”, com testemunhas da cena a pedirem também à polícia que pare.
O ministro da Defesa, Carlos Holmes Trujillo, disse na quarta-feira que os dois agentes que atacaram o advogado “já são objeto de uma investigação disciplinar e criminal”.
Na quinta-feira, os manifestantes voltaram às ruas, com os postos de polícia a serem novamente alvo dos protestos, atacados com pedras ou incendiados, e levando em alguns casos à intervenção de unidades de choque.
A maior concentração voltou a dar-se na esquadra onde os dois agentes da polícia envolvidos na morte de Javier Ordóñez trabalhavam.
Além da capital colombiana, os protestos estenderam-se também a cidades como Medellín, Cali, Barranquilla, Manizales, Pereira e Cúcuta.
Uma fábrica de carne nos EUA na origem da infeção de mais de mil trabalhadores com covid-19, de que resultaram quatro mortes, enfrenta uma multa de 13.494 dólares (11.399 euros), o máximo legal, anunciaram as autoridades.
Anotificação da multa, que não é definitiva, aconteceu na quinta-feira pela Administração de Segurança e Saúde no Trabalho (OSHA, na sigla em inglês), que concedeu à empresa, subsidiária do grupo WH na China, o maior conglomerado de carne de porco do mundo, 15 dias úteis para responder ou contestar as conclusões.
Segundo o organismo, a fábrica, propriedade da gigante Smithfield Food e sediada em Sioux Falls, no estado do Dakota do Sul, não adotou as medidas necessárias para proteger os trabalhadores contra a pandemia, resultando na infeção de pelo menos 1.294 trabalhadores e na morte de quatro, referiu a OSHA em comunicado.
A confirmar-se, esta seria a primeira vez que uma empresa é multada nos Estados Unidos por violar regras de higiene e segurança relacionadas com o novo coronavírus, mas o valor é considerado largamente insuficiente pelos sindicatos.
O Sindicato Internacional de Trabalhadores do Comércio e Alimentação (UFCW, na sigla original) considerou a multa “um insulto”.
“A Smithfield é uma empresa milionária que não protegeu os seus trabalhadores”, acusou o responsável sindical Marc Perrone, para quem a resposta da OSHA “confirma que a empresa não irá enfrentar quaisquer consequências reais”.
Com 3.700 empregados, a fábrica fornece 5% da carne de porco consumida em todo o país, tendo encerrado em 13 de abril, depois de 300 dos seus trabalhadores terem tido resultado positivo no teste de covid-19.
A Food For The Hungry Association pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Gestor de Desenvolvimento de Programas e Mobilização de Recursos. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Coordenador da Componente de Cuidados e Desenvolvimento da Primeira Infância, do Projecto Sponsorship. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, Parceiro(a) de Negócios de Recursos Humanos – Compensação e Benefícios. Saiba mais.
A Meia Lua, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, por um período de 6 meses, estagiários de Assistente de Venda. Saiba mais.Vagas de emprego ainda abertas
Associação para o Desenvolvimento da Capacidade Comunitária-ADECC, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Assistente de Administração e Finanças. Saiba mais
A Sociedade Económica de Produtores e Processadores Agrários (SEPPA Agro-negócio e Consultoria Lda) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/(a)Assistente de Informatica. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, parceiro(a) de Negócios de Recursos Humanos – Recrutamento e Integração. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Coordenador de Educação Básica, do Projecto Sponsorship. Saiba mais
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Oficial de Literacy Boost de Programas de EB, do Projecto Sponsorship. Saiba mais
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Oficial Provincial de Mobilização Comunitária, do Projecto Sponsorship baseado. Saiba mais.
A General Steel Work (GSW) empresa sediada na cidade de Maputo que opera na área de serralharia e construção civil está a contratar um (1) Decorador. Saiba mais.
A Aldeias das Crianças SOS Kinderdorf International pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Administração e Finanças. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) Pré-representante de vendas . Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Educação Visual. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Eng. Processamento de Alimentos. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Mecanização Agrícola. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Produtor de Rádio Novela. Saiba mais.
O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal quatro (4) Técnicos Agrários. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2)Docentes N1 – Engenharia Agronómica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes – Ciências de Informação Geográfica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Docentes – Economia/ Gestão e Relações Internacionais. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Docentes – Engenharia Termotécnica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Docentes – Engenharia Civil/Construção Civil. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Docentes – Engenharia Eléctrica/Electrotécnica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes – Engenharia Eléctrica/Electrotécnica. Saiba mais.
A Amnistia Internacional (AI) pede ao Governo de Moçambique para iniciar uma investigação independente e imparcial sobre a tortura e outras violações graves cometidas pelas forças de segurança em Cabo Delgado.
A AI diz que lança este apelo depois de ter analisado um conjunto de imagens captadas na região, que é, desde 2017, alvo de uma insurgência que já fez mais de 1500 mortes.
Um comunicado da AI diz que as imagens mostram, entre outros cenários, “tentativas de decapitação, tortura e possíveis execuções extrajudiciais” de alegados combatentes da oposição.
Nas referidas imagens, diz a AI, “as atrocidades são cometidas por soldados com uniforme das Forças Armadas de Defesa de Moçambique e da Polícia de Intervenção Rápida.”
“Em vários vídeos, os soldados referem-se aos seus prisioneiros como Al-Shabaab”, diz a AI. Al Shabab é o nome pelo qual os insurgentes são conhecidos em Cabo Delgado.
O diretor para a África Oriental e África Austral da AI, Deprose Muchena, diz que “os vídeos e fotos horríveis que analisámos são evidências das graves violações de direitos humanos e da violência chocante que tem ocorrido em Cabo Delgado, longe dos holofotes internacionais”.
“O governo de Moçambique deve agora ordenar uma investigação rápida, transparente e imparcial para trazer todos os responsáveis por tais crimes à justiça em julgamentos justos,” pede Muchena.
Uma mulher foi violada de uma forma tão violenta que ficou impossibilitada de ter filhos e a necessitar de tratamento hospitalar durante quase um mês. Sean McGowan, de 32 anos, foi detido após ter sujeitado a vítima a um ataque “prolongado e horrível” durante cerca de uma hora depois de a amarrar com braçadeiras.
O incidente ocorreu em fevereiro deste ano e obrigou a mulher a colocar uma bolsa intestinal devido aos ferimentos que sofreu, o que pode vir a dificultar seriamente a sua prática sexual no futuro.
O homem foi condenado a oito anos e três meses de prisão. De acordo com a descrição feita do ataque, o agressor removeu as roupas da vítima à força e penetrou sexualmente a sua vagina e o seu ânus com objetos desconhecidos. Depois disso, violou-a.
Um surfista australiano de 46 anos morreu após ser atacado por um tubarão em uma praia popular da Golden Coast da Austrália, o primeiro ataque fatal de tubarão na região em 62 anos, apesar de “redes de tubarão” protetoras e tambores no mar.
O homem foi atacado na praia de Greenmount na tarde de terça-feira (8) enquanto surfava no que é chamado de “Superbank”, uma das melhores e mais concorridas ondas do mundo e local para um campeonato mundial de surfe anual.
O vídeo do ataque de uma câmera de surf mostrou dezenas de outros surfistas na água no momento do acidente. Frequentemente, pode haver centenas de pessoas na água, já que o local é considerado um dos mais seguros da Austrália.
Outros surfistas levaram o homem para a costa, onde ele foi tratado por graves ferimentos na perna, mostraram imagens da mídia local.
“Por volta das 17h, o homem foi retirado das ondas sofrendo de uma grave lesão na perna. O homem não resistiu aos ferimentos e morreu no local”, disse a polícia estadual de Queensland em um
Premlal Jayasekera foi condenado pelo assassinato de um membro da oposição em 2015, vive em presídio e irá escoltado para as sessões.
O Parlamento do Sri Lanka teve uma sessão tumultuada na terça-feira (8) quando Premlal Jayasekera tomou posse como parlamentar pelo distrito de Jatnapura, que fica a cerca de 100km da capital, Colombo. Membros da oposição cantaram e usaram panos pretos para protestar contra a nomeação.
Jayasekera, um dos 145 parlamentares eleitos pelo partido Frente Popular do Sri Lanka (SLPF) no ano passado, foi condenado à morte pelo assassinato de Susil Perera, militante e membro da Força Popular Unida (UPF), o principal partido da oposição, durante a campanha presidencial de 2015.
Recursos e escolta
A posse do novo congressista foi liberada pela Corte de Apelações do Sri Lanka, mesmo com ele estando no corredor da morte. A alegação é que ele foi eleito enquanto estava sendo julgado pelo assassinato. O país não executa nenhum condenado desde 1976.
Com isso, Jayasekera, que cumpre sua sentença no presídio de Welikade, em Colombo, conseguiu autorização para comparecer às sessões do Parlamento, sempre escoltado por policiais. Seu partido, o SLPF, é o mesmo do presidente e do primeiro-ministro do país, os irmãos Gotabaya e Mahinda Rajapaksa.
“Como sua eleição não foi anulada, não há motivo para que ele não possa comparecer às votações”, diz a sentença que liberou a participação do parlamentar. A imprensa local denunciou que o advogado que defendeu Jayasekara também é advogado de um dos juízes do tribunal de apelações.
O líder da UPF no Parlamento, Anura Kumara, chamou a situação de “injusta” e membros do partido gritavam “vergonha” das tribunas do Parlamento enquanto Jayasekara fazia o juramento e assumia o cargo de parlamentar.
O novo membro do Legislativo não é o único que sai escoltado do presídio direto para as sessões de votação. Sivanesathurai Chandrakanthan, ex-membro de um grupo guerrilheiro que participou da guerra civil que terminou em 2009, está preso há 5 anos enquanto aguarda para ser julgado pela morte de outro político durante o conflito.
O encontro Estoril Praia-Arouca abre hoje a edição 2020/21 da II Liga de futebol, que regressa seis meses e um dia depois do último encontro do campeonato passado, que não chegou ao fim devido à pandemia covid-19.
O jogo entre Estoril Praia e Arouca está agendado para as 20:00 e vai abrir a primeira jornada da prova, que vai decorrer até segunda-feira, num dia que fica marcado ainda pela estreia de uma mulher árbitro em jogos das ligads profissionais.
A árbitro Vanessa Gomes vai assim estrear-se em jogos profissionais, sendo assistente do árbitro João Malheiro Pinto.
A II Liga foi suspensa por tempo indeterminado em 09 de março passado e, em 30 de abril, não recebeu ‘luz verde’ do Governo para prosseguir, sendo dado como terminada.
Embora ainda sem público nas bancadas, a II Liga vai finalmente regressar, seguindo o exemplo da primeira, que retomou e concluiu o campeonato anterior.
Vários ex-assessores de defesa e segurança nacional do Presidente norte-americano, Donald Trump, consideram-no “incapaz”, “perigoso” e sem capacidade de discernimento para governar, segundo entrevistas incluídas no novo livro do jornalista Bob Woodward, intitulado ‘Rage’ (‘Raiva’).
Das conversas com o Presidente, de que foram revelados extratos sonoros na quarta-feira, fica a saber-se também que Trump admitiu em privado que o novo coronavírus era uma ameaça severa, apesar de nas suas declarações públicas garantir que este não era pior do que uma gripe sazonal e que o Governo tinha a situação controlada.
Daqueles assessores, Woodward menciona, por exemplo, o ex-secretário da Defesa, James Mattis, que é de opinião que Trump não tem capacidade para exercer o cargo presidencial, é “perigoso” e “não tem bússola moral”.
No livro é também citado o ex-diretor das Informações Nacionais (‘chapéu’ dos vários serviços de informações dos EUA), Dan Coats, que assegura que, para Trump, “uma mentira não é uma mentira, apenas algo que pensa” e o chefe de Estado norte-americano “não sabe diferenciar entre a verdade e uma mentira”.
O livro baseia-se em entrevistas diretas com os protagonistas de estes quase quatro anos de presidência de Trump, bem como com testemunhos diretos e descreve um panorama sombrio dentro do Governo, onde os mais altos responsáveis as informações, da segurança nacional e da defesa não se fiam nas capacidades do presidente.
Mattis, que foi secretário da Defesa nos dois primeiros anos da presidência de Trump, garantiu a Woordward que o Presidente mostra o caminho aos adversários do país sobre “como destruir os Estados Unidos (…) Como isolar-nos dos nossos aliados e como destruir-nos. E está a funcionar muito bem”.
Coats opinou que ainda que não haja provas de que o Presidente russo, Vladimir Putin, tem material secreto para chantagear Trump, apenas se pode entender o comportamento deste em relação à Rússia se existir algo devido aos negócios e movimentos do milionário “no lado escuro”.
O antigo chefe das Informações Nacionais considera que dirigentes estrangeiros como Putin ou o Presidente turco, RecepTayyipErdogan, “manipulam” Trump, “colocam-lhe o tapete vermelho”, tratam-no com ostentação e “fazem o que querem”.
Sobre o novo coronavírus, nas gravações de Woodward, Trump diz que é uma “questão delicada”, um “assunto de morte”.
Em particular, Trump admitiu que minimizou o perigo de forma propositada. “Não quis criar pânico”, justificou.
O candidato democrata às presidenciais, Joe Biden, já reagiu e acusou Trump de “mentir ao povo [norte-]americano”. Trump, criticou, “mentiu, durante meses, de forma consciente e voluntária, sobre a ameaça que [o vírus] representava para o país”.
Parte do livro de Woodward é baseado em 18 entrevistas que Woodward conduziu com Trump entre dezembro de 2019 e julho de 2020.
O país registou nas últimas 24 horas mais cento e dezassete casos de infecção pela Covid-19, elevando o cumulativo para quatro mil setecentos e sessenta e quatro.
Um comunicado o Ministério da Saúde recebido na nossa redacção indica que os novos casos são de indivíduos de nacionalidade moçambicana e são de transmissão local.
O documento refere que o país registou ainda mais quarenta e oito casos recuperadas da doença elevando para dois mil setecentos e sessenta e três o número de pessoas completamente curadas da doença, no país.
O número de óbitos pela Covid-19, no país, mantém-se em 28, anota o comunicado.
O comandante distrital de Macossa, na província de Manica, e dois dos seus subalternos estão detidos nas celas da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Báruè, acusados de prática de corrupção passiva.
A detenção ocorreu mediante um processo judicial movido pela Procuradoria Distrital de Macossa, alegadamente por os visados terem recebido 45 mil meticais para a soltura de um automobilista que se envolveu num acidente de viação. O sinistro resultou na morte de um cidadão, conforme escreve a Rádio Moçambique.
O chefe das Relações Públicas no Comando da PRM em Manica, Mário Arnaça, disse, segundo a emissora pública, que investigações continuam para aferir a veracidade dos factos. Foi criada uma comissão de inquérito para apurar o grau de culpabilidade de cada um dos detidos.
“Nós condenamos veementemente o crime de corrupção (…)”, afirmou Mário Arnaça, repudiando igualmente a soltura indevida de pessoas detidas, disse a fonte a que nos referimos.
O julgamento por corrupção do ex-Presidente da África do Sul, Jacob Zuma, acusado num caso de suborno com mais de 20 anos, foi novamente adiado, desta vez para dezembro, anunciou o juiz responsável pelo processo.
O julgamento por corrupção do ex-Presidente da África do Sul, Jacob Zuma, acusado num caso de suborno com mais de 20 anos, foi ontem novamente adiado, desta vez para dezembro, anunciou o juiz responsável pelo processo.
Zuma, 78 anos e que liderou o país entre 2009 e 2018, é acusado de receber quatro milhões de rands em comissões da empresa Thales à margem de um contrato de armamento adjudicado em 1999.
O antigo chefe de Estado, então vice-Presidente, e o grupo negaram sempre as acusações.
Inicialmente previsto para maio, o julgamento de Zuma foi, numa primeira fase, adiado para junho devido à pandemia de covid-19, tendo sido posteriormente alterado para setembro por razões administrativas.
De acordo com a agência France-Presse, o juiz responsável pelo processo explicou que a audiência foi novamente adiada, desta vez para 08 de dezembro.
Segundo o magistrado, o juiz afirmou que está à espera da “retoma do tráfego aéreo internacional”, em particular devido à chegada de testemunhas e representantes do grupo Thales.
Para combater a pandemia da covid-19 no país, as fronteiras da África do Sul estão fechadas desde o final de março.
No processo penal a decorrer em Pietermaritzburg, Jacob Zuma enfrenta várias acusações de associação ilícita, fraude, corrupção e lavagem de dinheiro por envolvimento em operações, supostamente fraudulentas, a favor de um contrato público de aquisição de armamento com o grupo francês Thales de mais dois mil milhões de dólares, em 1999, quando era vice-presidente da República.
Zuma negou todas as acusações afirmando ser uma ‘caça às bruxas’ política do partido no poder, na altura liderado pelo Presidente Thabo Mbeki, que governou entre 1999 e 2008.
As acusações contra o antigo chefe de Estado sul-africano foram reinstituídas em março de 2018, pelo Presidente Cyril Ramaphosa, um mês depois de Zuma ter sido forçado a renunciar ao cargo pela direção do Congresso Nacional Africano (ANC), no poder desde 1994.
O programa de aquisição militar sul-africano no final da década de 1990 envolveu a compra de armamento e equipamento militar pelo Governo do Congresso Nacional Africano, liderado por Nelson Mandela, em 1999, no valor de 30 mil milhões de rands.
A aquisição de armamento, popularmente conhecida por ‘Acordo de Armas’, envolveu várias empresas europeias da Alemanha, Itália, Suécia, Reino Unido, França e África do Sul.
O Comando provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM),em Manica diz que prosseguem as acções operativas para devolver a segurança e tranquilidade públicas nas comunidades no interior do distrito de Gondola, alvo de incursões de homens armados da auto proclamada Junta Militar da Renamo.
A garantia foi dada pelo chefe das Relações Públicas, Mário Arnaça, que avançou que a movimentação de homens armados da Junta Militar da Renamo, em alguns pontos do distrito, está a criar um clima de instabilidade e a precipitar a saída população a procura de zonas seguras.
A fonte fez saber que a retirada da população das zonas de incursão está a permitir melhores operações das Forças de Defesa e Segurança. No patrulhamento e perseguição dos malfeitores.
“Vai, de certa forma fragilizar o campo de actuação dos homens armados potque já não recebem nenhum apoio em termos de géneros alimentícios e permite de certa forma que as Forças de Defesa e Segurança consigam identificar o seu inimigo. Temos aumentado a nossa proactividade através de patrulhamentos ostensivos naquelas áreas onde não está a população a circular”, disse.
Entretanto, Mário Arnaça, pede a colaboração da população na denúncia dos malfeitores e aos homens armados da Junta Militar da Renamo a aderirem ao processo de Desmobilização, Desarmamento e Reintegração, em curos no país.
A Selecção Nacional de Futebol de Moçambique (Mambas) defronta os Camarões, no próximo mês de Novembro, na dupla jornada da campanha de qualificação ao Can-2021.
O primeiro jogo será realizado em Youndé, a capital dos Camarões, no dia 9 de Novembro.
O segundo terá lugar no dia 17 de Novembro no Estádio Nacional do Zimpeto, em Maputo.
Em Nampula, os adeptos dos Mambas querem neste duplo compromisso com os Camarões, uma selecção com vontade e determinação demonstradas nas duas primeiras jornadas.
O homem, ora morto por desconhecidos armados em Chibabava, Sofala, era desmobilizado da Renamo. A informação é avançada pelo secretário-geral do partido, que tomou a ocasião para responder aos pronunciamentos segundo os quais esta formação política não tem liderança.
A Renamo chamou a imprensa, nesta quarta-feira 09, para dizer que João Mutande, desmobilizado da Renamo, foi morto no passado dia 3 de Setembro por homens armados, na localidade de Panja, em Chibabava, Sofala. As motivações e a proveniência destes malfeitores são desconhecidas.
“Gostaríamos de apelar às autoridades policiais e administrativas do distrito de Chibabava e não só, a trabalhar de forma afincada de forma a responsabilizar criminalmente os malfeitores”, diz André Magibire, secretário-geral da Renamo, que também endereçou condolências à família enlutada.
Outro tema que levou à convocação da imprensa é o posicionamento de António Bauazi, membro da Renamo condenados na terça-feira por pretender se aliar à Junta Militar da Renamo. Falando após a leitura da sentença, Bauazi disse ser inocente e que as acusações que pesam sobre si surgem porque a Renamo não tem liderança.
“Quero dizer de viva voz que nós os membros da Renamo estamos a passar por esta situação porque o partido não tem presidente. O partido ficou órfão de líder. Eu me sinto desta maneira”, disse. Entretanto, estas palavras caíram mal para o secretário-geral do partido, que diz serem pronunciamentos infundados e que Bauazi “se calhar perdeu a memória”, porquanto a Renamo escolheu Ossufo Momade no sexto congresso do partido para ser o presidente desta formação política.
O novo surto de Ébola já matou pelo menos 48 pessoas e infectou outras 112 no nordeste da República Democrática do Congo (RDC), desde Junho deste ano, período em que a doença iniciou.
A doença é altamente contagiosa. Citando dados da organização Médicos Sem Fronteiras (MSF), a Angop escreve que dos 112 casos confirmados, 106 tiveram resultados positivos, confirmados em laboratório, e seis são tidos como prováveis, enquanto 50 pacientes foram curados.
Esta epidemia foi a pior da história da RDC e a segunda mais grave do mundo, depois daquela que atingiu a África Ocidental, entre 2014 e 2016, na qual morreram 11.300 pessoas e houve mais de 28.500 casos, embora estes números, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), possam ser mais elevados.
A doença do Ébola, descoberta na RDC em 1976, é transmitida por contacto directo com o sangue e fluidos corporais de pessoas ou animais infetados.
O Ébola provoca hemorragias graves e pode provocar uma taxa de mortalidade de 90 por cento. Os seus primeiros sintomas são febre alta repentina, fraqueza grave, dores musculares, na cabeça e na garganta, bem como vómitos, indica a Angop.
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