Agostinho Langa, presidente da companhia moçambicana de portos e caminhos-de-ferro (CFM), que coadjuva a gestão da Mozambique Airlines (LAM), anunciou que duas aeronaves encontram-se paradas na África do Sul devido a trabalhos de repintura.
As aeronaves, do modelo Embraer-190, foram adquiridas no último ano como parte do processo de reestruturação da LAM, contudo, permanecem inactivas há vários meses por motivos de manutenção. Cada uma das aeronaves tem capacidade para transportar até 100 passageiros e custou à companhia a quantia de 12,5 milhões de dólares.
Em declarações a jornalistas na passada sexta-feira, Langa esclareceu que a manutenção envolve a substituição de uma série de procedimentos internos da LAM.
“As aeronaves não estão em funcionamento porque decidimos que seriam repintadas, e a pintura que estamos a realizar faz parte de uma nova imagem para a LAM. Esta nova imagem não se limita apenas à pintura das aeronaves, mas também implica a alteração de diversos procedimentos dentro da empresa”, afirmou.
O presidente acrescentou que se encontram em curso os preparativos para o regresso das aeronaves ao serviço, embora ressalvasse a existência de custos adicionais para a LAM em decorrência da necessidade de continuar a operar com aeronaves arrendadas.
Actualmente, a LAM opera com seis aeronaves, sendo quatro arrendadas e duas de propriedade da empresa.
















