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Reversão de Cahora Bassa completa 18 anos e gera receita de 2 mil milhões para Moçambique

Após 18 anos da sua reversão para Moçambique, a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) contribuiu, desde 2007 até 2025, com dois mil milhões de dólares para os cofres do Estado moçambicano. 

O anúncio foi feito hoje pelo Presidente da República, Daniel Chapo, durante as celebrações na província de Tete, que marcam o 18º aniversário da sua devolução ao país.

O Chefe de Estado destacou que Moçambique celebra não apenas uma infra-estrutura, mas um simbolismo de soberania e determinação. Chapo afirmou ser fundamental o controle dos recursos estratégicos para garantir uma independência plena. “A reversão de Cahora Bassa é parte viva da nossa soberania e a nossa bússola na caminhada para a independência económica. Sem energia, não há desenvolvimento”, enfatizou.

Chapo descreveu a HCB como uma promessa ao povo moçambicano e um compromisso com o futuro. Durante a cerimónia, foi assinado um memorando entre a Fundação Lurdes Mutola, liderada pela campeã olímpica, e a HCB. O Presidente elogiou a atleta, classificando-a como um exemplo de disciplina, talento e perseverança.

“Cahora Bassa não se limita apenas a mover turbinas; ela também deve iluminar talentos e criar oportunidades para a juventude moçambicana”, afirmou. O Presidente felicitou igualmente a União Desportiva de Songo (UDS) pela conquista do Campeonato Nacional de Futebol (Moçambola 2025) com cinco jornadas ainda por disputar.

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Chapo sublinhou que a reversão da HCB é uma vitória que testemunha a persistência e a inteligência de negociações a favor do interesse nacional, ecoando as palavras do antigo Presidente Armando Guebuza: “Cahora Bassa é nossa”. Com a celebração do aniversário, é recordada a coragem de um povo que sabe reivindicar o que lhe pertence.

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