A escassez de especialistas está a afectar gravemente o atendimento de crianças e jovens nos Serviços de Reabilitação Psicológica do Hospital Provincial de Lichinga.
Actualmente, o centro conta apenas com um psicólogo, um terapeuta ocupacional e dois terapeutas da fala, um número manifestamente insuficiente para as actuais necessidades da população.
Arlete Maneco, chefe do centro de reabilitação psicológica, revelou que, além da carência de profissionais, a infra-estrutura do serviço enfrenta desafios significativos. A falta de meios materiais, como viaturas e equipamentos de estímulo psicomotor e terapêutico, limita ainda mais a capacidade de atendimento e reabilitação dos utentes.
A situação levanta preocupações sobre a qualidade dos serviços prestados e a necessidade urgente de uma resposta adequada por parte das autoridades de saúde.














