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CTA saúda estratégia de gestão da dívida pública e destaca impacto no ambiente de negócios

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) expressou a sua satisfação pela recente aprovação da Estratégia de Gestão da Dívida Pública de Médio Prazo 2025–2029 pelo Governo moçambicano.

Em comunicado divulgado à imprensa, a CTA classificou esta estratégia como um elemento essencial para consolidar a credibilidade macroeconómica e melhorar o ambiente de negócios no país. A organização destacou que a nova abordagem visa uma gestão responsável da dívida pública, assegurando um equilíbrio adequado entre custos e riscos.

Nesta perspectiva, a CTA enfatizou a importância da transparência para restaurar a confiança dos agentes económicos, criando condições propícias para atrair investimento privado e estimular a economia nacional.

A decisão é vista como um passo significativo no contexto de diversas melhorias estruturais, incluindo a recente saída de Moçambique da Lista Cinzenta do Grupo de Ação Financeira Internacional (GAFI), considerada uma conquista importante para a reputação do sistema financeiro do país.

A agremiação recordou também as iniciativas direccionadas ao sector do Turismo anunciadas pelo Presidente da República, Daniel Chapo, que visam fortalecer a diversificação económica. A CTA observou que tais reformas são determinantes para a recuperação do Investimento Directo Estrangeiro (IDE), com um crescimento previsto a partir de 2026, impulsionado pela implementação da nova Lei de Investimentos e da Lei Cambial.

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A instituição reconheceu ainda os esforços contínuos do Executivo em modernizar a gestão pública e consolidar as finanças públicas, factores cruciais para garantir segurança e previsibilidade aos investidores. A execução eficaz das reformas em curso é considerada fundamental para transformar o ambiente político-económico e gerar benefícios reais tanto para empresas como para os cidadãos.

O sector privado manifestou o seu compromisso em colaborar com o Governo no âmbito do Diálogo Público-Privado (DPP), com o objectivo de identificar e resolver os obstáculos que afectam o ambiente de negócios, promovendo uma economia mais competitiva e geradora de emprego.

A CTA anunciou também que se encontram em marcha os preparativos para a 20.ª edição da Conferência Anual do Sector Privado (CASP), que terá como lema “Reformar para Competir: Caminhando para o Relançamento Económico”, prevendo-se a mobilização de cerca de 1,5 mil milhões de dólares em novos projetos de investimento.

Por fim, a Confederação reafirmou a sua determinação em mobilizar o sector privado, promovendo a produtividade, a inovação e a criação de riqueza, com o intuito de construir um Moçambique mais receptivo ao investimento e ao desenvolvimento sustentável.

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