O Tribunal Judicial de Balama, em Cabo Delgado, ordenou a liberdade provisória do jornalista, Arlindo Chissale detido desde sexta-feira nas celas da polícia. O jornalista enfrenta, agora, acusações de prática de crime de exercício ilegal ou ilícito de funções tituladas.
O Instituto de comunicação social MISA-Moçambique, já veio saudar a decisão do de libertação provisória concedida ao jornalista Arlindo Chissale por considerar que este tem a oportunidade de se defender dos crimes de que é indiciado provando assim a sua inocência. Para já o Presidente do MISA Jeremias Langa manifesta preocupação com a morosidade processual nos casos em que envolve jornalistas. “Então há muitos casos, em que não há celeridade necessária na resolução nos casos de ameaças dos jornalistas “.
A detenção e libertação de Arlindo Chissale reacende o debate sobre a liberdade de imprensa em Moçambique sistematicamente violada por alguns sectores do governo “a regra geral envolve forças armadas agora no contexto de Cabo Delgado com o que está a acontecer ( terrorismo), envolve sempre entidades ligadas ao estado” acrescenta um membro da polícia moçambicana.
O Jornalista Arlindo Chissale inicialmente acusado de espionagem enfrenta agora o crime de exercício ilegal ou ilícito de funções tituladas.













