A presidência referiu, numa declaração na sua conta oficial no Twitter, que “como parte das medidas a longo prazo para enfrentar as secas cíclicas e o custo de vida, o Governo avaliou a situação do abastecimento alimentar no país” e reconheceu que o custo de algumas mercadorias é “inaceitavelmente elevado”.
“O Governo registou que a colheita do milho está em curso no país, com um cálculo anual estimado em 30 milhões de sacos de milho. Para honrar o dever sagrado da nação para com os agricultores, o gabinete decidiu que será dado acesso prioritário aos produtos no mercado”, lê-se.
O Governo queniano reconheceu que o consumo anual é superior a este número, pelo que o défice “será colmatado através da importação de dez milhões de sacos de milho”, antes de mencionar um subsídio de fertilizantes para aumentar a produção dos agricultores quenianos.
O Governo argumentou, ainda, que isto “aumentará a produção alimentar e ajudará a reduzir o custo global da produção e, consequentemente, o aumento do custo de vida”.

















