“O Comité Permanente constata com preocupação que, apesar da CNE e o Tribunal Constitucional terem atribuído vitoria ao partido do regime, o país conheceu nos últimos dias, uma regressão preocupante do quadro democrático com a restrição das liberdades, ameaças à integridade física de ativistas e dirigentes políticos, bem como membros da sociedade civil que tenham opinião própria”, critica no comunicado.
O Comité Permanente aponta ainda despedimentos de funcionários e transferências forçadas, para além de censura nos órgãos estatais de comunicação social, ao qual está “aliada a exibição de meios bélicos e efetivos das forças de defesa e segurança numa clara intimidação contra os que queiram manifestar-se contra o estado atual do país”.
A UNITA reitera, por fim, a vontade de “fazer valer os direitos dos cidadãos e em respeito aos que nela depositaram a sua confiança nas urnas”.

















