Dez cidadãos estrangeiros entre os quais quatro crianças, de nacionalidade malawiana, congolesa, e angolana, estão retidas por supostamente estarem na rota do tráfico da África do Sul para Moçambique.
A RM avança que os imigrantes teriam entrado no país, violando a linha de fronteira de Ressano Garcia, conduzidos por uma cidadã angolana que se supõe que seja cabecilha do grupo, que lidera o tráfico de pessoas, residente no município da Matola.
Aos microfones da RM, a referida orquestradora da rede de tráfico de seres humanos, alega que a sua deslocação para o país, deve-se a procura de melhores condições de vida.
O Porta-voz dos Serviços de Migração em Maputo, explica que os passaportes dos cidadãos retidos não apresentam nenhuma indicação de terem entrado no país através do posto fronteiriço de Ressano Garcia.
Juca Bata avança que já foi constituída uma brigada multissectorial para aferir a veracidade da possível tentativa de tráfico de seres humanos.













