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Austrália acusou a China de apoiar a Rússia em meio à sanções generalizadas
O primeiro-ministro da Austrália acusou a China de lançar à Rússia uma linha de salvação, ao aliviar restrições comerciais, quando parte do mundo avançou com sanções contra Moscovo, devido à invasão da Ucrânia.
Scott Morrison reagiu a uma notícia do jornal de Hong Kong ‘The South China Morning Post’, na qual se informava que a China decidiu dar total abertura às importações de trigo russo.
Morrison observou que a Austrália, Estados Unidos, Reino Unido, União Europeia (UE) e Japão estão a impor sanções à Rússia, e disse que o abrandamento das restrições comerciais por parte da China “é simplesmente inaceitável”.
Nas suas palavras: “Não se se lança uma linha de salvação para a Rússia no momento em que esta invade outro país”.
O ataque foi de imediato condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), UE e Conselho de Segurança da ONU.
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