O Posto fronteiriço de Ressano Garcia, na província de Maputo, passa, a partir de hoje, a funcionar 24 horas, para responder à demanda a esta altura do ano, caracterizado por um grande fluxo migratório entre Moçambique e África do Sul.
Uma nota indica que a previsão nesta quadra festiva é que cerca de 300 mil pessoas cruzem as fronteiras nacionais e destas 250 mil o façam através do posto de Ressano Garcia, o maior do país, segundo informações partilhadas ontem no lançamento da operação “Assantissana” 2021/2022, que tem em vista a conjugação de esforços para o conforto e segurança dos viajantes.
Falando no lançamento da operação, o Comandante-Geral da Polícia da República Moçambique, Bernardino Rafael, apelou a todos os agentes envolvidos na operação a pautarem por bom comportamento, facilitando a mobilidade das pessoas e bens.
A operação decorre de 12 de Dezembro a 9 de Janeiro de 2022, período durante o qual apenas os postos de controlo previamente seleccionados poderão interpelar os viajantes, com realce para os que residem e/ou trabalham na África do Sul.
Segundo Rafael, caso seja detectado um agente com comportamento incorrecto vai implicar a substituição de todo o grupo e instauração do competente processo disciplinar.
A Polícia da República de Moçambique privilegiará o aconselhamento, educação cívica e fiscalização de viaturas e outras actividades. A ideia é reduzir “road-blocks” ao longo das estradas nacionais e outras vias públicas, privilegiando o controlo de velocidade e fadiga.
Dos viajantes previstos, 50 mil usarão as fronteiras da Ponta do Ouro, Goba e Namaacha, na província de Maputo, que funcionarão das 7.00 às 18.00 horas.
O horário especial visa aumentar a eficiência no movimento de entrada dos moçambicanos e turistas, para além de mercadoria durante a época festiva.
Com a extensão do horário de funcionamento das fronteiras e o aumento do fluxo migratório, vamos alocar mais recursos humanos, material informático e aumentar o número de guichés de atendimento, segundo o porta-voz do Serviço Nacional de Migração (SENAMI) na província de Maputo, Juca Bata.
















