Sociedade Empresariado foi prejudicado pela guerra e pandemia

Empresariado foi prejudicado pela guerra e pandemia

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), a maior agremiação patronal do país, considerou a guerra em Cabo Delgado e a pandemia de covid-19 como os principais desafios enfrentados pelo empresariado moçambicano em 2021.

Vuma avançou que a guerra em Cabo Delgado afetou cerca de 410 empresas, 38 das quais tinham pagamentos pendentes devido à declaração da cláusula de “força maior” pela multinacional francesa Total, na sequência da violência naquela província.

Outro fator que prejudicou o desempenho das empresas, prosseguiu, é a pandemia de covid-19, uma vez que levou à perda de emprego e à queda ou estagnação nos negócios.

O presidente da CTA observou que as alterações na situação epidemiológica do país e o surgimento de novas variantes da pandemia levaram a uma sequência de apertos e alívios das medidas restritivas que criaram incerteza e instabilidade no desempenho das empresas.

Por outro lado, continuou, algumas medidas administrativas também criaram obstáculos ao ambiente de negócios.

Vuma observou igualmente que a instabilidade cambial gerou incertezas na economia, atingindo, negativamente, as empresas que atuam como exportadores.

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Aquele líder empresarial referiu-se à decisão do Banco de Moçambique de suspender o Standard Bank do mercado cambial, por ter cometido diversas contravenções.

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