O processo de integração dos vendedores informais no mercado anexo do Xipamanine, na cidade de Maputo, foi finalmente consumado, na segunda-feira, mas deixa muita insatisfação e reclamações, incluindo alegações de exclusão ou favorecimento de uns e outros.
Até semana passada, tinham sido listados 862 vendedores para ocuparem as 910 bancas disponíveis. No entanto, há vendedores que dizem ter entregue os seus nomes, mas não receberam bancas e outros que reclamam da localização das que lhes foram indicadas, exigindo que estejam nas primeiras filas, facto que gerou confusão.
A Polícia Municipal e a de Protecção, bem como a comissão do mercado procuraram acalmar os ânimos dos informais que queriam respostas a todo o custo.
O chefe da equipa do projecto de requalificação do mercado do Xipamanine, Efraim Manhique, disse que o trabalho prossegue, de modo a garantir que todos os vendedores inscritos recebam bancas.
Manhique admitiu, porém, não haver espaço para acomodar mais vendedores, pois todas as bancas, em princípio, estão ocupadas.
De referir que o processo de atribuição de bancas foi suspenso no mês passado, devido às mesmas reclamações dos vendedores.
Basicamente, este novo espaço de venda foi projectado para acolher a venda de legumes, refeições e roupa usada.














