Uma estátua do conquistador espanhol e fundador da capital colombiana, Gonzalo Jimenez de Quesada, foi derrubada por índios da tribo Misak, no décimo dia de protestos contra o Governo de direita do presidente Iván Duque.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram um grupo de índios americanos da etnia Misak em cima de um pedestal vazio, enquanto a estátua do conquistador do século XV, erguida em 1960, está no chão com um braço partido.
Em comunicado, citado pela France-Presse (AFP), os Misak afirmam que Gonzalo Jimenez de Quesada perpetrou os piores massacres da história, além de ter sido um “ladrão e violador”.
Os indígenas disseram ainda que dele “descendem as famílias das elites” colombianas que “geraram os grandes problemas” do país como “a reforma tributária apresentada pelo governo” e “derrubada (…) por todos os povos unidos nas manifestações”.
Centenas de milhares de pessoas têm-se manifestado nas ruas da Colômbia, desde 28 de abril, contra um projeto de reforma fiscal, que foi entretanto retirado no domingo.














