Sociedade INAE encerra mais de 240 estabelecimentos comerciais por diversas infracções

INAE encerra mais de 240 estabelecimentos comerciais por diversas infracções

Mais de 240 estabelecimentos comerciais foram encerrados pela Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE), no mês de Janeiro, por cometimento de várias infracções.

Dentre as irregularidades verificadas destaque vai para a superlotação, funcionamento fora do horário estabelecido, falta de condições higiénicas para a realização de eventos, poluição sonora, exercício ilegal de actividade, entre outras.

No período em análise, a instituição fiscalizou 2.536 estabelecimentos, entre os quais empreendimentos turísticos, restaurantes, bares, bancas, barracas, mercados municipais, salões de eventos e quintas.

Rita Freitas, inspectora-geral da INAE, indicou que as províncias com maior número de empreendimentos fiscalizados foram Tete (789), Zambézia (465), Manica (291), Sofala (265) e Maputo (215).

Acrescentou que a entidade monitorou 1017 estabelecimentos de ramo de hotelaria e restauração, onde advertiu 402 agentes económicos e notificou 50 comerciantes, por diversas infracções, sendo que a maioria são reincidentes.

A notificação visa apurar o nível de infracção e a definição da respectiva responsabilização em conformidade com a lei.

No âmbito do controlo da qualidade, Rita Freitas apontou que a inspecção apreendeu e destruiu diversos produtos mal conservados e com prazo de validade vencido.

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Referiu que dos estabelecimentos visitados pela INAE, 982 são barracas e quiosques, onde se constatou irregularidades, como venda de bebidas alcoólicas, violando as medidas de prevenção da Covid-19.

“Para além do encerramento imediato das barracas, os proprietários são sancionados, visando desencorajar estas práticas”, sublinhou.

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