A Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) precisa de dois mil milhões de dólares para assegurar a sua participação no projecto de gás da área 1 na Bacia do Rovuma.

Até aqui três credores ofereceram-se a fazer o financiamento e a ENH diz estar a analisar a proposta mais “favorável” a informação foi revelada ontem pelo director comercial da empresa, Titos Nhabomba.

Era suposto que o financiamento estivesse fechado até dia 15 de Setembro corrente, mas o director comercial da ENH diz que a empresa ainda está dentro dos prazos e “qualquer arranjo que tenha sido feito foi em coordenação com a outra parte do projecto”, no caso a Anadarko, firma que lidera o consórcio.

Recorde-se que na recente visita que o Presidente da República efectuou à Rússia, o Gazprombank manifestou interesse em financiar a participação da ENH neste negócio e disse ainda ter preparado um valor para emprestar a ENH caso precise.

Folha de Maputo