Movimentos e Organizações da sociedade civil, de Inhambane, mostram-se agastados devido a suposta burla, perpetrada pelos exploradores dos recursos naturais.
Segundo eles, a extracção dos recursos naquele ponto do país, não beneficia as comunidades de onde as empresas actuam, para além do resto da província.
O que para as comunidades seria uma esperança de uma vida melhor, ou seja, o que deveria ser sinal de riqueza, acaba ser sinónimo da desgraça. Revelações feitas esta terça-feira, durante o fórum de capacitação sobre ferramentas de advocacia, monitoria e avaliação, no âmbito de projectos da indústria extractiva.
Os mentores da capacitação vincaram a necessidade de uma descentralização financeira, em benefício das comunidade, de onde são colectados os impostos, sob pena de se gerar conflitos a adventos.
Apesar da província possuir o gás natural, as comunidades recorrem ao uso do carvão lenhoso causando desmatamento das florestas visto que, uma botija de 11 kg de gás, custa acima de mil meticais e, o número dos que tem o gás canalizado, representa a minoria.
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