Sociedade Recusada entrada no país de cerca de 63 estrangeiros

Recusada entrada no país de cerca de 63 estrangeiros

O Serviço Nacional de Migração (SENAMI) impediu a entrada de 63 estrangeiros de diversas nacionalidades no território moçambicano, no período compreendido de 12 de Janeiro a 18 do mês em curso, por várias irregularidades.

Segundo o porta-voz do SENAMI, Celestino Matsinhe, destacam-se entre os motivos de impedimento, o porte de vistos falsos, falta de clareza para a vinda à Moçambique e falsificação de passaportes.

Os cidadãos afectados são nove paquistaneses, oito egípcios, sete somalis e igual número de camaroneses e nigerianos.

“Durante o período em alusão, o SENAMI registou aumento de recusas de entrada no país em mais de 100 porcento, quando comparado à semana anterior, ou seja, neste período foi recusada a entrada no país a 63 cidadãos estrangeiros, contra 18 da semana anterior”.

Para evitar transtornos, o SENAMI recomenda a todos os que queiram entrar no país, para que o “façam através dos postos de travessia, oficialmente, estabelecidos, devendo carimbar o passaporte e evitar o uso de intermediários durante a passagem pelos postos”.

Segundo a AIM, Matsinhe referiu ainda que no mesmo período, o SENAMI registou uma redução do movimento migratório global em 34 porcento.

Recomendado para si:  PRM intercepta medicamentos desviados do SNS com destino ao Malawi

“Durante o período em análise, o SENAMI registou nos postos de travessia nacionais, um movimento global de 114.227 viajantes contra 172.696 da semana anterior, após a quadra festiva”.

A fonte referiu que a maioria dos viajantes são moçambicanos, com 65.731 emigrantes, seguido de malawianos com 13.396, tendo como os principais postos de travessia Ressano Garcia, Machipanda e Cuchamano, respectivamente.

Jornal Notícias

Destaques da semana