Em Chimoio, munícipes estão agastados pelo facto do Conselho Municipal não encerrar o cemitério de Chissui por estar completamente lotado, abrindo espaço para invasão dos seus talhões onde chegam a ser enterrados os defuntos.

O O País escalou o referido cemitério e constatou que deixou de ser um lugar sagrado onde os mortos devem merecer um eterno descanso. Ali, homens, mulheres e crianças cruzam caminhos, passando por meio de campas para poderem ter acesso às suas residências localizadas dentro do cemitério.

O problema é do conhecimento do Município cujo edil Raúl Conde, que está na hora do seu adeus, diz estar a ter dificuldades para descobrir espaço para implantar um novo cemitério.

“Na verdade não estão a invadir o cemitério, o município é que está a invadir os seus terrenos. Vamos avançar brevemente com o início da construção de um novo cemitério”, disse Conde.

Justificações plausíveis ou não, mas o certo é que enquanto o município não encontrar lugar para novo cemitério os munícipes continuam a dividir o espaço com os mortos.

O País