A primeira-dama pronunciou estas palavras, na qualidade de presidente da OMM, momentos depois de apresentar publicamente a nova direcção, acto que teve lugar, na tarde de ontem, na cidade de Maputo.
Maria da Luz Guebuza apontou a violência, o tráfico de seres humanos, a pobreza e as doenças, como sendo alguns constrangimentos que interferem no desenvolvimento da mulher. Apelou aos membros da OMM que promovam a auto-estima e a moçambicanidade, educação cívica e moral nas famílias e nas escolas para uma maior unidade nacional e preservação da paz.
“Reafirmamos que este momento de apresentação dos órgãos de direcção executiva e de fiscalização da OMM deve servir de compromisso para que toda a mulher participe activamente na elevação do bem-estar dos moçambicanos, e desta forma honrar os ideais que nortearam a criação da OMM”, observou Maria da Luz Guebuza.
Na ocasião, a presidente da antiga e maior organização feminina do país exortou aos membros e simpatizantes daquela organização para que colaborem com a nova direcção de modo a alcançarem os objectivos que norteiam a OMM.
“No seu dia-a-dia, guiar-se-ão pelos princípios da Frelimo. A unidade Nacional, o espírito de sacrifício e a coesão, serão igualmente os alicerces que nortearão o trabalho da direcção executiva e da fiscalização da OMM.
Fazem parte da direcção executiva Maria de Fátima Pelembe (secretária-geral), Manuela Machute, Becas Fernandes e Clara Pugas (membros do secretariado nacional) e para o conselho fiscal foi eleita Rosália Lumbela e vogais Manuela Mapunge e Modesta Daniel.
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