Cerca de cinco mil mulheres foram atendidas nos últimos 18 meses no Hospital Central de Maputo (HCM), em resultado de complicações resultantes de abortos clandestinos, um problema classificado como sendo de saúde pública em Moçambique.

De acordo com dados do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia do HCM, deste número, 3 608 referem-se a mulheres atendidas no ano passado e as restantes (cerca de 1 300) foram atendidas no primeiro semestre deste ano, após terem praticado aborto clandestino sem sucesso, o que culminou com complicações.