O Distrito de Chicualacuala poderá, em breve, exportar castanha de caju para os mercados da Nova Zelândia e dos Estados Unidos da América (EUA), no âmbito de uma iniciativa de jovens locais que decidiram apostar nesta cultura de rendimento.
Trata-se de um projecto de capitais privados, mas que se encaixa nas políticas do Governo para fomento da produção da castanha de caju como cultura de rendimento, assim como no programa nacional de industrialização do país, actualmente em curso.
Os mentores da iniciativa são cidadãos originários do distrito de Chicualacuala, que decidiram, com ajuda de parceiros estrangeiros, investir na sua terra natal, abraçando a cultura de caju.
No entanto, pretende-se, num horizonte que varia entre dois e cinco anos, iniciar-se a exportação da castanha de caju produzida em Chicualacuala para Nova Zelândia e EUA.
O número de presos mortos nos confrontos, que começaram no sábado entre reclusos da prisão de Guayaquil, a maior do Equador, subiu para 31, informou a Procuradoria Geral equatoriana.
O número de feridos também subiu para 14, incluindo um agente da polícia, de acordo com o último relatório do Ministério Público sobre os acontecimentos na Penitenciária do Litoral, localizada na cidade portuária de Guayaquil.
Assim, o Ministério do Interior informou que 2.700 membros da polícia e das Forças Armadas realizaram uma operação de controlo na penitenciária depois de o chefe de Estado do Equador, Guillermo Lasso, ter declarado o estado de emergência nas prisões do país.
Só depois de a polícia e as Forças Armadas terem conseguido entrar na penitenciária e recuperar o controlo da situação foi possível fazer o balanço do confronto, remover corpos e recolher provas. Durante a operação, foram apreendidas nove espingardas, um lança-granadas, quatro pistolas, dois revólveres e mil munições.
O Ministro do Interior, Juan Zapata, afirmou que, utilizando a força coerciva, o Estado irá recuperar “a tranquilidade e a paz dos equatorianos”.
No entanto, neste incidente, defrontaram-se dois dos bandos criminosos que lutam pelo controlo interno das prisões equatorianas, “Los Tiguerones” e “Los Lobos”, que há algumas semanas quebraram uma trégua, de acordo com o decreto presidencial emitido na terça-feira para declarar o estado de emergência no sistema penitenciário do Equador. A medida vai estar em vigor durante 60 dias.
A declaração do estado de emergência visa preservar os direitos dos reclusos, como grupo prioritário, bem como os dos agentes penitenciários e polícias.
Tem também por objetivo controlar as circunstâncias atuais e restabelecer a convivência pacífica, a ordem e o normal funcionamento dos centros de detenção.
A Procuradoria Geral anunciou a abertura de dois inquéritos, “o primeiro por homicídio de pessoas privadas de liberdade e o segundo por terrorismo, devido às explosões e à quantidade de armas e munições encontradas no interior da penitenciária”, conhecida como Guayas 1.
Desde fevereiro de 2021, as prisões do Equador têm sido palco de incidentes violentos que deixaram mais de 420 reclusos mortos.
Um avião de combate aos incêndios na Grécia caiu enquanto tentava apagar as chamas numa missão na ilha de Eubeia. Os dois pilotos abordo morreram, segundo indicação das autoridades gregas a meio da tarde.
Cerca de 32.500 pessoas foram retiradas das regiões afetadas desde domingo, enquanto os bombeiros ainda lutam contra as chamas provocadas pela onda de calor. Uma aeronave tipo Canadair CL-215 com dois pilotos a bordo caiu esta terça-feira enquanto combatia um incêndio florestal na Grécia, no sul da ilha de Evia, disse à AFP Yannis Artopios, porta-voz dos bombeiros.
“Um avião Canadair grego com pelo menos duas pessoas a bordo caiu perto de Platanisto [aldeia em Eubéia]”, disse este porta-voz enquanto a Grécia é assolada por incêndios e temperaturas elevadissímas há mais de dez dias.
De acordo com informações iniciais das autoridades, a aeronave, que participava com pelo menos três outros aviões e uma centena de bombeiros no combate às chamas nesta ilha perto de Atenas, caiu numa ravina.
No avião encontravam-se duas pessoas e a comunicação com os pilotos foi perdida, segundo diversos ‘media’. Até ao momento não há informações sobre vítimas mortais do acidente.
O acidente ocorreu em Karystos, onde um incêndio começou no domingo. Várias equipas de bombeiros e um helicóptero deslocaram-se à zona.
Há três dias que os bombeiros tentam controlar um grande incêndio na ilha de Eubeia, Grécia central.
Os dois pilotos pertencem à Força Aérea Grega, segundo informações do Ministério da Defesa, citadas pela televisão pública Ert.
O canal transmitiu um vídeo da aeronave a cair e a desaparecer atrás das chamas e de uma nuvem de fumaça preta.
Dois outros grandes incêndios estão ativos na Grécia, nas ilhas turísticas de Rodes, no Mar Egeu (sudeste), e Corfu, no Mar Jónico (noroeste).
Uma nova onda de calor começa a atingir a Grécia, com temperaturas máximas previstas de 44 graus Celsius, quando os incêndios continuam a devastar partes das ilhas gregas de Rodes, Corfu e Eubeia.
Em Atenas, os termómetros devem chegar a 41 graus Celsius e no centro do país, 44 graus Celsius, segundo a previsão agência meteorológica nacional (EMY) grega.
Estas temperaturas muito elevadas, que surgem após um fim de semana de calor intenso, vão manter-se na quarta-feira, antes de uma descida prevista de até cinco graus Celsius a partir de quinta-feira, segundo a mesma fonte.
O primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis alertou, na terça-feira,que os próximos dias seriam difíceis no país, com as condições meteorológicas a melhorar depois de quinta-feira.
“Estamos todos de guarda”, disse o governante, citado pela Reuters. “Diante do que todo o planeta está a enfrentar, especialmente o Mediterrâneo, que é um ponto crítico das mudanças climáticas, não existe um mecanismo mágico de defesa, se houvesse, nós já o teríamos implementado”.
Muitas regiões do país permanecem hoje “em alerta vermelho”, ou seja, em “extremo perigo” de incêndios florestais enquanto sopram ventos de até 40 quilómetros por hora no mar Egeu.
Um cidadão moçambiacano morreu vítima de electrocussão, quando a árvore que podava entrou em contacto com cabos eléctricos da linha de média tensão, no bairro Bunhiça, no município da Matola, província de Maputo.
Segundo um comunicado emitido pela Electricidade de Moçambique (EDM), o corpo da vítima, cuja identidade não foi apurada, foi removido pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) após a peritagem.
Um cubano de 14 anos que passou grande parte da sua vida cego passou a poder ver. Operação foi concluída com sucesso graças a um médico empreendedor que realizou a primeira terapia genética tópica do mundo sob a forma de gotas para os olhos, em Miami, nos Estados Unidos da América (EUA).
Entrentanto, o medicamento foi recentemente aprovado como gel tópico para ser utilizado em lesões na pele causadas por uma doença que provoca feridas graves, resultando por vezes, na fusão de dedos das mãos e dos pés.
O rapaz, António Vento Carvajal, nasceu com epidermólise bolhosa distrófica, causada por falhas no gene responsável pela produção do colagénio que mantém as camadas da pele unidas. Os pais viajaram com o filho para os EUA em busca de tratamento.
A enfermidade pertence a um grupo mais vasto de doenças raras denominadas epidermólise bolhosa (EB) que afetam cerca de uma em cada 50 mil crianças.
As cicatrizes nas córneas acumularam-se ao longo do tempo, o que acabou por deteriorar a sua visão tão fortemente, que este já não se sentia seguro para andar. Carvajal participou num ensaio clínico onde foi testado o gel tópico com muito sucesso.
O médico Alfonso Sabater, observando os progressos de António, sugeriu que o gel poderia ser reconfigurado sob a forma de gotas para os olhos, e estava certo.
Os olhos de António recuperaram das cirurgias e, com ajuda das gotas, o rapaz de 14 anos pôde voltar a ver na perfeição.
Uma pessoa morreu e outras quatro continuam desaparecidas, em consequência de quatro ataques de crocodilos, ocorridos na última sexta-feira, no rio Chire, distrito de Morrumbala, na Zambézia.
A informação foi avançada à RM pelo administrador marítimo na Zambézia, Augusto Dongo.
Dongo acrescenta que apesar dos rituais tradicionais que têm sido feitos para acabar com o fenómeno, há uma tendência de aumento dos ataques destes répteis.
Um dos ataques de crocodilos ocorridos na sexta-feira, foi contra uma canoa, cujos ocupantes, conseguiram chegar à terra salvos.
O outro envolveu um revendedor de peixe, actualmente desaparecido. O terceiro culminou com o desaparecimento de três agricultores e o último foi contra o pescador, cujo corpo foi encontrado no domingo.
Duas pessoas estão hospitalizadas e há uma detida após troca de tiros com a Polícia. As três pessoas são implicadas no rapto ocorrido na última quinta-feira, na Cidade de Maputo.
O tiroteio aconteceu no suposto cativeiro, uma casa arrendada em Malhampsene, e a vítima foi resgatada com vida e goza de boa saúde.
Os factos desencadearam-se no bairro de Malhampsene, no município da Matola. Ninguém imaginava que naquele bairro estaria um homem privado de liberdade, que enfrentou cinco dias nas mãos de supostos raptores, até que a Polícia da República de Moçambique (PRM) e o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) o libertaram.
Um dos neutralizados pela polícia é um homem de 42 anos de idade, formado em Engenharia Rural pela Universidade Eduardo Mondlane. Vivia em Chicumbane, na província de Gaza. Segundo conta, o indivíduo terá recebido uma chamada de um amigo seu a partir da África do Sul, a propor-lhe trabalho. Mesmo sem especificar o tipo de trabalho, ele viajou de Gaza até Maputo e ficou a saber que, pelo seu envolvimento no rapto, receberia, no fim, 100 mil rands, o equivalente a cerca de 350 mil Meticais.
“Quando cheguei, uma senhora levou-me para aqui, depois trouxeram uma pessoa, um indiano, e disseram que eu só devia ficar com essa pessoa. Eles queriam negociar com ele, queriam tirar um dinheiro, só que não sei quanto é. Nós não estávamos armados, mas havia uma arma aqui dentro, que eles tinham deixado e disseram para não usarmos.”
Depois de raptado o empresário, o líder do grupo, que é um cidadão moçambicano com residência na África do sul, terá regressado à proveniência, de onde dava instruções aos seus operativos. Por dia, efectuavam-se três chamadas a partir da África do Sul e já se iniciava o processo de cobrança de resgate.
“Não sei quem mandou raptar. Só sei que me disse que é Tony e que está na África do Sul. Não sei como me meti nisto, não sei se podia ser ganância ou dinheiro fácil, não sei. Aqui só acordávamos e sentávamos com a pessoa, cozinhávamos e dávamos comida e não fazíamos mais nada, não maltratámos a pessoa.”
Dias antes de efectuar o rapto, o grupo terá estado no bairro de Malhampsene, na Matola, Província de Maputo onde arrendou uma casa. Pelo arrendamento da casa, foram pagos 45 mil Meticais. O rapto ocorreu no dia 20 de Julho corrente, na noite de quinta-feira. Quatro dias antes, celebrou-se o contrato com Meriana Américo, que recebeu de um dos homens o valor. “Eu não sabia quem são estes homens. Estou assustada com o sucedido.”
No estendal da casa, há ainda roupa da mulher que zelava pela residência, que neste momento se encontra hospitalizada em resultado do baleamento que sofreu. Os vizinhos dizem que não sabiam quase nada sobre os novos inquilinos da casa. Tonecas José, um dos vizinhos, disse que quase não via movimento dos vizinhos.
O quarteirão 2 do bairro Malhampsene, onde está fixada a casa que terá sido usada como cativeiro, é pouco agitado. A residência fica perto do quartel das Forças Armadas. O Serviço Nacional de Investigação Criminal chegou até ao local através de denúncias.
“A equipa de operativos do SERNIC, depois do trabalho de perícia, confirmou que se tratava de cativeiro, daí que começou a acção. Detivemos aqui três indivíduos. Fizeram resistência, mas logramos sucesso. A vítima foi resgatada com vida, está aparentemente bem de saúde e, neste momento, encontra-se no convívio familiar”, explicou Henrique Mendes, porta-voz do SERNIC na Província de Maputo.
A casa do tipo dois era também usada como centro de operações, onde se coordenava o resgate.
Um pai desesperado teve que quebrar o vidro do próprio carro para salvar o filho, que estava preso lá dentro. O caso aconteceu na cidade de Harlingen, no Texas (EUA), onde as temperaturas estão passando dos 40ºC, por conta da onda de calor que atinge o hemisfério norte.
Segundo a polícia local, a criança e as chaves do carro foram trancados acidentalmente no automóvel. O homem, não identificado, usa uma chave de roda para quebrar o vidro frontal. O bebê foi retirado antes da chegada do socorro, e não ficou ferido.
Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, é possível ver o momento em que o pai começa a bater na parte dianteira do veículo, até quebrar o para-brisas e retirar a criança.
De acordo com a Administração Nacional de Segurança Rodoviária dos EUA, 40 crianças morrem por ano, em média, trancadas em carros sob altas temperaturas.
A recomendação é que os pais nunca deixem as crianças sozinhas em veículos trancados, e que acionem os bombeiros em caso de emergência.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente de Restaurante. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Segurança. Saiba mais.
A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique Lda, é uma empresa profissional de reparação e manutenção de automóveis pretende recrutar um (1) Motorista. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Sistema PRIME. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial Provincial – Supply Chain. Saiba mais.
A Fundação Aga Khan (AKF) pretende recrutar para o quadro de pessoal um (1) Consultor para Estudo de Linha de Base “Programa de Modernização do Instituto Agrário de Bilibiza, Campus de Ocua”. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Oficinas Sénior. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Gestor de Apoio ao Cliente. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Gestor de Marketing. Saiba mais.
A KULIMA e a JOINT-Liga das ONG de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Coordenadores do Gabinete Provincial. Saiba mais.
A KULIMA e a JOINT-Liga das ONG de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Comunicação e Relações Públicas. Saiba mais.
O People Grow é um programa de desenvolvimento pensado para Jovens de Elevado Potencial onde combina-se uma forte aprendizagem em contexto real de trabalho (on-job training) com a formação em sala e em ambiente e-learning. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador – Segurança e Proteção. Saiba mais.
A UNITA (oposição angolana) convidou todos os deputados da Assembleia Nacional a votarem favoravelmente pela destituição do Presidente angolano e “contribuírem para a salvação de Angola” e defesa do Estado democrático de Direito.
No entanto, o posicionamento do grupo parlamentar da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA, maior partido na oposição) vem expresso em nota de imprensa, hoje divulgada, considerando que a sua iniciativa não deve ser confundida como “chegar ao poder a todo o custo”.
Fundamentos doutrinários, político-constitucionais e políticos de desempenho constituem os eixos da iniciativa da UNITA, que refere que a governação de João Lourenço “é contra a democracia, contra a paz social e contra a independência nacional”.
A UNITA apresentou a proposta de destituição de João Lourenço na quarta-feira passada, alegando que o Presidente angolano “subverteu o processo democrático no país e consolidou um regime autoritário que atenta contra a paz”.
Em reação, um dia depois, o Movimento de Libertação Popular de Angola (MPLA, no poder) acusou a UNITA de ser “irresponsável” e de querer ascender ao poder “sem legitimação”, afirmando que os seus deputados vão tomar providências para impedir que o parlamento angolano seja instrumentalizado.
“Face à realidade constatada, à gravidade das acusações e dos atos que têm vindo a ser protagonizados de forma irresponsável pela UNITA, contra o Presidente da República, chefe de Estado, titular do poder executivo e comandante em Chefe das Forças Armadas Angolanas, o Bureau Político do MPLA orienta o seu grupo parlamentar a tomar todas as providências para que o parlamento angolano não venha a ser instrumentalizado, para a concretização de desígnios assentes numa clara agenda subversiva, imatura e de total irresponsabilidade política”, disse o secretário para a Informação do Bureau Político do MPLA, Rui Falcão.
Hoje, a UNITA diz entender que a postura da comunicação social estatal, bem como a “reação histérica do regime”, são “a demonstração da sua enorme desorientação, sobretudo, impreparação e dificuldade de se libertar da mentalidade e cultura monolítica e do complexo de superioridade”.
O grupo parlamentar dos ‘maninhos’, em reação à posição do partido no poder, acusa os órgãos públicos de instrumentalização e diz ter acompanhado com enorme preocupação o “tratamento tendencioso e pouco profissional” destes, aquando ao anúncio da sua iniciativa.
Segundo a UNITA, os referidos órgãos, mesmo tendo feito cobertura da conferência de imprensa (realizada na quarta-feira passada, onde foi apresentada uma proposta de iniciativa de processo de acusação e destituição do Presidente angolano, João Lourenço), “do essencial da mesma nada foi publicado”.
“Para não variar, e no âmbito do clientelismo”, diz a UNITA, “os mesmos órgãos estatais deram destaque, até a exaustão, às reações vertidas no comunicado do ‘bureau’ político do MPLA, este, possuído de medos, como se o Carmo e a Trindade tivessem caído na terra”, critica a UNITA.
O grupo parlamentar da UNITA “lamenta profundamente que o partido do regime, há 48 anos no poder, possa desavisadamente confundir o exercício de direitos e a observância de procedimentos constitucionais, legais e democráticos com sublevação popular, subversão da ordem constitucional e outros chavões à moda comunista, próprios de regimes ditatoriais”.
Esclarece igualmente que a destituição de um agente público, no caso do Presidente da República de Angola, “por exercer mal, sem competência e à margem da lei, o poder e atribuições constitucionais, mesmo se “eleito”, é dever e obrigação dos representantes do povo – dos deputados à Assembleia Nacional”.
“Em vista disso, a iniciativa legislativa a ser espoletada não pode nem deve ser confundida com ‘chegar ao poder a todo o custo’, como incorreta e desesperadamente o regime refere no tosco comunicado do seu bureau político”, aponta.
Em relação ao diálogo proposto pelo grupo parlamentar do MPLA, a UNITA afirma que reagiu positivamente à proposta, tendo a propósito apresentado uma proposta de agenda.
“Entretanto, infelizmente, decorridos mais de 30 dias fez-se silêncio tumular, o que demonstra que o propalado diálogo não é mais senão mera propaganda política, “de ganha tempo do grupo parlamentar do MPLA”, acrescenta.
De acordo com a UNITA, o ambiente político e social “conturbado e de crispação” que o país vive “resulta da cultura de negação, descaso pelos governados, da má governação, da corrupção sistémica, do saque e delapidação do erário e da impunidade, do discurso político leviano e da arrogância dos dirigentes do regime”.
Os deputados da UNITA consideram ainda “vergonhoso” que o MPLA esteja, no seu entender, a “fugir de responder – nas instituições por si próprio criadas – aos atos da sua governação e a tudo fazer para não respeitar o cumprimento da Constituição da República, por si mesmo votada”.
“A censura na comunicação social e a instrumentalidade de agentes partidários em promoverem ações de violência, em promoverem um clima de medo e de ameaças à estabilidade confirmam os desvios desta governação e a urgência da defesa do Estado democrático e de direito”, sustenta.
A UNITA, nesta nota, apela ainda a todos os angolanos “à calma e a esperança num futuro melhor para todos”
Para a iniciativa da UNITA – que conta apenas com 90 deputados – passar no crivo do plenário do parlamento, onde o MPLA detém a maioria, dois terços de deputados em efetividade de funções terão de votar favoravelmente.
Justyn Vicky, um culturista e influenciador de 33 anos, morreu depois de ter sido esmagado por uma barra de 210 quilos quando tentava fazer um agachamento. A tragédia ocorreu dia 15 de julho no ginásio The Paradise Bali, na Indonésia.
De acordo com o Daily Mail, a barra caiu sobre o pescoço de Justyn, que caiu no chão inconsciente. Estava com o pescoço partido e com compressão crítica dos nervos vitais que ligam o coração e os pulmões, informou a equipa médica.
O homem foi levado para o hospital e submetido a uma operação de emergência. Apesar de todos os esforços de pessoal médico, o culturista acabou por não resistir aos ferimentos.
Justyn Vicky tinha uma conta com cerca de 30 mil seguidores no Instagram, na qual ia partilhando a rotina de treinos.
O ginásio The Paradise Bali fez um tributo nas redes sociais. “Para o nosso querido Justyn, o teu impacto nas nossas vidas é incomensurável. O teu legado viverá através das inúmeras vidas que tocaste, das transformações que inspiraste e do amor e paixão que infundiste em cada momento que passámos juntos. Descansa em paz, querido amigo. Ficarás para sempre nos nossos corações”, escreveram.
Já arrancaram as obras de construção do parque de espera de camiões na província de Maputo, para resolver o problema de congestionamento na Estrada Nacional Número 4.
A via chega a registar 1200 camiões, por dia, provenientes da África do Sul, carregados de vários minérios.
O parque de espera de camiões está a ser erguido numa área de 20 hectares em Pessene, no distrito da Moamba, Província de Maputo. Assim que a infra-estrutura começar a funcionar, espera-se que contribua na redução da circulação de camiões na EN4, o que tem causado problemas de mobilidade e segurança rodoviária nos últimos dias.
O Governo determinou, recentemente, que os camiões de carga provenientes da África do Sul não devem circular nas primeiras horas, mas a medida não está a surtir os efeitos desejados, pois os camiões continuam nas estradas e buscam-se soluções para reverter o cenário.
“Como sabem, esta é uma orientação do Governo, através do Ministério dos Transportes e Comunicações, a partir da qual é preciso criar condições para melhorar as questões de segurança rodoviária no corredor de Maputo, mas também encontrar formas de reduzir a pressão dos camiões que têm estado a circular ao longo deste corredor de Maputo. Como tal, o Ministério orientou ao parceiro para construir um parque intermédio para os camiões a partir do qual podemos ter os camiões aqui parados e não nas vias públicas, como tem estado a acontecer nos últimos tempos”, avançou Amilton Alissone, vice-ministro dos Transportes e Comunicações.
O governante visitou o empreendimento cujas obras vão custar três milhões de dólares, o correspondente a perto de 190 milhões de Meticais. Os trabalhos iniciaram a 3 de Julho em curso, com a previsão de duração de três meses.
Amilton Alissone interagiu com os trabalhadores, empreiteiro e o dono da obra, que é o concessionário do Porto de Maputo, MPDC.
Assim, o governante esclareceu que o parque em construção deverá servir para a gestão do tráfego rodoviário e não para simples estacionamento. E mais, o parque de espera de camiões não anula as funções do Porto Seco, construído em Ressano Garcia.
“O Porto Seco tem a sua vocação e não esqueçamos que temos o fluxo a aumentar a cada dia devido à eficiência que está a ser incrementada pelo Porto Seco, mas também por outras iniciativas que estão a ser tomadas pelo Governo”, explicou Amilton Alissone.
Os camiões com carga, ao chegar ao parque de estacionamento de Pessene, ficam estacionados à espera do sinal emitido pelo Porto de Maputo ou Matola para poderem avançar. E, nisto, o uso do parque de espera de camiões será mediante pagamento de um certo valor que ainda não foi revelado nem a modalidade de pagamento.
O vice-ministro dos Transportes e Comunicações fez saber que a ideia da gestão daquela infra-estrutura vai ser a nível provincial, com o envolvimento das comunidades, do MPDC e do Governo central.
Os médicos em Israel cumprem uma greve em protesto contra a reforma judicial do Governo de Benjamin Netanyahu. A ação vem dar mais força aos milhares de manifestantes que na última noite voltaram a concentrar-se nas ruas de Jerusalém e Telavive, após a aprovação da nova lei que reduz os poderes do Supremo Tribunal.
A Associação Médica Israelita, que representa cerca de 95% dos médicos do país, anunciou um protesto de 24 horas, abrindo exceções apenas para cuidados de saúde em Jerusalém e serviços de emergência em todo o território nacional.
Já na semana passada estes profissionais tinham levado a cabo uma curta greve, argumentando que a reforma judicial de Netanyahu iria “devastar o sistema de saúde”. O ministro israelita da Saúde, Moshe Arbel, estará a tentar impedir a greve dos médicos através de um processo de injunção.
Assim, os protestos decorrem há várias semanas em Israel, intensificando-se na noite de segunda-feira, quando os manifestantes acompanharam a aprovação da nova lei que reduz os poderes do Supremo Tribunal.
Esta entidade judicial deixa, por exemplo, de poder vetar leis do Governo que afetem o interesse público. Os juízes ficam também impedidos de considerar inconstitucionais leis aprovadas pelo executivo ou decisões de ministros.
Para contestar a aprovação da medida, centenas de milhares de pessoas saíram às ruas e a oposição abandonou o Parlamento no momento da votação, prometendo pedir a anulação da lei.
A votação ocorreu após uma sessão turbulenta, em que os deputados da oposição gritaram “vergonha!” antes de abandonarem a sala, com a proposta do Governo a ser aprovada com 64 votos a favor e nenhum contra.
“Etapa democrática”
Pouco depois da aprovação, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu veio qualificá-la como uma “etapa democrática necessária” que se destina a “restabelecer um equilíbrio entre os poderes”.
“Votámos [esta medida] para que o Governo possa conduzir uma política em conformidade com a decisão da maioria dos cidadãos”, afirmou Netanyahu num discurso pela televisão.
Em simultâneo, o chefe de Governo israelita exortou a oposição a dialogar para “chegar a acordos” sobre outros aspetos da reforma que ainda não foram submetidos a votação.
“Continuaremos a esforçar-nos para negociar e chegar a acordos. Não renunciamos à oportunidade de garantir um amplo acordo, e digo que é possível”, disse no discurso.
Netanyahu também indicou que a oposição rejeitou “todas as propostas de compromisso” apresentadas pela sua coligação de direita e extrema-direita, e assinalou que o executivo “se manterá em contacto com a oposição para dialogar” sobre o futuro da reforma durante a pausa nos trabalhos parlamentares no mês de agosto.
As autoridades da administração da justiça na Província de Maputo continuam a busca de pistas para o esclarecimento do caso de baleamento mortal de um guarda penitenciário e ferimento de um outro, no distrito da Namaacha.
O caso ocorreu na madrugada do último domingo, quando indivíduos, ainda a monte, invadiram o estabelecimento penitenciário distrital, alegadamente com o objectivo de libertar um comparsa.
No entanto, os malfeitores, na tentativa de colocar o plano em acção, teriam entrado numa troca de tiros com os dois agentes penitenciários e além da morte de um e ferimento do outro, um terceiro cidadão encontrou ferimentos graves, atingido por uma bala perdida, quando se encontrava numa rua adjacente ao estabelecimento correccional.
A circulação do comboio de transporte de passageiros e carga no troço que liga as cidades de Lichinga e Cuamba e vice-versa será retomada, após quatro meses de paralisação.
Entretanto, o Especialista das Relações Institucionais no Corredor de Desenvolvimento do Norte (CDN), Tomás Macubela, revelou à imprensa que o transporte público na linha férrea em referência acontece depois da reposição do aterro de 200 metros na ponte sobre o rio Lugenda, a colocação de balastros bem como o reassentamento da linha e travessas que estavam deslocados e colocação de pedras.
A circulação na linha férrea Lichinga-Cuamba foi interrompida devido à danificação pelo ciclone Freddy, em Março passado.
Assim, durante este período, o transporte de pessoas e mercadorias era assegurado apenas pelo serviço rodoviário, considerado elevado pelos utentes devido à aplicação de valores exorbitantes.
A eurodeputada espanhola Clara Ponsatí foi detida em Barcelona e libertada após interrogatório, ao ser notificada do processo por desobediência relacionado com a declaração unilateral de independência da região da Catalunha em 2017, disseram fontes policiais.
“Fui novamente detida ilegalmente em Barcelona”, disse Ponsatí na rede social Twitter, citada pela agência espanhola EFE.
Ponsatí faz parte do partido independentista Juntos pela Catalunha (JxCat), do ex-presidente do governo regional Carles Puigdemont, igualmente eurodeputado e exilado na Bélgica desde 2017 para escapar à justiça.
O Ministério Público (MP) espanhol pediu hoje ao juiz Pablo Llarena, que investiga o caso contra Puigdemont, que ordene novamente a detenção do eurodeputado, na sequência do levantamento da imunidade pelo Tribunal de Justiça Europeu.
O MP solicitou igualmente a detenção do antigo ministro catalão Antoni Comín, relativamente ao qual o tribunal da UE proferiu a mesma sentença.
Em causa, segundo o MP, está um alegado crime de peculato que pode implicar uma pena de prisão entre seis e 12 anos.
Puigdemont e Comín estão fugidos à justiça espanhola desde 30 de outubro de 2017, o mesmo dia em que começou a ofensiva judicial em Espanha pela tentativa de secessão na Catalunha.
Relativamente a Clara Ponsatí, foi detida horas depois de ter anunciado nas redes sociais que estava em Barcelona, capital da Catalunha.
A detenção destina-se a permitir que seja notificada do processo por crime de desobediência, disseram fontes policiais à EFE.
O juiz Llarena, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), emitiu um mandado de detenção contra Ponsatí em 21 de junho, depois de a eurodeputada não ter comparecido em tribunal quando foi convocada para ser notificada do processo.
Ponsatí já tinha sido detida em Barcelona em 28 de março, com base num mandado de captura por facilitar o referendo independentista de 01 de outubro de 2017, que é ilegal à luz da Constituição espanhola.
Nessa ocasião, foi libertada com a obrigação de comparecer perante o STJ em 24 de abril.
Face ao incumprimento desta decisão judicial, o juiz do STJ ordenou a detenção de Ponsatí para a notificar da ação penal, um passo obrigatório para prosseguir com o processo, segundo a EFE.
Assim, Ponsatí tem estado na Bélgica e no Reino Unido desde 2017, sem que vários mandados de detenção europeus emitidos pela justiça espanhola se concretizassem devido a um litígio sobre se tinha ou não imunidade enquanto eurodeputada.
Em 05 de julho, o Tribunal Geral da União Europeia levantou a imunidade parlamentar de Ponsatí, bem como de Puigdemont e de Comín.
No entanto, a detenção de Ponsatí e os pedidos do MP sobre Puigdemont e Comín ocorreram um dia depois das eleições realizadas em Espanha, em que nenhum partido político ganhou com maioria suficiente.
O JxCat pode ser a chave para a continuidade do governo da coligação liderada pelo socialista Pedro Sánchez, acrescentou a EFE.
A cabeça de lista do JxCat, que elegeu sete deputados no domingo, avisou que o partido não vai apoiar Pedro Sánchez para o cargo de primeiro-ministro “a troco de nada”.
A prioridade do JxCat “é a Catalunha” e não “a governabilidade do Estado”, justificou Míriam Nogueras.
A responsável pelo concurso da Miss Itália, Patrizia Mirigliani anunciou que vai banir a entrada da prova a transgéneros. Participantes terão de ser “mulheres desde nascença”.
“Desde que começou, o meu concurso sempre previu nos regulamentos que as participantes têm de ser mulheres”, disse à Radio Cusano, citada pela Newseek.
No entanto, Mirigliani referiu ainda que, recentemente, os programas têm tentado “aparecer nas notícias” com estratégias “um pouco absurdas”.
Assim, as declarações surgem depois de, este mês, uma mulher transgénero ter vencido o concurso Miss Holanda. Rikkie Valerie Kolé, que se prepara para participar na Miss Universo, disse que espera “conseguir trazer mudanças para a sociedade”.
Com a participação da holandesa na prova será apenas a segunda vez que uma mulher transgénero participa no concurso mundial.
O ‘stock’ da dívida pública subiu, no primeiro trimestre deste ano, para o equivalente a 14.370 milhões de dólares, segundo dados do Ministério da Economia e Finanças citados pela Lusa.
Trata-se de um crescimento equivalente a 5,4% face ao período anterior, segundo os dados.
Entretanto, o ‘stock’ da dívida interna de Moçambique, a 31 de Dezembro de 2022, rondava os 281.545 milhões de meticais, neste caso mais 23,8% face ao verificado um ano antes.
“O aumento do ‘stock’ da dívida interna deveu-se principalmente ao aumento da emissão de obrigações de tesouro, em 38,9%, e bilhetes de tesouro, em 20,7%, com impacto negativo na disponibilização de recursos para o setor privado”, lê-se num relatório do Ministério da Economia e Finanças sobre a execução orçamental no primeiro trimestre.
O peso do ‘stock’ da dívida pública moçambicana desceu de 115,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 para 94,3% no final de 2022.
“Embora a taxa de crescimento da dívida externa (0,1%) tenha sido inferior relativamente ao aumento da dívida interna (23,8%), o volume da dívida externa continua mais elevado”, destaca igualmente.
Em termos de sustentabilidade da dívida, no geral, “apesar de apresentar uma tendência decrescente nos últimos anos, ela continua acima dos limites de sustentabilidade de 60%” do PIB.
A ativista climática Greta Thunberg foi considerada culpada, na segunda-feira (24), por desobedecer ordens policiais durante um protesto realizado na Suécia, no mês passado.
Apesar de se declarar inocente no tribunal em que compareceu, Greta terá que pagar uma multa, baseada em sua renda declarada, de acordo com informações da agência de notícias TT.
Ela e outros ativistas foram detidos após um protesto no terminal de petróleo do porto de Malmö, em junho, que interrompeu o tráfego do local. Greta teria desobedecido as ordens de abandonar o local de protesto, de acordo com autoridades suecas.
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