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PR exigiu a PRM e a SERNIC a captura dos mandantes dos raptos em Maputo

O Presidente da República, Filipe Nyusi, exigiu que a Polícia da República de Moçambique (PRM), o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) e outros intervenientes no combate ao crime esclareçam, rapidamente, os casos de sequestros que se registam na cidade de Maputo e no país, em geral.

Ao mesmo tempo, o Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança (FDS) exigiu a captura de todos os mandantes e cabecilhas responsáveis por esta prática.

A orientação foi dada quinta-feira, no encerramento do 18° curso na Escola de Formação das Forças Especiais de Makandzene, em Maluana, distrito da Manhiça, província de Maputo, no mesmo dia em que foram raptados dois cidadãos na capital do país.

“Quero que esclareçam a situação rapidamente. Procurem, sobretudo os mandantes, os cabecilhas, e se a rede for interna,  capturem-nos, imediatamente, para limparmos,  de uma vez por todas este tipo de crimes. O que estão a fazer os sequestradores é uma afronta”, afirmou o Presidente da República.

Disse que os mais de dois mil agentes ora graduados estão habilitados a trabalhar em benefício da população, dando contributo na defesa da pátria, tendo em conta as ameaças actuais, nomeadamente o terrorismo, a auto-proclamada junta militar da Renamo e a pandemia da Covid-19.

“Tenham medo da corrupção e dos corruptores. São maus. Combatam os corruptores e não estraguem a vossa carreira com aliciamentos”, recomendou, acrescentando que deseja uma Polícia combativa e brava, disciplinada, sempre aprumada e que cultive os valores de respeito pela hierarquia e pelo quadro legal constituído no país.

Advertiu para a necessidade de garantirem a observância da lei e ordem, a salvaguarda de pessoas e bens, tranquilidade pública e respeito pelo Estado de Direito Democrático.

“Ninguém aqui está autorizado a desrespeitar a lei e os poderes deste país, sejam eles Legislativo, Judiciário e Executivo. Foram treinados e formatados para respeitarem a lei e a Constituição da República de Moçambique”, vincou.

FONTEJornal Notícias
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