“Os Estados Unidos continuam empenhados em ajudar Moçambique a combater o terrorismo e a prevenir o alastramento do extremismo violento”, disse o embaixador dos EUA, Dennis Hearne, durante a cerimónia de encerramento do treino, na sexta-feira, e citado ontem em comunicado.
O treino de Forças de Operações Especiais dos EUA e 100 elementos dos Comandos moçambicanos durou seis semanas com o objetivo de evitar a propagação do terrorismo e com vista a fortalecer a cooperação entre os dois países, acrescenta o documento. A preparação surgiu depois de uma primeira formação de dois meses, concluída em maio e que foi dirigida a fuzileiros moçambicanos.
O Departamento de Defesa dos EUA planeia realizar mais treinos com Fuzileiros e Comandos das Forças Armadas e de Defesa de Moçambique (FADM). Desde julho, os EUA realizaram ainda um segundo programa de treino médico para situações de combate em que participaram 60 soldados das FADM.
“O pessoal médico que participou no treino está agora certificado para formar colegas de serviço”, refere-se no comunicado. Os EUA incluíram ainda membros das FADM no exercício marítimo regional Cutlass Express.














