O Gabinete Provincial de Combate à Corrupção, na cidade de Nampula, instaurou processos-crime em quase todos os municípios daquela região do país por os respectivos autarcas se terem supostamente envolvido em actos de corrupção.
Trata-se das autarquias de Nampula, Ribáuè, Malema, Nacala-Porto, Angoche e Ilha de Moçambique, onde os respectivos presidentes são acusados de desvios de fundos, corrupção e outras práticas contrárias à lei.
Por exemplo, o anterior presidente do Conselho Municipal da Ilha de Moçambique, Saíde Gimba, é acusado pelo Ministério Público de ter desviado três milhões de meticais que se destinavam à reabilitação da orla marítima.














