Início Sociedade PR prorrogou a campanha de vacinação e apelou à adesão das pessoas

PR prorrogou a campanha de vacinação e apelou à adesão das pessoas

O Presidente da República, Filipe Nyusi, anunciou sábado a prorrogação da campanha de administração da vacina contra a Covid-19 e apelou aos cidadãos para aderirem ao processo, particularmente aqueles que fazem parte dos grupos abrangidos nesta segunda fase.

A decisão da extensão do período de vacinação e o apelo do Chefe do Estado seguem-se à constatação de que há pessoas que ainda não se apresentaram nos postos para tomarem a segunda dose do imunizante.

“Exorto a todos que já fizeram a primeira dose da vacina para afluírem aos postos de vacinação para completar as suas doses e, desta forma, aumentar a sua imunidade. Instruí o Ministério da Saúde a dar mais oportunidade aos que podem ir. No lugar de terminar no dia 17, termine terça-feira, dia vinte”, disse o Presidente Nyusi.

Explicou que a vacina só terá efeito desejado se as pessoas tomarem as duas doses, recordando que a sua toma evita as formas mais graves da doença.

Na ocasião, Nyusi recomendou ao Ministério da Saúde para tudo fazer para não deixar nenhuma vacina fora do prazo, dando mais oportunidade a mais moçambicanos.

Entre os abrangidos nesta fase estão profissionais de saúde, idosos vivendo em lares de terceira idade e trabalhadores destes locais, doentes com diabetes, membros das Forças de Defesa e Segurança (FDS) e profissionais de comunicação social, entre outros.

Os doentes em terapia imuno-depressora, insuficiência renal crónica, cardíaca ou respiratória, a população residente nos centros de acomodação e em áreas urbanas são abrangidas também nesta fase.

As próximas, a terceira e a quarta, estarão reservadas para a imunização da população não abrangida nas anteriores etapas, até atingir a meta de cerca de 17 milhões de cidadão.

Na semana passada, o mais alto magistrado da nação anunciou que o país vai receber até finais de Agosto próximo 11 milhões de doses de vacina.

O processo não inclui mulheres grávidas e menores de 15 anos, devido à falta de evidência científica sobre a eficácia e segurança da vacina nestes grupo se o público-alvo poderá ser alterado em função da disponibilização de dados sobre a sua efectividade.

FONTEJornal Notícias
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