Mais 225 famílias que residem no interior do Parque Nacional de Limpopo (PNL), província de Gaza, passam a viver em novas casas, fora desta área de conservação, a partir do próximo mês.
Neste momento, segundo referiu o semanário “domingo” na sua última edição, está-se na fase conclusiva das obras de construção das habitações, limpeza das ruas, entre outras intervenções, em Chitar, para onde serão transferidas as famílias que actualmente vivem em Bingo.
Outras 140 famílias que viviam na aldeia de Makandazulo já se encontram no novo bairro, em Salane, desde Abril deste ano.
Até ao ano passado, o PNL havia reassentado 485 famílias que viviam dentro desta área de conservação, nomeadamente nos distritos de Massingir, Mabalane, Mapai e Chicualacuala, um processo que decorre desde 2008.
O administrador do PNL, Francisco Pariela, disse que prosseguem, em Mavoze, as obras de construção de 770 casas, que serão distribuídas para igual número de famílias.
Os trabalhos desta empreitada estão atrasados, mas Pariela garante que as casas passarão a ser habitadas a partir de 2023.
O Parque Nacional do Limpopo ocupa uma área de aproximadamente 10.000 quilómetros quadrados. Foi estabelecido mediante a colaboração do Governo moçambicano com a Peace Parks Foundation, em 2001. Em conjunto com as zonas fronteiriças da África do Sul e do Zimbabwe, forma a Área Transfronteiriça do Grande Limpopo.(AIM)














