Quatro pessoas morreram, nos primeiros três meses de 2021, vítimas de malária, na cidade de Maputo. O número revela uma “redução” quando comparado com igual período do ano passado, cujo registo foi de nove óbitos. Não obstante essa redução, a situação ainda preocupa as autoridades de saúde na capital.
“Em relação a 2020, tivemos uma redução de cerca de 50%, isso significa que estamos a registar avanços, mas, ainda assim, torna-se preocupante por ser uma doença possível de evitar”, disse Sheila Lobo, directora da Saúde na cidade de Maputo.
Os dados foram avançados, na terça-feira (23), durante uma conferência de imprensa cujo objectivo era informar o ponto de situação nos sectores de Saúde e Educação na cidade de Maputo.
Na área da saúde, apontou-se que a Malária chegou aos 550 casos nas duas últimas semanas. Segundo Sheila Lobo, o número representa uma redução de 4.5% dos notificados no mesmo período de 2020 em que foram registados 575 casos.
“Os distritos que reportam grande parte dos casos são os de Kahlamankulo, seguido de KaMavota e KaMubukwana, temos menos casos em KaNyaka”, mencionou a dirigente, para acrescentar que é preciso que se intensifiquem as medidas de prevenção desta e de outras doenças, como o caso da COVID-19, doenças diarreicas e tuberculose que também preocupam as autoridades.














