Os novos militares das Forças de Defesa e Segurança devem estar aptos para defender o país, contra os inimigos da pátria que não querem ver o desenvolvimento de Moçambique, nas províncias de Sofala e Manica e em alguns distritos do norte de Cabo Delgado.
Trata-se de grupos que protagonizam ataques armados no centro do país e no teatro operacional, segundo anunciou, sexta-feira (05), o Ministro da Defesa Nacional, Jaime Neto, no Centro de Instrução Polígono de Anchilo.
O titular da pasta da defesa, falava no acto do juramento da bandeira, de um grupo de cadetes, que durante três meses treinaram para integrar o lote dos oficiais superiores do quadro permanente das FDS, para a definição de estratégias mais eficazes para contrapor cabalmente as acções inimigas.
Por seu turno, o Comandante da Academia Militar Marechal Samora Machel, Major-General, Cristóvão Chume, referiu que o conjunto de mudanças que actualmente se verificam no processo de formação naquela instituição militar, procura as exigências das FDS, face aos cenários militares que se registam no país.
Os jovens que juraram a bandeira naquele acto, estão especializados, em infantaria, reconhecimento das tropas, blindados, artilharia terrestre e aérea, pilotos aviadores, fuzileiros navais, engenharias de radares, militar, electrónica, mecânica, naval, comunicações, administração militar, nas especialidades de logística e gestão de pessoal.
Antes de dirigir a cerimónia do juramento de bandeira deste grupo de oficiais, ministro Jaime Neto, assistiu no Centro de Instrução do Polígono em Anchilo, a demonstrações na pista de obstáculos, com cenário de “busca”, transposição, artes marciais e estocada, tendo posteriormente, se deslocado a carreira de tiro, assim como na parada de encerramento da prova de aptidão militar.














