Oitenta e um estrangeiros foram repatriados, durante a semana passada, por permanência ilegal no país. Este número representa um aumento em 70%, comparativamente à semana anterior, em que foram expatriadas 24 pessoas.
O repatriamento dos ilegais ocorreu mercê da fiscalização dos agentes do Serviço Nacional de Migração (SENAMI).
Segundo um comunicado da instituição, os estrangeiros, de nacionalidades malawiana, tanzaniana, paquistanesa e zimbabweana foram repatriados através dos postos de travessia de Zóbuè, na província de Tete, Melosa, na Zambézia e Machipanda, em Manica.
No mesmo período, o SENAMI impediu 18 pessoas de entrar em Moçambique, no âmbito das medidas restritivas para conter a propagação do novo Coronavírus.
A nota aponta que houve um decréscimo em 30%, no número de recusas, se comparado a igual período do ano passado em que 30 estrangeiros foram impedidos de entrar no país.
O SENAMI indica que a maioria das pessoas foi impedida de entrar em Moçambique no país por portar vistos não correspondentes ao motivo da viagem.
“O maior destaque foi de seis sul-africanos que não portavam o visto correspondente ao motivo da entrada em Moçambique, invocado no acto do procedimento migratório”, refere-se.














