Cerca de dois mil trabalhadores, na província de Maputo, estão com contratos de trabalho suspensos por conta dos efeitos do novo coronavírus.
São na sua maioria, são operários de cento e sessenta e uma empresas que viram-se obrigadas a reduzir a sua força laboral, na sequência do estado de emergência em vigor no país.
As áreas mais afectadas por esta situação são as de prestação de serviços, indústria hoteleira e a de ensino.
O inspector chefe do trabalho em Maputo, Figueiredo Langa, explicou que mesmo com a actual situação. O patronato tem seguido as normas previstas pela lei no processo de remuneração dos trabalhadores suspensos. “Nós visitamos as empresas para confirmarmos que se efectivamente a situação é aquela e, grande modo, as empresas têm cumprindo com o pagamento dos valores aos trabalhadores”, disse.
















