Jair Bolsonaro prestou na última segunda-feira uma série de entrevistas, começando pela Record TV. As medidas que quer aplicar foram assunto em cima da mesa, com destaque para as alterações às leis de armamento.
Além de baixar a idade de 25 para 21, a aquisição e porte de arma serão mais fáceis. “Mais do que garantir a vida, uma arma de fogo garante a liberdade do povo”, defende o presidente eleito do Brasil.
Bolsonaro defende ainda que a “necessidade de armas está comprovada pela extrema violência no Brasil”. Saliente-se que a necessidade efectiva é actualmente um dos critérios que um cidadão do Brasil tem de cumprir, avaliado pela Polícia Federal, para poder adquirir armas de fogo e munições.
Bolsonaro procurou apresentar-se mais conciliador, dizendo que a “oposição é bem-vinda”, que a “liberdade de expressão é sagrada” e que não deixará de respeitar a Constituição do país.
Na mesma entrevista em que abriu a porta a um convite ao juiz Sérgio Moro para integrar o seu executivo, Bolsonaro queixou-se ainda do “politicamente correto” relativamente ao debate das armas e deixou críticas à Venezuela e à “ditadura de Maduro”.
Bolsonaro disse ainda na mesma entrevista que “a propriedade privada é sagrada” e criticou o Movimento de Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), afirmando que acções de protesto que impliquem invasões deverão ser tratadas como “terrorismo”.
Notícias ao Minuto















