Segundo informações confirmadas ao “Notícias” pelo Governo distrital, as primeiras sete mortes foram registadas na madrugada de domingo e as restantes três esta segunda-feira, supondo-se que a intoxicação tenha acontecido na noite de sábado.
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Das sete pessoas que morreram no domingo, duas eram adultas do sexo feminino, com idades entre 25 e 55 anos, e as restantes crianças de um e dois anos.
O administrador de Cuamba, Simões Valembessa, explicou que o pessoal de Saúde evacuou para o hospital rural local cinco pessoas, das quais dois adultos, com idades entre 20 e 30 anos, e uma criança de ano e meio. Estas últimas viriam a perder a vida na segunda feira.
Uma mulher teve alta ainda na segunda-feira e outra continuava sob observação no Hospital Rural de Cuamba.
Valembessa deu conta que equipas da Saúde continuam no terreno à busca de evidências sobre o que terá provocado o infortúnio.
Dados preliminares apontam, no entanto, para a possibilidade de as famílias da zona terem usado adubo, confundindo com sal de cozinha, uma vez que o incidente foi registado num povoado de produtores de algodão. Ainda de acordo com a fonte, foi encontrado cloreto de amónio num dos pratos.
“Trata-se duma situação constrangedora para o distrito. Na verdade, fomos colhidos de surpresa por esta triste notícia. Inicialmente, pensamos que fosse cólera, mas não é. Neste momento a situação está controlada“, garantiu Valembessa.
AIM













