Pelo menos 100 jovens recém formados em agricultura nas escolas do ensino técnico profissional, médio e superiores do país poderão a partir do próximo ano receber uma aprendizagem prática de produção agrária sustentável.
A informação foi revelada na última quinta-feira durante o lançamento da primeira pedra de construção de uma agro-acampamento no posto administrativo de Changalane, distrito de Namaacha, província de Maputo.
Trata-se de uma iniciativa da Aro Moçambique levada a cabo através da Agência de Desenvolvimento e Empreendedorismo em parceria com a Major Services visando promover a atractividade agrária.
Na essência, segundo explicou o director da ADE, Policarpo Tamele pretende-se testar novos modelos e abordagem para a produção agrária entre outros.
“Os agro-acampamentos evidenciam que a agricultura é também fonte de rendimento e emprego para os jovens num processo de implementação que vai atrair cada vez mais esta camada à prática e gosto pela agricultura, explicou.
Ainda de acordo com Tamele este empreendimento agro-acampamento será erguido numa unidade de produção cedida por Judite Machava, uma natural daquela localidade e que também se interessou pelo projecto.
Na ocasião, Judite Machava congratulou a Aro Moçambique pela iniciativa tendo dito que o agro acampamento piloto vai acolher jovens que irão desenvolver actividades agrícolas aliando a ciência à prática.
“Esta infra-estrutura vai para agrupar voluntariamente jovens com formação agrícola e para a produção agrária assistidos por técnicos experientes para a aprendizagem prática da agricultura e geração rápida de rendimentos”, disse.
Nos 50 hectares disponíveis serão programados para garantir uma produção contínua, de forma a fornecer constantemente os seus produtos e garantir a rentabilidade do agro- acampamento.
















