Sociedade Maria da Luz Guebuza procura soluções para doenças crónicas no país

Maria da Luz Guebuza procura soluções para doenças crónicas no país

A primeira-dama de Moçambique, Maria da Luz Guebuza, privilegia a formação de médicos especialistas para solucionar a problemática do cancro da mama, do colo do útero e da próstata.

 Maria da Luz Guebuza falava durante o encontro organizado pelo Conselho Global de Saúde, à margem da Cimeira EUA-África, tendo mostrado preocupação, a falta de médicos especializados em doenças crónicas em Moçambique.

São doenças que nos últimos dias tem estado a ganhar um impacto com tendência de se alastrar, e por sua vez, a primeira-dama de Moçambique, levou esta preocupação ao plenário, tendo pedido apoio aos americanos para apoiarem o país.

Em Moçambique, um médico está, para um distrito, entretanto, no país, existem cerca de 1200 médicos para servir 24 milhões de habitantes, e para o caso de doenças como o câncer, existem quatro médicos apenas, para atenderem 24 milhões de habitantes.

“Se as organizações internacionais, apoiassem o nosso país para a formação de médicos especialistas moçambicanos, em matérias de doenças crónicas, sobretudo especialistas em cancerologia, seria um passo enorme para o nosso país”, apelou, a primeira-dama de Moçambique, Maria da Luz Guebuza.

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Nesta questão do cancro, para além de estar preocupada com a formação de especialistas moçambicanos em Oncologia, a sua luta compreende conseguir apoio para a colocação de um aparelho que faça radioterapia.

Maria da Luz Guebuza, disse explicando que “neste momento, em Moçambique, os doentes que padecem de cancro, são obrigados a recorrer a vizinha África do Sul, e no entanto, o nosso país, encontra-se ainda em desenvolvimento, tendo em conta que nem todos têm essas condições de irem se tratar fora do país”, sublinhou.

Refira-se que, Esta é a primeira cimeira histórica entre os Estados Unidos da América e os líderes africanos termina hoje (06), em Washington, capital federal dos EUA.

A cimeira realizou-se com excepção de sete países africanos que não foram convidados, nomeadamente o Zimbabwe, Guine Bissau, Eritreia, Sudão, Egipto e Guiné-Equatorial. Como justificação, o Departamento de Estado Americano, disse que os estados africanos excluídos não estão de boas relações com os Estados Unidos neste momento.

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